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CÂMARAS SETORIAIS E REGIONAIS / NOVAS ASSOCIADAS
D
entro da Câmara Setorial de Máquinas e Equipamentos para Ci-
mento e Mineração (CSCM), foi criado o Grupo de Trabalho de
Máquinas e Equipamentos para Resíduos Sólidos (GTRS), no fim
do ano passado. Diante dessanova oportunidade para o setor, o Informaq
conversou com o coordenador do grupo, Paulo Da Pieve, da associada
Steinert Latinoamericana Tecnologia de Separação Ltda., que comentou
sobre as ações e objetivos do grupo, que nasce com a projeção de obter
mais de 160 associados.
Oquemotivouacriaçãodogrupo?
Anova PolíticaNacional deResíduos Sólidos ‐ PNRS, a busca da sus‐
tentabilidade pela sociedade e a crescente demanda mundial por ma‐
térias primas e por energia, ainda que emmenor ritmode crescimento,
impulsiona a crescente utilização demateriais reciclados, despertando
novas oportunidades de negócios e abrindo portas para a inovação e a
aplicação de tecnologias na reciclagemdos resíduos sólidos e na gera‐
ção de energia. O desenvolvimento deste novo mercado no Brasil e na
América do Sul de maneira mais intensiva demandará equipamentos,
máquinas e componentes que podem ser fabricados pelo parque in‐
dustrial já instalado no Brasil.
Quais sãoosobjetivosquepermeiamotrabalhodogrupo?
Fortalecer a indústria nacional; apresentar as oportunidades deste
novo mercado para o setor brasileiro de máquinas, equipamentos e
componentes; organizar e levar adiante as demandas deste setor para
atender às necessidades deste novomercado; introduzir inovações tec‐
nológicas na indústria de resíduos sólidos existente no Brasil; desen‐
volver a cadeia de fornecedores para atender ao mercado de resíduos
sólidos no Brasil e na América do Sul; incentivar a exportação de equi‐
pamentos fabricados no Brasil que possam ser
utilizados na indústria de resíduos sólidos em
outros países.
Quais sãoasexpectativas?
Contribuir para a organização do setor e
o desenvolvimento da indústria nacional,
além de atingir ao menos 60% de con‐
teúdo nacional nos projetos de recicla‐
gem– tratamento dos resíduos sólidos
no Brasil.
Criação doGrupo
de Resíduos Sólidos
Da esquerda para direita: Harry Peruzin, Vendelino Titz, José Velloso,
Glauco Corte, Marcos Lichtblau, Adriano Vanzin
Novas Empresas Associadas
Março de 2015
1
AmetekdoBrasil Ltda.
INDAIATUBA - SP
2
ArbomtecControle
Ambiental Ltda.
JUNDIAÍ - SP
3
CarroceriasCarmense
Ltda. -ME
CARMODOPARANAÍBA -MG
4
Comércioe Indústriade
EquipamentosparaSuínos
MuxoLtda. -ME
ITAPIRANGA - SC
5
FernandoSpode
&CiaLtda. -ME
PANAMBI - RS
6
UrsoMáquinas
CONCÓRDIA - SC
7
JMComérciodePeças
e ImplementosAgrícolas
Ltda. -ME
SANTA ISABELDO IVAÍ - PR
8
LMWindPower doBrasil S.A.
IPOJUCA - PE
9
MetalúrgicaKrabbeLtda.
WESTFÁLIA - RS
10
Odair LuizOrth -ME
SÃO JOÃODOOESTE - SC
11
Thermofibra Industrial Ltda.
JOINVILLE - SC
ABIMAQeFIESCse reúnemem
buscadesoluções
O objetivo foi buscar alternativas para os problemas
relacionados à capacitação profissional, jovem aprendiz
e cota para portadores de deficiência
U
ma reunião entre a Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC–
SC), e a ABIMAQ, em 04 de março, teve por objetivo debater e buscar
soluções para os problemas apresentados pelos associados catarinenses
da entidade acerca de capacitação profissional, jovem aprendiz e cota para
portadores de deficiência.
JoséVelloso, presidente executivodaABIMAQ, presentenoencontro, falouao
presidente da FIESC, Glauco Corte, e os executivos do SESI e SENAI, sobre o
momento atual da indústria no país:
“Épreciso se voltar para as exportações. Noanopassado, elas representaram
45%do faturamento, chegando a US$ 14 bilhões”, afirmou Velloso, ressaltando
que Santa Catarina é o segundomaior estado emnúmero de associados.
Com relação às questões dos portadores de deficiências, a FIESC orientou
que os empresários mantenham evidências de que buscaram contratar esses
profissionais e que criaram condições de acessibilidade, mas que verificaram a
escassez do profissional.
Capacitação
Acerca do jovem aprendiz, a federação afirmou que conta com centenas de
jovens aguardando oportunidade nas escolas do SENAI e que as dificuldades
somente serão vencidas comamudança na atual legislação.
Para melhorar a capacitação, FIESC e ABIMAQ vão fazer um trabalho de
maior aproximaçãoentre indústriaeescola, paradesenvolver cursosqueatendam
às necessidades dos segmentos.
Além de Velloso, participaram da reunião os diretores da ABIMAQ Santa
Catarina, Vendelino Titz, Marcos Lichtblau, Adriano Luiz Vanzin e Harry Perusin, e
Ursula Tuma, gerente executiva.
Informaq
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Abril de 2015
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Coordenador do GTRS,
Paulo da Pieve