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Edição 20167 de 26/03/2020

Destaque

01 - ABIMAQ na CNN – Jornal da CNN


A ABIMAQ foi citada no Jornal da CNN na edição desta quarta-feira (25).

Fonte: CNN

Índice

02 - Setor privado se junta ao governo para combater impactos do coronavírus


A união é capaz de abrir caminhos e mover barreiras. Diante da pandemia do Coronavírus, criou-se no Brasil uma grande rede de empatia e solidariedade, formada por pessoas e empresas que propõe medidas para minimizar os efeitos da doença e do isolamento na população brasileira. Neste início de semana, reunimos algumas iniciativas que visam ajudar o país a encontrar um equilíbrio para vencer esta desafiante batalha imposta ao mundo.

A importância do setor privado

Ainda que estejam ameaçadas diante da paralisação das atividades econômicas em diversas regiões do Brasil, empresas têm buscado formas de somar forças no combate ao vírus.

São muitas as iniciativas ao redor do país. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) informou que mais de 100 instituições do setor vão disponibilizar ao governo sua linha de produção de respiradores mecânicos, que serão cedidos à rede hospitalar. Outra medida em discussão é a possibilidade de usar quartos de hotéis para a quarentena de pessoas infectadas. Por um cuidado especial com os idosos, que estão entre o grupo de risco, supermercados abriram em horário especial para atendimento exclusivo.

Neste momento crítico, cada um ajuda com o que sabe fazer de melhor. Empresas do setor de beleza, por exemplo, doaram sabonetes para o combate à pandemia. O álcool em gel, um dos produtos mais procurados para enfrentar a doença, também está entre os itens cedidos pelo setor privado. Aplicativos de transporte e empresas áreas, como a Gol, disponibilizaram passagens gratuitas aos profissionais de saúde. Enquanto médicos e enfermeiros realizavam seus atendimentos em hospitais, foram surpreendidos com lanches e bilhetes de agradecimento. Outra empresa de fast food anunciou a destinação de parte de sua receita para o Sistema Único de Saúde (SUS).

Fonte: Exame

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03 - ABIMAQ desenvolverá cadeia de produção de respiradores para tratar infectados


A indústria brasileira de máquinas e equipamentos se engaja ao esforço governamental para o combate às doenças causadas pelo coronavírus e, para tal, vai desenvolver um trabalho para desenvolvimento da cadeia produtiva de respiradores.

A decisão saiu de um reunião (sábado, 21) do presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso Dias Cardoso, e demais diretores da entidade, com o secretário Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia (Sepec), Carlos Alexandre Da Costa, mais cinco membros do gabinete de crise do governo federal.

A associação, de acordo com Velloso, apresentou um novo modelo do produto com saída dupla de ar, que poderá ser utilizado por dois pacientes, aproveitando uma ideia já testada no Rio Grande do Sul por fabricantes locais.

“Para tanto, a ABIMAQ está levantando em seu banco de dados todos os associados e fabricantes de máquinas e equipamentos que poderiam desenvolver partes e componentes para compor a necessidade adicional de produção apresentada pelo secretário”, disse o presidente da ABIMAQ.

De acordo com Velloso, o secretário sinalizou com a necessidade do fornecimento adicional de 2.000 respiradores por semana. Outras reuniões foram agendadas para os próximos sábados para acompanhamento e sugestão de novas ações.

Velloso disse ainda que a linha de produção dos novos respiradores terá que ser implementada o mais rápido possível para que os aparelhos estejam à disposição da rede hospitalar já em abril, período em que, segundo os especialistas, o País atingirá seu pico de infectados.

Fonte: Agência Estado, IstoÉ, Cimm

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Comércio Internacional

01 - Banco Central passa a prever PIB estável em 2020 em meio à pandemia de coronavírus


O Banco Central (BC) revisou sua projeção para a economia brasileira em 2020 e passou a projetar estabilidade para o nível de atividade, ou seja, sem alta nem queda do Produto Interno Bruto (PIB). A previsão anterior, divulgada em dezembro, era de expansão de 2,2%.

A nova estimativa consta do relatório trimestral de inflação e foi divulgada nesta quinta-feira (26).

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.

A mudança na projeção decorre dos impactos da pandemia do coronavírus, que tem interrompido a atividade econômica ao redor do mundo e aumentado o desemprego.

"A economia mundial, incluindo a brasileira, passa por momento de elevado grau de incerteza em decorrência da pandemia de coronavírus, que está provocando desaceleração significativa da atividade econômica, queda nos preços das 'commodities' [produtos básicos com cotação internacional, como petróleo e minério de ferros] e aumento da volatilidade nos preços de ativos financeiros", informou o BC no relatório de inflação.

O Banco Central também reafirmou, no documento, que "continuará fazendo uso de todo o seu arsenal de medidas de políticas monetária [relativas à taxa básica de juros e injeção e liquidez nos mercados], cambial [evitar distorções no mercado de câmbio] e de estabilidade financeira [acompanhamento da situação das instituições financeiras] no enfrentamento da crise atual".

A nova previsão do BC ainda é mais otimista do que algumas instituições financeiras que já esperam retração econômica neste ano.

Na semana passada, o Ministério da Economia estimou uma expansão de apenas 0,02% do PIB em 2020, ou seja, um cenário ainda de estabilidade. Porém, a pasta também informou que está sendo previso cenário de recessão técnica em 2020, quando há queda do PIB por dois trimestres seguidos.

O Banco Central também avaliou que "perseverar no processo de reformas e ajustes necessários na economia brasileira é essencial para permitir a recuperação sustentável da economia".

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos, com o resultado afetado principalmente pela perda de ritmo do consumo das famílias e dos investimentos privados. Em 2017 e 2018 o crescimento foi de 1,3% em ambos os anos.
Inflação e taxa de juros

O BC também informou que a sua estimativa de inflação para 2020, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), recuou de 3,5% (em dezembro do ano passado) para 2,6%.

Essa previsão considera a trajetória estimada pelo mercado financeiro para a taxa de juros e de câmbio neste ano e no próximo.

Em outro cenário, que considera taxa de juros (Selic) e câmbio estáveis, por sua vez, a previsão do Banco Central para a inflação oficial deste ano medida pelo IPCA recuou de 3,6% para 3%.

As previsões estão em linha com as metas de inflação. Neste ano, a meta central de inflação é de 4% e terá sido oficialmente cumprida se o IPCA oscilar de 2,5% a 5,5%.

Quando as estimativas para a inflação estão em linha com as metas, o BC pode reduzir os juros. Quando estão acima da trajetória esperada, a taxa Selic é elevada.
O mercado prevê que a inflação oficial fique em 3,10% este ano e em 3,65% para 2021 – projeções em linha com as metas.

Para 2021 e 2022, no cenário de mercado (Selic e câmbio projetados pelos bancos), o Banco Central projetou uma inflação de 3,2% e 3,3%, respectivamente. Em dezembro do ano passado, no relatório de inflação anterior, ambas as projeções estavam em 3,4%.

Sobre a taxa básica de juros, que está na mínima histórica de 3,75% ao ano, o BC informou que vê como "adequada" a manutenção da taxa Selic em seu atual patamar.

"No entanto, o Comitê [de Política Monetária do BC, que define a taxa Selic] reconhece que se elevou a variância do seu balanço de riscos e novas informações sobre a conjuntura econômica serão essenciais para definir seus próximos passos", acrescentou a instituição.

Medidas anunciadas

Nos últimos dias, a área econômica do governo tem anunciado uma série de medidas para garantir a prestação de serviços de saúde em meio à pandemia e, também, para tentar frear os efeito da crise na economia e no nível de emprego:

Em 12 de março, o governo anunciou a antecipação do pagamento do 13º salário de aposentados e pensionistas, e a prova da suspensão de vida dos aposentados, entre outras.

Em 16 de março, anunciou três meses para depósito de FGTS, a antecipação da segunda parcela do 13º do INSS e o reforço Bolsa Família.

No dia 18 de março, informou que será liberado auxílio mensal de R$ 200 a autônomos e informais, em pacote de R$ 15 bi a "pessoas desassistidas".

Em 19 de março, informou que pagará os primeiros 15 dias para trabalhador doente pelo coronavírus, e que planeja pagar um auxílio para os trabalhadores que recebem até dois salários mínimos afetados pela redução de jornada e salários.

No dia 23 de março, a área econômica anunciou que o governo vai implementar um plano de mais de R$ 85 bilhões para fortalecer os estados e os municípios.

Fonte: G1

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01 - Dólar volta a operar em alta após dois dias de trégua


O dólar opera em alta nesta quinta-feira (26), após dois dias de queda, enquanto os mercados avaliam os desenvolvimentos sobre a epidemia de coronavírus no mundo, e a aprovação de medidas de estímulo sem precedentes nos Estados Unidos para aliviar os impactos econômicos da pandemia de coronavírus.

Às 9h19, a moeda norte-americana era vendida a R$ 5,0547, em alta de 0,44%. Veja mais cotações.

Na quarta-feira, o dólar fechou a R$ 5,0327, em queda de 0,93%, no segundo dia seguido de recuo na cotação da moeda.

Influências externas e internas

O mercado aguarda para esta manhã o relatório semanal de pedidos de auxílio-desemprego do Departamento do Trabalho nos EUA, que vai oferecer a evidência mais clara sobre o devastador impacto do coronavírus na maior economia do mundo.

Também no radar está a divulgação, feita mais cedo pelo Banco Central, do relatório trimestral de inflação. No documento, o BC revisou sua projeção para a economia brasileira em 2020 e passou a projetar estabilidade – a previsão anterior era que o Produto Interno Bruto cresceria 2,2% este ano.

Fonte: G1

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Industria

01 - Pacote 'de guerra' do governo para manter empregos vai custar R$ 36 bilhões


A equipe econômica finaliza os detalhes de um pacote para ajudar na manutenção de empregos no país, que vai custar ao menos R$ 36 bilhões ao longo dos próximos três meses.

Segundo informaram ao blog fontes da equipe econômica, o pacote cria faixas para que o governo subsidie progressivamente o pagamento dos salários, de forma a manter a renda dos empregados e permitir que as empresas não quebrem, em especial micro e pequenos estabelecimentos.

O plano é subsidiar até 80% dos empregos formais no país. Os valores seriam uma antecipação do seguro desemprego, mas não iriam ser descontados dos valores que o empregado teria direito no futuro, caso perca o emprego.

Para os trabalhadores informais, o governo criou uma espécie de voucher, que aguarda aprovação do Congresso. O valor inicial de R$ 200 reais deve ser aumentado para pelo menos R$ 300 para cada trabalhador sem renda formal.

O novo pacote será enviado ao Congresso por meio de medida provisória, para passar a valer imediatamente e servir para as empresas poderem arcar com encargos trabalhistas já no início de abril.

Empresas menores, dos setores mais fragilizados e que estão fechadas e não tiverem condições de manter empregos, poderão ter 100% dos salários bancados pelo governo.

Para outras, a redução de jornada será compensada pelo fundo federal, de acordo com o valor de hora-salário do trabalhador.

Nenhum trabalhador receberá menos que um salário mínimo, afirmou uma das fontes.

A estratégia, chamada dentro do governo de um plano de “pré e pós-guerra”, é acalmar os setores produtivos e evitar demissões em massa já na próxima semana.

Fonte: G1

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Setor

01 - Preço da gasolina em refinaria da Petrobras tem menor valor desde outubro


A Petrobras informou que, com a redução de 15% do preço nesta quarta-feira, o preço médio da gasolina na refinaria passará a ser R$ 1,14 por litro, o menor preço desde 31 de outubro de 2011. No acumulado do ano, a redução do preço da gasolina é de 40,5%.

"A Petrobras espera que este movimento nos preços se reflita, no curto prazo, na redução do preço final cobrado ao consumidor", disse a estatal em nota.

Ontem, o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostrou que apesar da queda significativa nas refinarias, o repasse para os preços nos postos de abastecimento é limitado.

Até a semana passada, o preço da gasolina no varejo tinha caído apenas 1,12%, voltando aos níveis praticados em setembro de 2019, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

A média do preço da gasolina de 15 a 21 de março nos postos era de R$ 4,486 o litro, sendo o maior preço registrado na região Sudeste (R$ 5,889/litro) e o menor na região Norte (R$ 3,620/litro). 

Fonte: G1

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