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Edição 22233 de 17/09/2020

Destaque

01 - SOS reforma tributária


Se a situação atual não for mudada, o RS continuará perdendo empresas para outras regiões do País com ambiente de negócios mais favorável, na opinião do vice-presidente da Abimaq-RS, Hernane Cauduro. Por isso, ele defende uma efetiva união pela aprovação de uma reforma tributária estadual que propicie justiça e aumento da competitividade, melhorando as condições para retomada do crescimento sustentado.

Fonte: Jornal do Comércio RS

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02 - Como administrar relacionamentos duradouros com os clientes no pós-venda é curso online oferecido pela ABIMAQ


Com o objetivo de ajudar profissionais que atuam na área comercial e no relacionamento com clientes para ter uma base permanente de vendas e faturamento, a Abimaq promove curso online ‘Pós-Venda: Como administrar Relacionamentos Duradouros com os Clientes’ nos dias 17 e 18 de setembro, das 14h às 17h.

“Este programa trabalha a importância do atendimento pós-venda e das estratégias e políticas para manter clientes satisfeitos e encantados”, explica Fábio Tozzini, ministrante do curso que tem mais de 35 anos de experiência no meio econômico-financeiro e já integrou a linha de frente de bancos comerciais como, Santander e Itaú Unibanco, além de treinar aproximadamente 15 mil executivos em todo o país.

Para Tozzini, o esforço necessário para atrair e conquistar clientes deve ser complementado com ferramentas de retenção e manutenção de relacionamento, garantindo uma base permanente de vendas e faturamento. “O treinamento vai apresentar instrumentos e mídias adequadas ao pós-venda, além de debater os novos desafios para os profissionais da área”.

Confira conteúdo programático:

- Conceitos de marketing de relacionamento
- Desenvolvimento da carteira de clientes (inativos e ativos)
- Tipos de ações de retenção e reativação de clientes
- Autodiagnóstico: você é ou está vendedor?
- Novos paradigmas do profissional de vendas
- Competitividade empresarial e a importância da manutenção de clientes
- Ferramentas e mídias adequadas ao pós-venda
- Pesquisa – como e porque realizar
- Planejamento de ações e controle
Data(s) e Horário(s): Dias 17 e 18 de setembro, das 14h às 17h.

Local: Online Mais informações: (11)5582-6321/5703 capacitação@Abimaq.org.br/ http://www.Abimaq.org.br/cursos

Fonte: Difundir, Jornow, Pautas Incorporativas

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03 - Artigo | Reforma tributária, já! Aumento da carga tributária, não!.


O momento é este! Tanto a nível federal quanto no âmbito estadual, urge que os gestores públicos finalmente equacionem e desonerem a mais relevante componente do “Custo Brasil” (estudo ABIMAQ) e do “Custo RS” (estudo FIERGS): nosso caótico, complexo, disfuncional e injusto sistema tributário! Felizmente o tema tem sido destaque nas agendas do Congresso e do Governo Nacional, com desdobramentos em alguns estados, como o RS, SP e MT. Portanto, parabéns ao Governador Eduardo Leite por “colocar a bola em jogo”, ao propor uma reforma estadual que traz inúmeras melhorias para alguns problemas crônicos que drenam a competitividade da nossa economia.

Dentre os pontos positivos, temos o mesmo contido otimismo da FIERGS, visto que vários dependem de aprovação unânime pelo CONFAZ*: retorno das alíquotas provisórias aos patamares anteriores aos da majoração, redução da alíquota efetiva nas compras internas para 12 %, simplificação e redistribuição da carga tributária, redução do prazo de creditamento do ICMS dos bens de capital*, redução da cumulatividade dos impostos mediante aproveitamento de créditos de “uso e consumo”*, avanços na devolução dos saldos credores de exportação*, entre outras medidas que trazem competitividade para a economia gaúcha!

Por outro lado, é evidente e inegável que a proposta aumenta a carga tributária prevista para 2021, o que, definitivamente, a sociedade gaúcha não pode aceitar. Urge, portanto, que seus excessos, distorções e omissões sejam ajustadas pela Assembleia Legislativa. Dentre estes, destacam-se:

TETO DE GASTOS. A falta de disposições que congelem e impeçam o crescimento dos gastos públicos (em R$ corrigidos pelo INPC e em % do PIB) e que garantam que o teto e as demais limitações orçamentárias sejam aplicadas de forma isonômica em todos os poderes (ex: PEC do duodécimo). Pelos princípios da neutralidade e equidade, é fundamental que sejam estabelecidas “travas” que possam garantir que esta reforma não seja mero “cavalo de troia” para aumentar ainda mais e/ou perpetuar o aumento de impostos.

Também obrigariam imediata e subsequente negociação de reforma administrativa ampla, que realmente reduza o tamanho do estado, “enxugue” a máquina pública e, sem ferir direitos efetivamente adquiridos, termine com as distorções remuneratórias e previdenciárias entre os poderes públicos e a iniciativa privada; AJUSTES EM 2021: em função das dificuldades geradas pela pandemia e da insegurança de todos, inclusive os técnicos da SEFAZ, para corretamente simular o impacto das diversas medidas, entendemos que seria aceitável que determinadas alíquotas sejam inicialmente um pouco superiores, desde que haja expressa disposição para que sejam calibradas (leia-se: reduzidas) ao longo de 2021, de acordo com as travas acima referidas; TRIBUTAÇÃO DA CESTA BÁSICA. Apesar dos recentes avanços, na defesa dos princípios da progressividade e simplicidade, os assessores da Assembleia e as principais entidades de classe deveriam, em conjunto com os técnicos da SEFAZ, analisar melhor e compor a melhor solução, dentre as diversas alternativas possíveis: alíquota diferenciada, crédito presumido, renda mínima e/ou imposto negativo; Em prol da neutralidade e equidade, algumas medidas e/ou alíquotas que aumentam a arrecadação somente deveriam entrar em vigência após a aprovação e perpetuidade das medidas* que dependem de aprovação no CONFAZ e reduzem a arrecadação.

Ao longo das últimas semanas foram realizadas inúmeras audiências públicas e debates. A maioria das entidades ligadas ao setor terciário assim como algumas que representam produtores e indústrias mais voltadas para o consumo – cujas empresas, em sua grande maioria, são tributadas pelo Simples – se consideram prejudicadas e parecer ser totalmente contra a reforma. Estes setores, seus empresários e representantes na AL parecem não se dar conta ou, por questões políticas, não querem se dar conta que:

como regra geral, sofrem pouca ou nenhuma concorrência internacional; eventuais aumentos de impostos para determinado setor ou atividade, decorrentes da redistribuição da carga fiscal por toda a economia gaúcha, afetará igualmente todos seus concorrentes, preservando os princípios de equidade e isonomia; o princípio da neutralidade, se respeitado no texto final da reforma, garantiria que os aumentos de seus produtos e serviços seja compensado pela redução dos preços dos produtos industrializados; a redução do “Custo Brasil” e do “Custo RS”, aumenta a competitividade dos setores primário e secundário (exportadores, agropecuária, extração mineral e indústria), fazendo nossa economia voltar a crescer e trazendo enormes e representativos ganhos sistêmicos*;

* nota técnica publicada em jun/2020 pelo CCiF estimou o aumento do PIB potencial de longo prazo brasileiro em quase 40 % (!), caso as reformas tributárias federal, estadual e municipal sejam implementadas.

somente com a reforma tributária, a economia vai gerar mais emprego e renda. E, com maior renda, aumentará o consumo e a arrecadação de impostos…
É chegado o momento de escolher. Nossos Deputados Estaduais e o Governador tem algumas opções…

Perder a oportunidade, postergar a solução definitiva e seguir assistindo ao cada vez mais rápido agravamento do desequilíbrio fiscal e à agonizante derrocada da economia de nosso Estado – tem sido assim nas últimas décadas e o resultado não foi bom: inúmeras empresas, principalmente industriais, deixaram nosso Estado ou fizeram vultuosos investimentos em outras unidades da federação. Aprovar a manutenção das atuais alíquotas (18 %) de ICMS – pergunta que não quer calar: seria este o sonho secreto de alguns atores? Apostar nos ganhos sistêmicos, no fortalecimento, melhor integração e maior eficiência fiscal das cadeias produtivas gaúchas. Apostar na competividade e no crescimento da economia, na maior geração de empregos e renda, bem como no consequente aumento do consumo e da arrecadação de impostos. A Teoria dos Jogos Cooperativos comprova que, somente nesta alternativa, todos ganham!

Apelo para que os representantes dos poderes legislativo e executivo “sentem para negociar”! Enquanto não forem implementadas as reformas tributária e administrativa de acordo com as melhores práticas internacionais, o futuro dos gaúchos e gaúchas seguirá comprometido, limitado e inferior ao seu real potencial.

*Mathias Elter é engenheiro e empresário industrial gaúcho

Fonte: Jornal Ponto Inicial

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Comércio Internacional

01 - Dólar opera em alta após Copom e mensagem do Fed


O dólar opera em alta nesta quinta-feira (17), um dia após o Banco Central decidir interromper o ciclo de cortes e manter taxa básica de juros da economia em 2% ao ano, conforme o esperado pelos mercados, enquanto uma mensagem decepcionante do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) abalava o apetite por risco no exterior.

Às 9h21, a moeda norte-americana subia 0,80%, vendida a R$ 5,2796. Veja mais cotações.

Na quarta-feira, o dólar fechou em queda de 0,96%, a R$ 5,2378. Na parcial do mês, acumula baixa de 4,44%. No ano, tem valorização de 30,62%.

Cenário local e externo

No exterior, os investidores aguardam a divulgação de dados sobre pedidos semanais de auxílio-desemprego nos EUA, um dia depois de o Federal Reserve divulgar um plano de estímulo aquém do esperado.

Em entrevista à imprensa na quarta-feira, o chair do Fed, Jerome Powell, indicou um longo caminho até o "emprego máximo" e disse que o banco central dos EUA está limitado em sua capacidade de lidar com algumas das diferenças em torno do crescimento dos salários e da participação na força de trabalho.

A economista-chefe do Banco Mundial, Carmen Reinhart, alertou nesta quinta-feira que uma recuperação completa da econômica global diante da crise provocada pela pandemia de coronavírus pode levar até cinco anos.

Por aqui, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) manteve na véspera a taxa básica de juros em 2% ao ano, conforme o esperado. No comunicado da reunião desta quarta-feira, os integrantes do Copom apontaram que a inflação deve aumentar no curto prazo, mas ponderaram que a alta do preço dos alimentos é temporária.

O mercado financeiro manteve as estimativas para o dólar ao fim de 2020 (R$ 5,25) e 2021 (R$ 5,00), mas reduziu a projeção para a Selic no término de 2021 de 2,88% para 2,50%, conforme a mais recente pesquisa Focus do Banco Central.

A Selic baixa tem sido citada como uma das causas para a instabilidade no câmbio e também para maior dificuldades do Tesouro Nacional de rolar a dívida pública em meio a um já fragilizado quadro fiscal.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Copom interrompe ciclo de cortes e decide manter taxa básica de juros da economia em 2% ao ano


O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) decidiu nesta quarta-feira (16) manter a taxa básica de juros da economia brasileira estável em 2% ao ano. A decisão foi unânime.

A manutenção da taxa era esperada pelo mercado e interrompe um ciclo de cortes dos juros que começou em julho do ano passado.

Foram nove reuniões seguidas do Copom com redução da taxa Selic. Em 2% ao ano, o juro básico já está na mínima histórica.

A manutenção da Selic ocorre em meio à alta no preço dos alimentos, que somou 8,83% em doze meses até agosto. Esse reajuste não tem apenas um alimento responsável, pois a maioria deles está com preços recordes no campo.

Porém, dois chamaram a atenção nos últimos dias: o arroz, com valorização de 19,2% no ano, e o óleo de soja, que subiu 18,6% no período.

Em comunicado divulgado após a decisão, o Copom informou que “avalia que a inflação deve ser elevar no curto prazo" e destacou que a alta do preço de alimentos contribui para esse movimento.

“O comitê avalia que a inflação deve se elevar no curto prazo. Contribuem para esse movimento a alta temporária nos preços dos alimentos e a normalização parcial do preço de alguns serviços em um contexto de recuperação dos índices de mobilidade e do nível de atividade”, afirmou.

O BC oficializa na nota o uso da "prescrição futura". Com o mecanismo, conhecido como “forward guidance”, o BC indica ao mercado quais serão os próximos passos.

Projeções

No comunicado, o comitê informou que há pouco espaço para novos cortes na taxa básica de juros.

“O Copom entende que a conjuntura econômica continua a prescrever estímulo monetário extraordinariamente elevado, mas reconhece que, devido a questões prudenciais e de estabilidade financeira, o espaço remanescente para utilização da política monetária, se houver, deve ser pequeno”.

O comitê informou ainda que não pretende elevar a taxa Selic, a não ser que as previsões de inflação estejam “suficientemente próximas” da meta.

“O Copom não pretende reduzir o grau de estímulo monetário, a menos que as expectativas de inflação, assim como as projeções de inflação de seu cenário básico, estejam suficientemente próximas da meta de inflação para o horizonte relevante de política monetária, que atualmente inclui o ano-calendário de 2021 e, em grau menor, o de 2022”, informou o comunicado.

Tendência à estabilidade

O próprio Banco Central, porém, já vinha indicando que a taxa Selic deveria ser mantida estável nesta quarta – mesmo antes de surgir o componente inflacionário.

Em agosto, o BC pontuou que o país já estaria próximo do nível a partir do qual reduções adicionais na taxa de juros poderiam gerar instabilidade nos preços de ativos (alta do dólar, por exemplo). Assim, sinalizou cautela sobre a possibilidade de novos cortes.

De olho em 2021

O Copom fixa a taxa básica de juros, a Selic, com base no sistema de metas de inflação. Para 2021, a meta central de inflação é de 3,75% – e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

O comitê já mira em 2021 porque decisões sobre juros demoram, segundo os economistas, entre seis e nove meses para gerar um impacto pleno na economia do país.

Fonte: G1

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Industria

01 - Para 96,7%, home office será diferencial na hora de escolher um emprego, diz pesquisa


Quanto mais a pandemia se prolonga e algumas empresas estendem o home office, mais os colaboradores e gestores passam a enxergar o trabalho remoto como uma alternativa que veio para ficar. Pesquisa da Workana, plataforma que conecta freelancers a empresas, mostra que, para 96,7% dos profissionais entrevistados, o benefício do home office será um diferencial na hora de escolher a empresa onde desejam trabalhar. Já 94,2% dos profissionais com carteira assinada gostariam de continuar trabalhando remotamente após a pandemia.

O levantamento foi realizado entre abril e maio com 2.810 entrevistados entre CLTs, gestores, empreendedores e freelancers.

Trabalhar com foco em resultados é possível, bem como cumprir todas as tarefas sem a necessidade de estar em um escritório durante 8 horas por dia, sem contar o tempo gasto em deslocamento. Foi o que apontaram 91% dos CLTs entrevistados.

E a opinião dos gestores não foi muito diferente: 84,2% deles pensam em promover o trabalho remoto e acreditam que o equilíbrio entre o trabalho e a vida pessoal é um aspecto que terão de priorizar, considerando também a flexibilidade de horários.

Para o country manager da Workana no Brasil, Daniel Schwebel, esses números altos e positivos sobre o home office mostram que os trabalhadores provaram uma nova realidade e gostaram.

"As pessoas têm se atentado mais à qualidade de vida, à importância de estar em um ambiente confortável, junto à família, e com mais liberdade", diz.
Mas, por que todas as vantagens dessa modalidade de trabalho não eram notadas antes?

Segundo a pesquisa da Workana, 59,1% dos líderes de empresa responderam que, mesmo antes da pandemia, sempre incentivaram o home office. Porém, não é que os colaboradores dizem, tanto que só 36,3% dos profissionais CLT afirmaram que o trabalho remoto era incentivado nas empresas antes do isolamento social.

Schwebel acredita que o motivo dessa diferença de opiniões pode estar na dificuldade em abandonar padrões antigos - que até então mantinham todos na zona de conforto, num ambiente de trabalho controlado -, para identificar as novas necessidades dos líderes e colaboradores e se readequar.

As empresas que mudaram rapidamente seus padrões, ouvindo mais seus funcionários, foram as que demonstraram ter se adaptado mais facilmente ao “novo normal”.

Para 35,2% dos profissionais, o trabalho ficará mais flexível e o sucesso será medido pelo resultado oferecido e não pelas horas trabalhadas. Para 17,2%, haverá mais liberdade e autonomia no trabalho e, mais do que nunca, os chefes terão que se tornar líderes; e 16,4% acreditam que a empresa deverá ter uma comunicação mais transparente para que o colaborador esteja alinhado com seus objetivos, mesmo à distância.

Da ótica dos gestores, os dados mostram que as prioridades e desafios daqui para frente - que vêm ao encontro das necessidades dos trabalhadores - estão ligados exatamente à comunicação, mas também à empatia. Para 28,6% dos líderes, o desafio está em gerar mais flexibilidade nas horas de trabalho para garantir o equilíbrio entre vida e trabalho, e para 14,3%, oferecer alguma solução para ajudar os pais que trabalham em casa com crianças.

Melhora da tecnologia

Outra barreira encontrada por colaboradores e empresas diante dessas mudanças é o aprimoramento da tecnologia e da conectividade. Na atual conjuntura, a estrutura ou a falta do departamento de TI, por exemplo, podem ditar se o home office será uma experiência positiva ou não para um negócio.

Para que a continuidade do trabalho remoto se dê de forma eficiente, 35,7% das empresas disseram que precisarão melhorar a tecnologia e a conectividade e, para 7,1%, será prioridade atualizar computadores e servidores para que os funcionários possam usá-los normalmente em casa.

Fonte: G1

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Setor

01 - Promoções com o preço da gasolina em Campina Grande


A queda nas vendas começa a levar o setor de comércio varejista de combustíveis de Campina Grande a repassar, ainda que limitadamente, as reduções nos preços dos produtos praticados nos últimos dias pela Petrobras.

Em alguns dos postos de abastecimento da cidade, a exemplo de um localizado na avenida Vigário Calixto, no bairro do Catolé, já é possível encontrar a gasolina a R$ 4,09 o litro, enquanto na grande maioria dos similares o produto está cotado a R$ 4,18.

O acumulado nas últimas semanas aponta uma redução no preço do diesel e da gasolina, em nível de refinarias da Petrobras, da ordem de 10%.

Fonte: Paraíba Online

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