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Edição 22318 de 13/01/2021

Destaque

01 - Fim das operações fabris da Ford é alerta para governo iniciar reformas, diz Abimaq


O presidente da Associação Brasileira da Indústria e Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso, disse que o fechamento das operações da Ford no Brasil é um alerta importante para o governo federal iniciar as reformas estruturais e, assim, diminuir o custo Brasil.

Segundo ele, a carga tributária que incide sobre o setor industrial brasileiro é de 33%, sendo que a agricultura recolhe 1,9% e a mineração de 4,4% a 4,8%. “A indústria paga a conta dos serviços, da construção, do agronegócio, da mineração. É um fardo muito pesado. Estão matando a galinha de ovos de ouro. É uma luz amarela que está piscando”, disse Velloso.

O dirigente ressaltou que, desde 2008, a ABIMAQ vem alertando sobre o risco de desindustrialização do país, com o custo Brasil cada vez maior na produção industrial.

“Esse processo vem ocorrendo há 20 anos e vai se acelerar. Em 2000, a indústria era responsável por 25% do PIB (Produto Interno Bruto), agora, representa 11%. É imprescindível que o Executivo e o Legislativo tomem a resolução do custo Brasil como prioridade. Se isso não acontecer, vamos ver mais indústrias fechando. As reformas precisam ser feitas.”

Fonte: Valor Econômico

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02 - Sindicatos dizem que foram pegos de surpresa pela Ford


A decisão da Ford de fechar as unidades produtivas no Brasil pegou os trabalhadores de surpresa. O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim, disse ao Valor que a montadora convocou uma reunião para hoje e a expectativa era de um anúncio de demissão dos funcionários que haviam retornado do regime de suspensão temporária do contrato de trabalho (lay off).

A fábrica de Camaçari, na Bahia, era a maior operação da companhia na América do Sul. “A direção da montadora nunca aventou que poderia um dia fechar essa fábrica”, disse Bonfim.

Segundo ele, as alegações da direção da companhia para a decisão foram a instabilidade econômica do país, causada pelo governo federal, e a pandemia. “Segundo eles, o prejuízo na região no ano passado foi de cerca de US$ 600 milhões. Foi essa a explicação para o fechamento da operação brasileira.”

O complexo de Camaçari emprega, entre funcionários da Ford e de fornecedores, 12 mil pessoas. Contanto os indiretos, segundo Bonfim, são mais 60 mil empregos. “São ao todo 72 mil pessoas afetadas. Ainda não decidimos o que fazer para minimizar os impactos. Vamos ter uma assembleia amanhã (hoje), às 5h30, na porta da fábrica”, afirmou o sindicalista.

Bonfim ressaltou que a fábrica estava funcionando até ontem normalmente em dois turnos de produção. No ano passado, segundo ele, a Ford montou 140 mil carros, bem abaixo da capacidade instalada da fábrica de 250 mil unidades por ano.

Além de Camaçari, a Ford também encerrou as atividades de sua fábrica de motores em Taubaté, no interior de São Paulo. A unidade, que estava para completar 53 anos de operação, emprega 800 funcionários entre Ford e fornecedores, e mais 600 indiretos. Segundo o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté e Região, Cláudio Batista Silva Júnior, a unidade estava operando em um turno e meio desde outubro de 2020 e havia um acordo de estabilidade até dezembro deste ano.

“Recebemos hoje (ontem) uma ligação informando do fechamento da fábrica. Fomos pegos realmente de surpresa porque tínhamos um acordo de estabilidade com a Ford”, disse.

Segundo Silva Júnior, a unidade produziu no ano passado 60 mil motores para os modelos Ford Ka e o Ecosport. “Já havíamos programado para 2021 a montagem de 80 mil unidades”, ressaltou Silva Júnior. A fábrica tem capacidade instalada para 200 mil propulsores anuais. O sindicalista afirmou que haverá uma assembleia hoje na fábrica para definir as formas de cotestação dessa decisão.

Com a decisão da montadora americana, o governo do Estado da Bahia, que recebeu a notícia após uma reunião com representantes da empresa, entrou imediatamente em contato com a Embaixada Chinesa para sondar possíveis investidores com interesse em assumir o negócio no Estado.

Em nota, o governo do Estado lamentou a saída da multinacional americana do Brasil e destacou “os impactos socioeconômicos consequentes do fechamento da empresa, importante geradora de empregos e renda no Estado”.

O governador Rui Costa (PT) também entrou em contato com a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) para discutir a formação de grupo de trabalho para avaliar alternativas ao fechamento da operação.

Para o presidente da Associação Brasileira da Indústria e Máquinas e Equipamentos (Abimaq) José Velloso, a decisão da Ford é um alerta importante para o governo federal iniciar as reformas estruturais e assim diminuir o custo Brasil. “Estão matando a galinha de ovos de ouro”, disse Velloso.

Fonte: Valor Econômico

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03 - Agronegócio brasileiro fechou 2020 com crescimento real de 12%


O agronegócio brasileiro não parou, apesar da pandemia da Covid-19. As vendas devem apresentar crescimento real de 12% (descontada a inflação) e 20% de nominal em 2020 em relação 2019 e com faturamento estimado em R$ 20,5 bilhões, de acordo com projeção da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). “Tivemos uma ótima safra agrícola, as exportações do agronegócio bateram recordes e a valorização do dólar em 30% propiciaram uma grande rentabilidade para os agricultores das culturas de exportação como soja, milho, café, algodão, laranja, celulose e carnes”, afirma Pedro Estevão Bastos, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas (CSMIA) da Abimaq.

Com relação ao que pode afetar o crescimento do segmento agrícola, Bastos explicou que o setor é muito dinâmico e é influenciado por variáveis incontroláveis como a safra agrícola dos hemisférios norte e sul que se colhe em épocas distintas; o câmbio que pode determinar a rentabilidade das lavouras; o clima imponderável; e as questões internas de crédito agrícola. “Essas questões são conjunturais apesar de ter a capacidade de alterar os rumos dos resultados em determinado ano. Sobre fatores estruturais, o agronegócio está bem capacitado e com ótimas perspectivas para o médio e longo prazo.”

PERSPECTIVAS – Para o presidente da CSMIA, o cenário para a indústria de máquinas agrícolas para 2021 continua positivo. “O Brasil se tornou um grande fornecedor de alimentos para o mundo, principalmente para Ásia onde as áreas aráveis para cultivo estão em grande parte tomadas. No entanto, a população cresce numericamente e aumenta sua renda, demandando alimentos e o Brasil prossegue como um dos grandes fornecedores desse mercado. Baseada nessa conjuntura, a previsão para 2021 é de um crescimento real de 3% (descontada a inflação) e nominal de 10% nas vendas, chegando a R$ 21,9 bilhões de faturamento.”

EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO – Segundo Bastos, as exportações em 2020 foram impactadas negativamente pela Covid-19. “As economias dos principais parceiros comerciais, principalmente da América do Sul não tiveram boa performance”. Para 2021, ele acredita que com o fim da pandemia e com o retorno à normalidade as exportações devem reagir.

Quanto às importações, Bastos expõe que o aumento de custo de 30% devido à desvalorização do real restringiu a entrada de importados no país neste ano. “Já em 2021 esse cenário vai mudar apenas se houver a valorização do real.”

Fonte: Ipesi

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Comércio Internacional

01 - Dólar opera em alta nesta quarta


O dólar opera em alta nesta quarta-feira (13), seguindo ajuste da moeda no exterior, após queda de mais de 3% no dia anterior.

Às 10h02, a moeda norte-americana subia 0,18%, cotada a R$ 5,3333. Veja mais cotações.

Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 3,26%, vendida a R$ 5,3235. No acumulado no mês e no ano, a moeda tem alta de 2,63% frente ao real.

Cenário global e local

O mercado tem avaliado que parte da pressão sobre o real desde o ano passado decorre do baixo nível de juros, com a Selic na mínima histórica de 2% deixando a moeda brasileira como opção barata para hedge ou mesmo como fonte de financiamento.

O Comitê de Política Monetária (Copom) se reúne nos dias 19 e 20 de janeiro para decidir sobre o rumo da Selic. Os analistas do mercado passaram a projetar uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022.

O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 2,6% em novembro, na comparação com outubro, divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor cravou a 6ª alta seguida, mas ainda não conseguiu retomar o patamar pré-pandemia. Na comparação com novembro de 2019, porém, houve queda de 4,8%, marcando a nona taxa negativa seguida neste índice.

No exterior, o Federal Reserve (BC dos EUA) comunica na tarde desta quarta o "Livro Bege", um sumário das condições econômicas atuais que servirá de base para as discussões de política monetária no encontro programado para os dias 26 e 27 de janeiro. O Departamento do Trabalho dos EUA divulga ainda o índice de preços ao consumidor de dezembro.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 5,45%; teto sobe para R$ 6.433


O governo oficializou nesta quarta-feira (13) o reajuste de 5,45% para aposentados e beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que recebem acima de 1 salário mínimo, de acordo com portaria do Ministério da Economia publicada no "Diário Oficial da União".

Com o reajuste, o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.101,06 para R$ 6.433,57.

Pela legislação federal, o índice de reajuste do benefício de aposentados e pensionistas que recebem valor superior ao do salário mínimo é definido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior.

Em 2020, o INPC ficou em 5,45%, conforme divulgou na terça-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pela lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo, fixado em R$ 1.100 para 2021.
Reajuste do salário mínimo anunciado pelo governo para 2021 não cobre inflação

O reajuste aplicado ao salário mínimo pelo governo em 2020 (5,26%) ficou abaixo do INPC. Isso significa que, para que não haja perda de poder de compra, o valor do salário mínimo teria de ser reajustado para R$ 1.101,95 neste ano. O Ministério da Economia ainda não se posicionou sobre o assunto.

Reajuste para quem teve o benefício concedido em 2020

Para quem teve o benefício concedido ao longo de 2020, o percentual de reajuste é diferente. Veja o percentual de reajuste, de acordo com as respectivas datas de início do benefício:

até janeiro de 2020: 5,45%
em fevereiro de 2020: 5,25%
em março de 2020: 5,07%
em abril de 2020: 4,88%
em maio de 2020: 5,12%
em junho de 2020: 5,39%
em julho de 2020: 5,07%
em agosto de 2020: 4,61%
em setembro de 2020: 4,23%
em outubro de 2020: 3,34%
em novembro de 2020: 2,42%
em dezembro de 2020: 1,46%

Alíquotas de contribuição ao INSS

O reajuste também se reflete na cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS. Para empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos, a tabela de recolhimento passa a ser:

7,5% para até um salário mínimo (R$ 1.100)
9% para quem ganha entre R$ 1.100,01 e 2.203,48
12% para quem ganha entre R$ 2.203,49 e R$ 3.305,22
14% para quem ganha entre R$ 3.305,23 e R$ 6.433,57

Vale lembrar que com a reforma da previdência, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor.

Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 mil pagará 7,5% sobre R$ 1.100 (R$ 82,50), mais 9% sobre os R$ 400 que excedem esse valor (R$ 36), totalizando R$ 118,50 de contribuição.

Fonte: G1

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Industria

01 - A falta de insumos na indústria e as repercussões para o consumidor


Desde novembro, a retomada súbita da economia está impondo um desafio para as indústrias de transformação que elas não enfrentavam há 19 anos: falta matéria-prima em 14 dos 19 segmentos industriais. Na prática, isso significa que as fábricas automotivas não estão conseguindo fabricar peças por falta de aço, o setor do vestuário não consegue entregar roupas por falta de tecido e por aí vai. Não precisa dizer que em algum momento essa conta vai chegar para o consumidor.

Neste episódio do E Tem Mais, Evandro Cini fala com Renato da Fonseca, gerente-executivo de economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Fonseca explica como começou a falta de insumos na indústria e até onde ela pode afetar a cadeia produtiva brasileira. Também participa da conversa Fernando Pimentel, presidente da ABIT, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção.

Fonte: CNN

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Setor

01 - Setor de serviços tem 6ª alta seguida, mas segue abaixo do nível pré-pandemia


O volume de serviços prestados no Brasil cresceu 2,6% em novembro, na comparação com outubro, segundo divulgou nesta quarta-feira (13) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O setor cravou a 6ª alta seguida, mas ainda não conseguiu retomar o patamar pré-pandemia.

Apesar do ganho acumulado de 19,2% nesse período, o resultado ainda é insuficiente para compensar a perda de 19,6% verificada entre fevereiro e maio no setor, que ainda se encontra 3,2% abaixo do patamar de fevereiro, destacou o IBGE.

Na comparação com novembro de 2019, houve queda de 4,8%, a nona taxa negativa seguida nesta base de comparação.

O IBGE revisou três das cinco altas anteriores, que tiveram crescimento maior que o divulgado anteriormente. A de outubro passou de 1,7% para 1,8%, a de setembro de 2,1% para 2,2% e a de julho de 2,7% para 2,9%.

Tombo de 8,3% no acumulado no ano e queda recorde em 12 meses

No ano, o setor de serviços passou a acumular queda foi de 8,3%, frente ao mesmo período de 2019. Já em 12 meses, o tombo chegou a 7,4%, resultado negativo mais intenso desde o início da série histórica, em dezembro de 2012.

De acordo com o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo, as atividades que estão encontrando mais dificuldades são aquelas prestadas de forma presencial, por isso, o setor ainda não conseguiu recuperar as perdas:

“Atividades como restaurantes, hotéis, serviços prestados à família de uma maneira geral e transporte de passageiros – seja o aéreo, o rodoviário e ou o metroviário - até mostraram melhoras, mas a necessidade de isolamento social ainda não permitiu o setor voltar ao patamar pré-pandemia”, avaliou.

Das cinco grandes atividades do setor de serviços, somente a de outros serviços registrou variação positiva no acumulado no ano, de 6,5%.

A atividade com o pior resultado foi o de serviços prestados às famílias, que acumularam queda de 36,6% no ano. O segundo pior resultado ficou com os serviços profissionais, administrativos e complementares, com queda de 11,8%.

Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio tiveram o terceiro pior resultado acumulado no ano, com queda de 8,1%. Já os serviços de informação e comunicação acumularam queda de 2%.

Segundo o IBGE, além de não ter voltado ao nível pré-pandemia, o volume de serviços no Brasil ainda se encontra 14,1% abaixo do recorde histórico, registrado em novembro de 2014.

Desempenho por segmentos

Todas as cinco atividades investigadas na pesquisa tiveram crescimento na passagem de outubro para novembro, com destaque para os transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,4%) e serviços prestados às famílias (8,2%).

Variação do volume de serviços em novembro, por atividade e subgrupos:

Serviços prestados às famílias: 8,2%
Serviços de alojamento e alimentação: 9,1%
Outros serviços prestados às famílias: 1,5%
Serviços de informação e comunicação: 0,5%
Serviços de tecnologia da informação e comunicação: -0,3%
Telecomunicações: -0,5%
Serviços de tecnologia da informação: -0,2%
Serviços audiovisuais: 5,6%
Serviços profissionais, administrativos e complementares: 2,5%
Serviços técnico-profissionais: 2,5%
Serviços administrativos e complementares: 1,5%
Transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio: 2,4%
Transporte terrestre: 4,2%
Transporte aquaviário: -3,8%
Transporte aéreo: 6,8%

Armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio: 1,6%

Outros serviços: 0,5%

Serviços cresceram em 19 das 27 unidades da federação

Regionalmente, 19 das 27 unidades da federação tiveram expansão no volume de serviços em novembro. São Paulo (3,2%) registrou a maior alta. Outras contribuições positivas relevantes vieram de Minas Gerais, (2,8%), do Rio de Janeiro (1,3%), do Rio Grande do Sul (3,2%), de Pernambuco (5,2%) e do Paraná (2,1%). Já a principal retração foi do Distrito Federal (-9,9%).

Índice de atividades turísticas tem alta de 7,6% em novembro

O IBGE informou também que o índice de atividades turísticas cresceu 7,6% contra outubro, sétima taxa positiva seguida. O segmento, no entanto, ainda precisa avançar 42,8% para retornar ao patamar de fevereiro.

Perspectivas

Amplamente dependente do contato presencial e de maior mobilidade, o setor de serviços, que tem importante peso sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país, foi o mais abalado pela pandemia de coronavírus e tem mostrando uma retomada bem mais lenta do que a observada no comércio e na indústria, que já retomaram o patamar pré-pandemia.

A confiança do setor de serviços mostrou leve recuperação em dezembro, mas fechou o ano em baixa, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Para o economista-chefe da Necton, André Perfeiro, o resultado de novembro foi positivo e veio melhor que o esperado. "De maneira geral foi um ótimo número e mais um dado importante na véspera da decisão do Copom que mostra atividade um pouco mais forte e assim pode mudar em parte o balanço de riscos da autoridade monetária", avaliou.

Na semana passada, o IBGE divulgou que a produção industrial cresceu 1,2% em novembro. Na parcial de 2020, porém, o setor acumula queda de 5,5%.

Já os dados do desempenho do comércio em novembro serão divulgados na sexta-feira (15).

Os economistas do mercado financeiro estimam um tombo do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,37% em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central. Para 2021, projetam uma alta de 3,41%.

Os analistas do mercado passaram a projetar também uma Selic em 3,25% no final de 2021 e em 4,75% em 2022.

Fonte: G1

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