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Edição 4285 de 17/02/2017

Destaque

01 - Governo quer definir regras para conteúdo local de petróleo até o fim do mês


As novas regras de conteúdo local para a indústria de petróleo e gás devem ser definidas até o fim do mês pelo governo. O assunto foi discutido hoje (16), em uma reunião entre o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, mas o governo ainda não chegou a um consenso sobre a questão.

“Está sendo encaminhado para um ponto de convergência. Temos a ideia de criar algumas medidas para promover a competitividade da indústria, para que a gente possa ser cada vez mais competitivo no futuro. Estamos convergindo para uma posição única, não é nem a deles, nem a nossa”, disse Coelho, após a reunião. Segundo ele, os dois ministérios estão “mais próximos do que vocês imaginam” de um acordo sobre o tema.

O conteúdo local é o volume mínimo de equipamentos e serviços produzidos no país que são exigidos em licitações de exploração de petróleo e gás como critério para a definição de vencedores, para garantir a participação da indústria nacional. As novas regras a serem definidas pelo governo serão aplicadas na 14ª rodada de licitações de blocos para exploração de petróleo e gás natural, prevista para setembro.

Indústria

Na semana passada, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) enviou uma carta a diversos ministros alertando sobre os efeitos negativos da redução do conteúdo local de bens no setor de óleo e gás. Para a entidade, a mudança é uma péssima sinalização para as empresas que têm planos de investir na indústria de bens e serviços no Brasil. “É um sinal de alerta para aquelas empresas que já investiram, as quais sem muita dificuldade podem sair do país, deixando para trás mais desempregos e impostos que deixarão de ser gerados”, diz o presidente executivo da entidade, José Velloso.

Entidades que representam setores da indústria também fizeram uma campanha em defesa do conteúdo local. Para elas, a mudança na política poderia ocasionar perda de espaço das empresas nacionais no mercado, já que realizaram investimentos para garantir a oferta de conteúdo local obrigatória. Os empresários afirmam ainda que o fim da política de conteúdo local geraria desemprego.

Petrobras

A Petrobras diz que é a favor de uma política de conteúdo local, mas defende a adoção de percentuais decrescentes. “Entendemos que o melhor seria uma política orientada para que, futuramente, os fornecedores brasileiros possam concorrer em igualdade de condições com seus rivais de outros países. Para isso, é importante ter percentuais decrescentes de conteúdo local em vez de crescentes como os existentes hoje. Existe espaço para desenvolver uma política de conteúdo local inteligente e efetiva. A Petrobras tem poder de escala muito importante para ajudar nessa política”, diz a empresa, em nota.

Fonte: Agência Brasil, Portal Lubes, Monitor Mercantil, MR News, Entorno Inteligente, Primeira Edição, Aquidauana News, TN Petróleo, Money Times, Jornal do Brasil, ISTOÉ Dinheiro, Ceará Agora, Cenário MT, Diário de Pernambuco, A crítica de Campo Grande-MS

Índice

02 - Governo avalia atender demanda de fornecedores da indústria de petróleo, diz fonte


O governo analisa estabelecer percentuais de conteúdo local de equipamentos por segmentos na área de desenvolvimento de projetos de petróleo e gás, uma medida que atenderia demandas de fornecedores do setor, informou à Reuters nesta quinta-feira uma fonte que acompanha as discussões.

As novas regras já seriam válidas para os leilões de blocos exploratórios deste ano, disse a fonte na condição de anonimato.

Uma decisão final sobre o assunto foi mais uma vez adiada, acrescentou a fonte, após reunião nesta quinta-feira de um comitê especial que analisa a mudança nas regras de conteúdo local.

Um novo encontro foi marcado para a próxima semana.

Está definido até agora que a área de exploração dos projetos de petróleo e gás terá um percentual geral de exigência de conteúdo local.

A intenção do governo era fazer o mesmo com a área de desenvolvimento, mas pressões dos fornecedores dificultaram um acordo.

"Ainda é preciso decidir se em desenvolvimento será por setor ou global, e os percentuais. Esperamos ter uma decisão na semana que vem, mas não é garantido", disse a fonte.

O presidente do Conselho de Óleo e Gás da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), Cesar Prata, afirmou à Reuters na véspera que representantes da indústria fornecedora do setor de petróleo estiveram reunidos na quarta-feira com o ministro Eliseu Padilha e conseguiram sensibilizá-lo com suas demandas.

Prata explicou que antes o governo estava pronto para acatar a demanda das petroleiras, que defendiam um percentual global de conteúdo local por projetos, sem considerar os diferentes segmentos da indústria.

Os fornecedores defendem que o governo exija percentuais diferentes de conteúdo local para cada segmento da indústria como forma de estimular toda a cadeia.

Técnicos do governo, no entanto, inclinam-se pela posição das petroleiras, que pedem um percentual global para os projetos como forma de simplificar as regras.

Até o momento, o comitê já definiu que o conteúdo local não deverá ser mais incluído como um fator de diferencial na oferta por blocos exploratórios em futuros leilões, para evitar que as empresas façam promessas acima de suas possibilidades e tentem renegociar os contratos depois de vencida a licitação.

Fonte: Reuters, DCI, Extra, UDOP, Bol, Uol, Yahoo, Exame, Praitec, Ariquemes Online

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03 - Federações das indústrias e associações empresariais divulgam manifesto em defesa do Conteúdo Local


O debate sobre o conteúdo local ganha mais um capítulo nesta quinta-feira (16), quando está agendada a reunião que definirá os rumos da política, e agora são as federações das indústrias e as associações de empresas que tentam mostrar ao governo a importância de se garantir que as petroleiras não enviem todas as contratações futuras para outros países. Em vista disso, o Movimento Produz Brasil, criado por 14 entidades da indústria brasileira, como Firjan, Fiesp, Fiemg, Abemi, Sinaval,  ABIMAQ, entre outras, divulgou uma carta em defesa da política de conteúdo local, que o Petronotícias reproduz na íntegra abaixo:

“O Movimento Produz Brasil – formado por 14 entidades, que representam cerca de 200 mil empresas e milhões de trabalhadores, foi criado com o objetivo de atuar pela retomada do crescimento econômico e da recuperação da atividade industrial, buscando maior geração de renda e de empregos no país. Para tal, o Movimento considera essencial a manutenção de medidas de Conteúdo Local nas próximas rodadas de licitação no setor de óleo e gás, em nível que permita a utilização da grande capacidade ociosa ora existente nas empresas instaladas no Brasil, nacionais ou estrangeiras. Esta medida representará importante e efetiva sinalização de que o Governo Federal está firme na construção de políticas de Estado para preservar o emprego, a indústria brasileira e a renda produtiva.

As regras do Conteúdo Local podem e devem ser aprimoradas. O que não se pode é extinguir o compromisso de estimular a inovação e o desenvolvimento tecnológico, a engenharia nacional e a aquisição de bens e materiais provenientes da indústria de transformação brasileira, indústria esta que mais agrega valor e mais gera empregos na economia do País, por estimular outros setores.

A cadeia fornecedora investiu, nos últimos anos, mais de 20 bilhões de dólares na implementação ou ampliação da capacidade de produção, de forma a atender às expectativas de demanda do setor de petróleo e gás. No entanto, caso venha a ser estabelecido índice único e irrisório de Conteúdo Local, o Movimento Produz Brasil estima que apenas em 2017 mais de 1 milhão de pessoas poderão perder o emprego. As empresas multinacionais que vieram se instalar no Brasil por conta do Conteúdo Local certamente aqui encerrarão suas atividades e passarão a fornecer bens e serviços a partir de outros países, acarretando maior desemprego e perda de renda para muitos brasileiros.

Já apresentamos ao Governo Federal a proposta do Movimento Produz Brasil e esperamos que ela seja considerada no âmbito das discussões dos Comitês do Pedefor para definição das regras da 14ª. Rodada. O Movimento Produz Brasil, visando simplificar e racionalizar o processo, propôs a substituição dos 90 índices por apenas 5 Índices de conteúdo por macro segmentos considerando ainda mecanismos de incentivo, caso sejam superados os índices de conteúdo local estabelecidos. Defendemos uma abertura que possa contemplar um percentual mínimo para compras de Serviços, compras de Bens, compras de Engenharia de Projetos, compras de Infraestrutura e compras de Sistemas Auxiliares – totalizando 5 macro segmentos ou 5 percentuais.

Defendemos ainda o ajuste no regime aduaneiro especial – REPETRO, para torná-lo mais abrangente, contemplando os elos de subfornecedores diretos e indiretos da cadeia, de forma a incentivar preços mais competitivos. O que existe, atualmente, é uma assimetria de tratamento, que favorece os fornecedores de outros países em detrimento daqueles aqui instalados.

O setor não pleiteia ajuda e sim isonomia competitiva, pois convive com elevada carga tributária, juros altos e deficiências na estrutura logística, dentre outros problemas que retiram a competitividade de quem persiste em produzir no país, o chamado Custo Brasil. Sem uma política industrial que agregue o Conteúdo Local, a indústria nacional será simplesmente retirada do jogo, prejudicando as gerações presentes e futuras. Grande parte dos países adotou ou adota exigência de Conteúdo Local para assegurar o desenvolvimento da sua indústria e a qualidade de vida das respectivas populações.

O Brasil está para iniciar uma nova fase na exploração de suas riquezas petrolíferas e a Política de Conteúdo Local, com regras claras, atrairá investimentos e multiplicará os impactos positivos em um efeito em cadeia.   Devemos aproveitar este momento para atuar por um Brasil melhor, não só para alguns, mas para todos.”

O Movimento Produz Brasil é integrado por Abce, Abemi, Abinee, Abitam, ABIMAQ, Instituto Aço Brasil, Sistema FIEB, Sistema Fiemg, Fiergs, Fiesc, Fiesp, Sistema Findes, Sistema Firjan, Sinaval, além de contar com o apoio das entidades de trabalhadores Afbndes, FUP e Sindipetro.

Fonte: Petronoticias, Redepetrorio, O Propulsor Marítimo

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04 - Nem a ideia deles, nem a nossa


Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, diz que decisão sobre conteúdo local sairá até o fim do mês

As novas regras de conteúdo local devem ser definidas até o fim do mês pelo governo. O assunto foi discutido nesta quinta-feira (16/2), em uma reunião entre o ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, e o ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, mas o governo ainda não chegou a um consenso sobre a questão.

A discussão se arrasta desde meados do ano passado. Os ministérios da Fazenda, Minas e Energia, Casa Civil e Planejamento defendem medidas que garantam a atratividade dos leilões e o retorno dos investimentos. O MDIC apoia mudanças mais brandas, em alinhamento com a indústria de bens e serviços.

“Está sendo encaminhado para um ponto de convergência. Temos a ideia de criar algumas medidas para promover a competitividade da indústria, para que a gente possa ser cada vez mais competitivo no futuro. Estamos convergindo para uma posição única, não é nem a deles, nem a nossa”, disse Coelho, após a reunião. Segundo ele, os dois ministérios estão “mais próximos do que vocês imaginam” de um acordo sobre o tema.

“A gente entende que é algo que vai ser bom para o sucesso do leilão e a indústria de desenvolvimento de exploração de produção e que também vai aquecer a indústria ao ponto em que as indústrias locais tenham demanda”, diz o ministro de Minas e Energia.

Indústria

Na semana passada, a ABIMAQ enviou uma carta a diversos ministros alertando sobre os efeitos negativos da redução do conteúdo local de bens no setor de óleo e gás. Para a entidade, a mudança é uma péssima sinalização para as empresas que têm planos de investir na indústria de bens e serviços no Brasil. “É um sinal de alerta para aquelas empresas que já investiram, as quais sem muita dificuldade podem sair do país, deixando para trás mais desempregos e impostos que deixarão de ser gerados”, diz o presidente executivo da entidade, José Velloso.

Entidades que representam setores da indústria também fizeram uma campanha em defesa do conteúdo local. Para elas, a mudança na política poderia ocasionar perda de espaço das empresas nacionais no mercado, já que realizaram investimentos para garantir a oferta de conteúdo local obrigatória. Os empresários afirmam ainda que o fim da política de conteúdo local geraria desemprego.

Petrobras

A Petrobras diz que é a favor de uma política de conteúdo local, mas defende a adoção de percentuais decrescentes. “Entendemos que o melhor seria uma política orientada para que, futuramente, os fornecedores brasileiros possam concorrer em igualdade de condições com seus rivais de outros países. Para isso, é importante ter percentuais decrescentes de conteúdo local em vez de crescentes como os existentes hoje. Existe espaço para desenvolver uma política de conteúdo local inteligente e efetiva. A Petrobras tem poder de escala muito importante para ajudar nessa política”, diz a empresa, em nota.

Fonte: Brasil Energia

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05 - Metalúrgicos do ABC defendem que BNDES fortaleça indústria nacional


Medidas visam o uso de recursos no País para gerar renda e emprego

Presidente do sindicato da categoria esteve em seminário no RJ nos últimos dias 13 e 14. Foto: Andris BovoPresidente do sindicato da categoria esteve em seminário no RJ nos últimos dias 13 e 14. Foto: Andris Bovo

O presidente do SMABC (Sindicato dos Metalúrgicos do ABC) Rafael Marques, e outros trabalhadores do setor, estiveram nesta última segunda e terça-feira (13 e 14/02) em seminário interno do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O evento foi realizado no Rio de Janeiro, para discutir o incentivo do banco estatal às chamadas políticas de conteúdo local.

As medidas de conteúdo local possuem o objetivo de ampliar a participação da indústria nacional no fornecimento de bens e serviços para gerar emprego e aumento na renda para a população do país. “Estamos em um momento da conjuntura internacional em que aumentou no mundo a política de conteúdo local, como nos Estados Unidos”, afirmou Marques. “Existe o debate sobre ser uma política atrasa, especialmente entre o mercado financeiro”, critica.

'Temos que defender a indústria'

Para o sindicalista, é preciso que o país utilize seus recursos em favor da população. “O Brasil tem de transformar essas potencialidades em riquezas, emprego para o seu povo. Temos que defender e valorizar a indústria brasileira como uma das grandes conquistas recentes da história brasileira”, afirma.

Os metalúrgicos defendem políticas de conteúdo local como a valorização de fornecedores, como no caso dos automotivos e a manutenção do desconto de 2% no IPI (Imposto Sobre Produtos Industrializados), no caso setor de ferramentaria. Foi entregue documento à presidente do BNDES Maria Silvia Bastos com convite do sindicato para que o banco participe de uma futura campanha pela valorização da indústria nacional.

“Estamos no momento de outras escolhas (por parte do governo atual) e nossa preocupação é que as dessa governo resultem em uma fratura na indústria nacional. Esse tema está forte no governo, que está dividido”, declarou Marques em relação ao aumento ou diminuição das políticas de conteúdo local.

Conforme números da Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo) divulgados em janeiro desse ano, as indústrias instaladas no ABCD associadas à entidade patronal reduziram aproximadamente 20.300 postos de trabalho em 2016, sendo o maior número em São Bernardo, com quase 8 mil desligamentos.

Entidades patronais

O Movimento Produz Brasil, formado por associações de indústrias e empresas, além de entidades trabalhistas, divulgou nesta quarta-feira (15/02) uma nota na qual defende a manutenção das políticas de conteúdo local nas próximas rodadas de licitação no setor de óleo e gás.

O movimento estima que, apenas em 2017, mais de 1 milhão de pessoas possam perder o emprego no país. “As regras do conteúdo local podem e devem ser aprimoradas. O que não se pode é extinguir o compromisso de estimular a aquisição de bens e materiais provenientes da indústria de transformação brasileira”, afirma a nota.

“As empresas multinacionais que vieram se instalar no Brasil por conta do conteúdo local certamente aqui encerrarão suas atividades e passarão a fornecer bens e serviços a partir de outros países”, defende caso as medidas deixem de ser tomadas pelo governo.

Fazem parte do movimento as entidades trabalhistas AFBNDES (Associação dos Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), FUP (Federação Única dos Petroleiros) e Sindipetro (Sindicato dos Petroleiros) e as entidades patronais ABCE (Associação Brasileira de Consultores de Engenharia), ABEMI (Associação Brasileira de Engenharia Industrial), ABINEE (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), ABITAM (Associação Brasileira, da Indústria de Tubos e Acessórios de Metal), ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Instituto Aço Brasil, SINAVAL (Sindicato da Indústria Naval) e as federações de indústrias dos Estados da Bahia, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

Fonte: ABCD Maior

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06 - Avanço em reformas leva risco-país e dólar ao menor nível em dois anos


A avaliação de que o governo brasileiro vai aprovar as reformas necessárias para colocar as contas públicas de volta nos eixos, além da melhora do cenário da economia global, levou o dólar e o risco-país para o menor patamar desde meados de 2015.

A moeda americana era cotada nesta quarta-feira (15) a R$ 3,06, o menor valor desde junho de 2015.

Já o CDS, que é um espécie de seguro contra calotes do país, retornou ao nível de maio de 2015, quando o país, sob a gestão de Dilma Rousseff, ainda mantinha o selo de bom pagador concedido pelas agências de avaliação de risco.

O fenômeno da queda do dólar não é apenas brasileiro (outros emergentes, como a Rússia e a África do Sul, também tiveram valorização de suas moedas), mas as mudanças na condução e na articulação política, com a posse de Michel Temer, também contribuíram para que o país fosse visto como menos arriscado pelos investidores.

A posse de Temer como presidente e a aprovação de medidas de ajuste fiscal, como o teto de gastos públicos, deram a investidores a percepção de que o novo governo conta com apoio para aprovar outros projetos mais sensíveis à população (reformas da Previdência e trabalhista, por exemplo), mas capazes de reequilibrar as contas do governo.

"O mercado de tempos em tempos muda o foco. No momento ele não está perguntando se as reformas vão ser suficientes para evitar que a dívida suba", afirma Celso Toledo, diretor de macroeconomia da LCA Consultores.

Essa percepção levou o medidor do risco-país, o CDS, a ser menos da metade do recorde de 2015, quando atingiu 533 pontos, afetado pela perda do grau de investimento por agências de risco, além da turbulência política. Foi naquele período que o dólar superou a barreira de R$ 4.

CENÁRIO PARA O DÓLAR

No curto prazo, as conjunturas doméstica e internacional podem levar o dólar para R$ 3 ou abaixo.

No médio prazo, no entanto, a moeda americana deve subir e ficar em R$ 3,40, acompanhando os aumentos de juros nos Estados Unidos, segundo analistas.

Há, porém, riscos trazidos com a chegada de Donald Trump ao poder nos EUA.

"Trump pode ter impacto sobre outros emergentes, além do México. Outras crises acabaram se alastrando", afirmou Ignácio Crespo, da Guide Corretora.

A desvalorização do dólar é motivo de reclamação para a indústria brasileira, que vê dificuldade de manter as exportações e atribui a queda do dólar às altas taxas de juros, hoje em 13% ao ano.

"O investidor traz o dinheiro de fora para ganhar [com os juros altos]. Isso faz uma pressão no câmbio", afirma José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ (associação da indústria de máquinas).

CENÁRIO GLOBAL

O Brasil também é beneficiado pelos sinais de recuperação da economia mundial que ajudaram, nos últimos meses, a reduzir a percepção de risco global e impulsionaram os preços de commodities.

Com grandes países crescendo mais e sinais de que a demanda chinesa continuará aquecida, petróleo, minério e soja viram seus preços se recuperarem. Em um ano, o preço do minério de ferro subiu 97%, e o do petróleo, 67%.

"O Brasil é visto como um grande fazendão. Se as commodities vão bem, o país toma um impulso", diz André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos.

Fonte: Folha de S. Paulo, Blog do JP, Portal do Agronegócio, Rota 2014, Blog do BG, Caico Digital, Eletrolar, Click Macaé, Blog do Elvis Bezerra

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07 - Petroleiras fazem romaria ao ministério de Minas e Energia por pressão contra o Conteúdo Local


Chegou o dia D para o futuro do conteúdo local brasileiro e as pressões das petroleiras junto ao governo alcançaram novos patamares às vésperas da reunião que definirá o rumo da política de industrialização nacional, marcada para esta quinta-feira (16), com a liderança do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, junto aos ministérios de Minas e Energia (MME) e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Nos últimos dias, houve uma espécie de romaria de companhias operadoras de petróleo junto ao MME, em encontros com o ministro Fernando Coelho Filho e seu secretário Márcio Félix, na tentativa de fazer prevalecer a ideia do conteúdo local global, que promete ser um grave ataque à indústria brasileira, já que neste modelo os percentuais poderiam ser atendidos sem a necessidade de compras de equipamentos, bens e materiais no País, como vêm alertando as federações das indústrias dos estados brasileiros, como Firjan e Fiesp, e diversas associações de empresas nacionais, como a ABIMAQ.

O governo ainda não assumiu uma postura clara sobre o assunto, mas nos bastidores o que tem se ventilado é a intenção de aceitar a proposta das petroleiras, o que poderá acabar de vez com as esperanças da indústria fornecedora de bens e serviços do setor de óleo e gás brasileiro. A agenda de visitas feitas pelas petroleiras aos governantes nas últimas semanas deixa claro esse movimento das empresas na tentativa de pressionar os responsáveis pela decisão sobre o tema.

Desde o dia 25 de janeiro, houve uma sequência de reuniões no Ministério de Minas e Energia com os principais executivos das maiores petroleiras presentes no Brasil, como Petrobrás, Shell, BP, Statoil e Total, além de encontros com representantes do IBP e de outras petroleiras interessadas no segmento de petróleo nacional, como a americana ExxonMobil e a indiana Bharat PetroResources.

Além disso, o tema foi uma das pautas principais do encontro do ministro Fernando Coelho Filho com o embaixador americano Peter Michael McKinley, no dia 9 deste mês, em que o governo dos Estados Unidos expressou o interesse das empresas americanas em relação ao pré-sal brasileiro, como destacou o próprio ministério em uma nota publicada na ocasião. Veja um trecho abaixo:

“O embaixador considerou ambiciosas e importantes as reformas propostas pelo governo brasileiro no setor de energia. Ele destacou a mudança na legislação e saudou a disposição do governo em abrir oportunidades no Pré-Sal. Segundo McKinley, tais mudanças estimularão o investimento internacional, que procura alternativas para permanecer no hemisfério ocidental”.

A princípio, parece um encontro bastante positivo, como poderiam ser vistas todas as outras reuniões com representantes de petroleiras. Afinal, a atração de novos investimentos é muito bem vinda para o País. Mas, diante das discussões e negociações que estão acontecendo nos bastidores, é preciso que o governo mostre que tem o interesse de prestigiar e incentivar a indústria nacional. A abertura do mercado é importante para ampliar o desenvolvimento do setor, mas não pode ser feita a qualquer custo. É necessário incluir todos os elos da cadeia.

Com o fim da operação única no pré-sal e o fim da obrigação de ter a Petrobrás como participante em todos os blocos da província petrolífera, o governo já deu motivos mais do que fortes para garantir a atração de investimentos estrangeiros. Agora é a hora de assegurar que esses recursos tenham um impacto positivo na indústria de bens e serviços local, por meio da contratação e aquisição no próprio País.

Não se trata de protecionismo, mas uma política de industrialização, como faz a maior parte dos países que possuem grandes reservas de petróleo, a exemplo de Estados Unidos, Noruega e Reino Unido. E o pré-sal despontou como uma mina fantástica para os olhos do mundo nos últimos anos. Basta ver o curto espaço de tempo que levou para atingir a produção média de 1 milhão de barris por dia, superando recordes do Golfo do México e do Mar do Norte. Hoje a área já representa 46% da produção brasileira e caminha rápido para superar a metade da extração nacional, sendo que sua descoberta se deu apenas em 2006, há menos de 11 anos.

Diversos documentos e informações dadas pela indústria brasileira já mostraram que é uma falácia a alegação de que as empresas presentes no País não têm condições de atender aos preços e prazos necessários.

Um estudo da Fiesp, publicado pelo Petronotícias na quarta-feira (15), mostrou que o fim da política pode representar uma queda de 92,2% na contribuição do setor de exploração e produção para o Produto Interno Bruto (PIB) nacional e de 90,6% na geração de empregos no País.

Além disso, o documento contradisse os argumentos alardeados pelo presidente da Petrobrás, Pedro Parente, de que a indústria nacional não consegue atendê-la em termos de preço e prazo, ressaltando que o Brasil entregou 9 plataformas dentro do prazo, enquanto 12 sondas importadas tiveram atraso médio de 2 anos e ficaram 500% acima do orçamento.

Em relação à preocupação de que o conteúdo local poderia afastar o interesse internacional pelos leilões, o estudo também é claro ao mostrar o contrário:

“O preço internacional do petróleo é o fator que influenciou mais fortemente os resultados dos leilões no Brasil e não o Conteúdo Local”, afirma o texto, destacando que o preço do petróleo passou de uma média de US$ 27,17 entre 1999 e 2004 (período da 1ª a 6ª rodada), para US$ 83,04 entre 2005 e 2015 (período da 7ª a 13ª rodada). E, justamente a partir da 7ª rodada (2005), foram arrematadas mais áreas e arrecadados mais valores em bônus das licitações.

Veja o levantamento do resultado dos leilões abaixo:

Bônus total arrecadado (em valores de 2016):
– 1ª a 6ª rodada (1999 a 2004): R$ 5,5 bilhões
– 7ª a 13ª rodada (2005 a 2015): R$ 9,3 bilhões
Bônus médio arrecadado por leilão (em valores de 2016):
– 1ª a 6ª rodada (1999 a 2004): R$ 910 milhões
– 7ª a 13ª rodada (2005 a 2015): R$ 1,55 bilhão
Total de áreas arrematadas e percentual em relação às áreas ofertadas:
– 1ª a 6ª rodada (1999 a 2004): 238 mil km², equivalente a 30,1% das áreas ofertadas
– 7ª a 13ª rodada (2005 a 2015): 470 mil km², equivalente a 47,8% das áreas ofertadas
Área arrematada média por leilão:
– 1ª a 6ª rodada (1999 a 2004): 40 mil km2
– 7ª a 13ª rodada (2005 a 2015): 78 mil km2
Conteúdo Local ofertado por leilão na fase de exploração:
– 1ª a 6ª rodada (1999 a 2004): 50%
– 7ª a 13ª rodada (2005 a 2015): 72%
Conteúdo Local ofertado por leilão na fase de desenvolvimento da produção:
– 1ª a 6ª rodada (1999 a 2004): 57%
– 7ª a 13ª rodada (2005 a 2015): 80%
Ainda assim, os últimos dias foram de muita movimentação no Ministério de Minas e Energia, e contou inclusive com um encontro antecipado dos ministros Coelho Filho e Eliseu Padilha na tarde de ontem (15). Veja abaixo as reuniões de representantes das petroleiras com o Ministro de Minas e Energia ou com seu secretário de petróleo e gás, Márcio Félix, desde o dia 25 de janeiro:

15 DE FEVEREIRO DE 2017

 Agenda do Ministro de Minas e Energia

10h00 – Michel Hourcard, vice-presidente para Américas da Total E&P do Brasil

11h00 – Mark Albers, vice-presidente sênior da ExxonMobil

17h30 – Eliseu Padilha, ministro Chefe da Casa Civil

14 DE FEVEREIRO DE 2017

Agenda do Secretário de Petróleo e Gás Natural

15h00 – Representante da BP

13 DE FEVEREIRO DE 2017

Agenda do Secretário de Petróleo e Gás Natural

16h00 – Representante da Shell

09 DE FEVEREIRO DE 2017

Agenda do Ministro de Minas e Energia

10h00 – Michael McKinley, embaixador dos Estados Unidos

07 DE FEVEREIRO DE 2017

Agenda do Ministro de Minas e Energia

15h00 – Anders Opedal, presidente da Statoil Brasil

03 DE FEVEREIRO DE 2017

Agenda do Secretário de Petróleo e Gás Natural

07h30 – Representantes da Petrobrás

31 DE JANEIRO DE 2017

Agenda do Ministro de Minas e Energia

10h00 – Ajay Kumar, representante da Bharat PetroResources Ltd.

25 DE JANEIRO DE 2017

Agenda do Ministro de Minas e Energia

16h30 – Antonio Guimarães, Secretário-Executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP)

17h30 – André Araújo, presidente da Shell Brasil

Fonte: Petronotícias, Terciotti Advogados

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08 - Entidades cobram do Governo Política de Conteúdo Local

 
14 entidades, que representam cerca de 200 mil empresas e milhões de trabalhadores, criou o Movimento Produz Brasil, com o objetivo de atuar pela retomada do crescimento econômico e da recuperação da atividade industrial, buscando maior geração de renda e de empregos no país.

Os signatários do movimento enviaram a seguinte nota à redação

"O movimento considera essencial a manutenção de medidas de conteúdo local nas próximas rodadas de licitação no setor de óleo e gás, em nível que permita a utilização da grande capacidade ociosa ora existente nas empresas instaladas no Brasil, nacionais ou estrangeiras. Esta medida representará importante e efetiva sinalização de que o Governo Federal está firme na construção de políticas de Estado para preservar o emprego, a indústria brasileira e a renda produtiva.

"As regras do Conteúdo Local podem e devem ser aprimoradas. O que não se pode é extinguir o compromisso de estimular a inovação e o desenvolvimento tecnológico, a engenharia nacional e a aquisição de bens e materiais provenientes da indústria de transformação brasileira, indústria esta que mais agrega valor e mais gera empregos na economia do País, por estimular outros setores.

"A cadeia fornecedora investiu, nos últimos anos, mais de 20 bilhões de dólares na implementação ou ampliação da capacidade de produção, de forma a atender às expectativas de demanda do setor de petróleo e gás. No entanto, caso venha a ser estabelecido índice único e irrisório de Conteúdo Local, o Movimento Produz Brasil estima que apenas em 2017 mais de 1 milhão de pessoas poderão perder o emprego. As empresas multinacionais que vieram se instalar no Brasil por conta do Conteúdo Local, certamente aqui encerrarão suas atividades e passarão a fornecer bens e serviços a partir de outros países, acarretando maior desemprego e perda de renda para muitos brasileiros. .

"Já apresentamos ao Governo Federal a proposta do Movimento Produz Brasil e esperamos que ela seja considerada no âmbito das discussões dos Comitês do Pedefor para definição das regras da 14ª. Rodada. O Movimento Produz Brasil, visando simplificar e racionalizar o processo, propôs a substituição dos 90 índices por apenas 5 Índices de conteúdo por macro segmentos considerando aindamecanismos de incentivo , caso sejam superados os índices de conteúdo local estabelecidos. Defendemos uma abertura que possa contemplar um percentual mínimo para compras de Serviços, compras de Bens, compras de Engenharia de Projetos, compras de Infraestrutura e compras de Sistemas Auxiliares – totalizando 5 macro segmentos ou 5 percentuais.

"Defendemos ainda o ajuste no regime aduaneiro especial – REPETRO, para torná-lo mais abrangente, contemplando os elos de subfornecedores diretos e indiretos da cadeia, de forma a incentivar preços mais competitivos. O que existe, atualmente, é uma assimetria de tratamento, ´que favorece os fornecedores de outros países em detrimento daqueles aqui instalados.

"O setor não pleiteia ajuda e sim isonomia competitiva, pois convive com elevada carga tributária, juros altos e deficiências na estrutura logística, dentre outros problemas que retiram a competitividade de quem persiste em produzir no país, o chamado Custo Brasil. Sem uma política industrial que agregue o Conteúdo Local, a indústria nacional será simplesmente retirada do jogo, prejudicando as gerações presentes e futuras. Grande parte dos países adotaram ou adotam exigência de Conteúdo Local para assegurar o desenvolvimento da sua indústria e a qualidade de vida das respectivas populações.

"O Brasil está para iniciar uma nova fase na exploração de suas riquezas petrolíferas e a Política de Conteúdo Local, com regras claras, atrairá investimentos e multiplicará os impactos positivos em um efeito em cadeia. Devemos aproveitar este momento para atuar por um Brasil melhor, não só para alguns, mas para todos.

"Fazem parte do Movimento Produz Brasil: ABCE, ABEMI, ABINEE, ABITAM, ABIMAQ, Instituto Aço Brasil, Sistema FIEB, Sistema FIEMG, FIERGS, FIESC, FIESP, Sistema FINDES, Sistema Firjan, SINAVAL

Entidades de trabalhadores que apoiam a causa: AFBNDES, FUP e SINDIPETRO"

Fonte: Portos e Navios, KINCAID

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09 - Como se tornar um profissional de vendas é tema de novo curso da ABIMAQ


Promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), o encontro que acontecerá no dia 17 de fevereiro, das 9h às 18h, em São Paulo, tem como principal intuito proporcionar aos profissionais de vendas os conhecimentos necessários, para que sejam bem-sucedidos em sua carreira comercial.

O curso é destinado àqueles que desejam iniciar carreira como vendedor ou que já atuam na profissão, mas compreendem a necessidade de investir em seu aprendizado, com o propósito de se manterem atualizados.

Durante a aula serão trabalhados alguns dos principais valores necessários para o bom desempenho, além dos conceitos e princípios que regem as atividades atribuídas, assim contribuindo para o desenvolvimento profissional.

O evento será ministrado por Luiz Henrique Casaretti, administrador de empresas, formado pela Universidade Mackenzie e em Gestão de Recursos Humanos, na Faculdade Radial. Também é sócio-diretor da All Experts Consultoria & Treinamento, desde 1989.

Tópicos abordados:

Perfil adequado para o profissional de Vendas

Comprometimento e flexibilidade

Relacionamento Interpessoal

Preparando-se para vender

Conhecendo o processo da venda

Entendendo e atendendo o cliente

Comunicando-se com o cliente

Buscando informações – mantendo-se atualizado

Estabelecendo “rapport”

Criando o “clima” ideal

Apresentando a “solução” para o seu cliente

Superando as objeções

Efetivando a Venda

Acompanhando o cliente – pós venda

Aprendendo sempre.

Para mais informações, acesse: www.abimaq.org.br

Fonte: Mirian Gasparin, JE Online, Deadline Notícias

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10 - Empresas italianas apresentam máquinas e soluções para o mercado brasileiro na Plástico Brasil


Numa iniciativa da Assocomaplast, feira vai reunir um grupo de expositores italianos que vêm ao Brasil em busca de novos clientes ou para ampliar seus negócios.

Na Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 20 a 24 de março, no São Paulo Expo, transformadores e profissionais da indústria do plástico terão a oportunidade de entrar em contato com o que há de mais atual no mercado mundial de resinas e matérias primas, insumos químicos, máquinas, equipamentos e soluções voltadas para o setor.

Numa iniciativa da Assocomaplast – entidade que representa os fabricantes italianos de máquinas, equipamentos e moldes para a indústria de plásticos – a Plástico Brasil vai abrigar o Pavilhão Italiano. Neste espaço, um grupo de empresas italianas vai apresentar seus produtos e soluções com a expectativa de conquistar novos clientes ou ampliar seus negócios no Brasil.

O Pavilhão Italiano é resultado do forte trabalho de promoção internacional da Plástico Brasil e da relevância e credibilidade que a feira conquistou já em sua edição inaugural.

Inovação e tecnologia

A Bandera, por exemplo, destaca entre seus lançamentos uma inovadora tecnologia de embalagem isolante para preservação de alimentos, enquanto a Eletronic System, líder mundial em sistemas de controle e automação, vai apresentar novas interfaces de seus softwares. A FB Balzanelli trará novidades em bobinas automáticas e sistemas de paletização, e a Frigosystem vai mostrar as novas versões do seu dry cooler – que ganhou uma gama maior de controladores de temperatura de água e óleo – e do chiller de ar para filme plástico.

Presente na indústria brasileira de automóveis e lentes, a Helios Quartz vem à Plástico Brasil para demonstrar as últimas inovações em tecnologia de raios infravermelho e ultravioleta e, com isso, estreitar o relacionamento com a indústria do plástico. Já a IPM destaca sua ampla gama de máquinas para extrusão, corte, fenda e dobra, transportadores, empilhadores, rosqueadores e outros equipamentos construídas sob demanda.

A ITIB tem uma grande oferta de aplicações com tubulações onduladas que podem ser usadas na construção civil, infraestrutura, agricultura, segmento médico, indústria automotiva e outras. A Macchi aposta no crescimento das embalagens tipo “stand-up-pouch” e oferece uma linha de extrusão projetada para trabalhar com filmes de diferentes espessuras e rigidez. Também na área de extrusão, a Maris destaca entre seus lançamentos as aplicações que utilizam sua tecnologia patenteada recentemente.

A Presma vem ao Pavilhão Italiano da Plástico Brasil para promover sua gama de máquinas e mostrar as facilidades que elas podem proporcionar aos transformadores, com destaque para a injetora para plásticos e borrachas para atender a produções não padronizadas. Com foco na automação, a Proximon oferece uma série de soluções, como turbomixadores de alta velocidade (simples ou combinados com refrigeradores de alta eficiência) e misturadores. A empresa divulga também a Proximon Lab, uma sala de testes construída em suas instalações na Itália para realizar ensaios com seus misturadores e os produtos dos clientes.

“O Pavilhão Italiano vem reforçar o caráter internacional da Plástico Brasil, que conta com o apoio das entidades mais representativas dos fabricantes de máquinas para a indústria do plástico e borracha em todo o mundo, como a europeia EUROMAP/VMDA, a norte-americana PIA, a Argentina CAIP e a mexicana ANIPAC, entre muitas outras”, afirma Liliane Bortoluci, diretora da feira. “Além disso, amplia a oferta de soluções para nossos visitantes, que terão os grandes fornecedores do Brasil e do mundo reunidos num único evento”.

Sobre a Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco dos últimos avanços tecnológicos e tendências globais dos diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros.

O evento vai receber uma visitação altamente qualificada de transformadores e profissionais da indústria do plástico, que atendem e atuam em diversos segmentos, como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados e eletrodomésticos, entre outros.

Realizadores

A ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília.

Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

A Informa Exhibitions acredita que eventos são plataformas de conhecimento e de relacionamento, que auxiliam a impulsionar a economia brasileira. A empresa é filial do Informa Group, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. Dentre os eventos realizados pela Informa Exhibitions no Brasil estão: Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, SerigrafiaSign e Feimec, num total de 24 feiras setoriais. A Informa Exhibitions possui escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba, com cerca de 200 profissionais. Nos últimos quatro anos, a empresa investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos e marcas, o que levou a decisão estratégica de alterar o nome da empresa no Brasil de BTS Informa para Informa Exhibitions.

Para mais informações, acesse: www.informaexhibitions.com.br.

Serviço

Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Data: 20 a 24 de março de 2017

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e Abiquim - Associação Brasileira da Indústria Química.

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio Oficial: Romi

Fonte: Meio Filtrante, Jornal da Construção Civil

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11 - PETtalk define temas que serão apresentados na Plástico Brasil


Novidades tecnológicas em processos e sistemas industriais, reciclagem, meio ambiente, design, Política Nacional de Resíduos Sólidos e apresentação de números do setor fazem parte da programação que será oferecida aos visitantes em dois dias da feira, 21 e 22 de março. Inscrições já estão abertas.

Tradicional encontro para apresentar novas tecnologias, cenários e temas atuais e relevantes do segmento, neste ano o PETtalk – Conferência Internacional da Indústria do Plástico será realizado durante a Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, no São Paulo Expo.

Promovido pela Abipet – Associação Brasileira da Indústria do PET, o evento ocupa parte da programação técnica de dois dias da feira, 21 e 22 de março. O conteúdo, sempre abordado de forma técnica e objetiva, vai tratar de sistemas de injeção, para condicionamento da resina, e para fechamento e rotulagem; aditivos e pigmentação; resina pet; processos de envase e equipamentos; entre outros temas.

Dentro do macro tema Reciclagem, serão abordados: equipamentos para separação óptica; pós-condensação; filtragem; e soluções para bottle-to-bottle. Design de embalagem e eco design também fazem parte da grade, assim como a apresentação dos números do setor (consumo de resina PET, mercados consumidores de embalagens de PET, tendências de consumo, reciclagem).

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, em vigor desde 2010, mais uma vez recebe atenção no PETtalk, dado seu impacto direto na indústria de embalagens, apontada pela legislação como corresponsável pela destinação adequada dos resíduos.

O encontro é voltado a fabricantes de máquinas e equipamentos, prestadores de serviços, usuários das embalagens (brand owners), produtores de resinas e preformas, sopradores, recicladores e outros profissionais ligados à cadeia produtiva. As inscrições para PETtalk na Plástico Brasil estão abertas e podem ser feitas no site da Abipet (www.abipet.org.br). O investimento é de R$ 340 para associados da entidade e R$ 620 para não associados. As vagas são limitadas.

Sobre a Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e da Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química, com organização e promoção da Informa Exhibitions, a Plástico Brasil será palco dos últimos avanços tecnológicos e tendências globais dos diversos segmentos que compõem a cadeia produtiva do plástico: instrumentação, controle e automação, máquinas, equipamentos e acessórios, moldes e ferramentas, produtos básicos e matérias-primas, reciclagem, resinas sintéticas, serviços e projetos técnicos e outros.

Para negociar com esses players, o evento vai receber uma visitação altamente qualificada de transformadores e profissionais de setores consumidores, como como construção civil, automóveis e autopeças, agricultura, móveis, eletrônicos, instrumentos médicos, vestuário e calçados, eletrodomésticos e químico.

Em sua edição inaugural, Plástico Brasil já entrou no calendário mundial indústria do plástico e da borracha. É o único evento do setor no Brasil a contar com o apoio da Euromap – European Plastics and Rubber Machinery, que agrega os fabricantes europeus de máquinas de plásticos e borracha. A Plástico Brasil conta também com o apoio da SPI – Plastics Industry Trade Association, terceira maior indústria de fabricação dos Estados Unidos, e responsável pelo crescimento da indústria de plásticos.

Sobre a Abipet

A Abipet - Associação Brasileira da Indústria do PET é uma entidade sem fins lucrativos que reúne a cadeia produtiva do setor de PET: fabricantes da resina PET, fabricantes das embalagens de PET e seus recicladores. A Entidade representa cerca de 80% da Indústria do PET no Brasil e é a maior deste segmento em toda a América Latina. A entidade estabelece um intercâmbio de ideias, informação e experiência entre todas as indústrias da cadeia produtiva, mantendo um serviço informativo permanente.

Realizadores da Plástico Brasil

A ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília.

Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A Abiquim – Associação Brasileira da Indústria Química é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

A Informa Exhibitions acredita que eventos são plataformas de conhecimento e de relacionamento, que auxiliam a impulsionar a economia brasileira. A empresa é filial do Informa Group, maior organizador de eventos, conferências e treinamentos do mundo, com capital aberto e papéis negociados na bolsa de Londres. Dentre os eventos realizados pela Informa Exhibitions no Brasil estão: Agrishow, Fispal Tecnologia, Fispal Food Service, ForMóbile, FutureCom, ABF Franchising Expo, SerigrafiaSign e Feimec, num total de 24 feiras setoriais. A Informa Exhibitions possui escritórios em São Paulo (sede) e Curitiba, com cerca de 200 profissionais. Nos últimos quatro anos, a empresa investiu cerca de R$ 400 milhões no Brasil em aquisições de eventos e marcas, o que levou a decisão estratégica de alterar o nome da empresa no Brasil de BTS Informa para Informa Exhibitions.

Para mais informações, acesse: www.informaexhibitions.com.br.

Serviço

Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Data: 20 a 24 de março de 2017

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Realização: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e Abiquim - Associação Brasileira da Indústria Química

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio Oficial: Romi

Fonte: Guias Web

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Comércio Internacional

01 - Vendas no varejo no Reino Unido caem 0,3% em janeiro em meio ao início do Brexit


Na comparação anual, porém, as vendas no varejo cresceram 1,5% em janeiro no país, o menor ritmo de expansão em mais de três anos

As vendas no varejo do Reino Unido registraram queda de 0,3% em janeiro, depois de registrarem o declínio mensal mais rápido em mais de cinco anos em dezembro, de acordo com dados oficiais divulgados nesta sexta-feira pelo Escritório para Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês). Este foi o terceiro mês consecutivo de queda. O resultado contrariou a previsão dos analistas ouvidos pelo Wall Street Journal, que esperavam avanço de 1,0%.

Na comparação anual, porém, as vendas no varejo cresceram 1,5% em janeiro no país, o menor ritmo de expansão em mais de três anos e bem abaixo da expectativa dos analistas, de alta de 3,4%. O dado de dezembro foi revisado de -1,9% para -2,1%, a maior retração mensal desde maio de 2011.

O declínio nas vendas no varejo pode significar uma desaceleração para a economia britânica impulsionado por menor consumo da população e chega em um momento crucial para os conservadores, que devem ficar mais cautelosos em meio ao início do processo de saída do país da União Europeia até o final de março.

Fonte: DCI

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Conjuntura

01 - IPC-S cai em 5 de 7 capitais avaliadas pela FGV na 2ª quadrissemana de fevereiro


Índice desacelerou de 0,61%, na primeira medição do mês, para 0,49% na atual mensuração

O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu em cinco das sete capitais pesquisadas na segunda quadrissemana de fevereiro em relação à primeira leitura do mês, divulgou a instituição nesta sexta-feira, 17. No geral, o IPC-S desacelerou de 0,61% para 0,49% entre os dois períodos.

Por região, o IPC-S apresentou decréscimo na taxa de variação de preços em Brasília (0,40% para 0,36%), Belo Horizonte (0,81% para 0,63%), Recife (0,90% para 0,63%), Rio de Janeiro (0,61% para 0,43%) e São Paulo (0,70% para 0,50%).

Por outro lado, registraram acréscimo na taxa de variação as cidades de Salvador (0,49% para 0,51%) e Porto Alegre (0,44% para 0,48%), informou a Fundação Getulio Vargas.

Fonte: DCI

Índice

02 - FGV: IGP-M na 2ª prévia de fevereiro fica em 0,02% ante 0,76% na 2ª de janeiro


O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) teve leve alta de 0,02% na segunda prévia de fevereiro, ante avanço de 0,76% na segunda prévia de janeiro. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira, 17, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumula aumento de 0,66% no ano e avanço de 5,31% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a segunda prévia do IGP-M de fevereiro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, recuou 0,15%, após alta de 0,91% na segunda prévia de janeiro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,36% na leitura anunciada agora, após subir 0,57% no mês passado. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve aumento de 0,35%, após registrar avanço de 0,24% na mesma leitura de janeiro.

O IGP-M é comumente usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 de janeiro a 10 de fevereiro. No dado fechado do mês passado, o IGP-M subiu 0,64%, informou a FGV.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários, medidos pelo IPA Agropecuário, recuaram 1,04% no atacado, na segunda prévia do IGP-M de fevereiro. Na mesma prévia de janeiro, o recuo tinha sido de 1,43%, informou a FGV.

Já os produtos industriais no atacado, mensurados pelo IPA Industrial, tiveram alta de 0,17% na segunda prévia de fevereiro, ante elevação de 1,81% na mesma prévia do mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os bens finais caíram 0,73% na segunda prévia de fevereiro, após a alta de 0,56% em igual prévia de janeiro.

Os preços dos bens intermediários tiveram alta de 1,10% na leitura anunciada nesta sexta, após o aumento de 0,81% na segunda prévia do mês passado. Os preços das matérias-primas brutas tiveram recuo de 0,80%, ante avanço de 1,40% na mesma leitura do mês de janeiro.

Fonte: DCI

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Industria

01 - Indústria da região de Sorocaba volta a contratar


O nível do emprego no setor industrial na região de Sorocaba apresentou o primeiro saldo positivo em 22 meses. Foram gerados 150 postos de trabalho em janeiro deste ano. Os dados são da Pesquisa de Nível de Emprego do Estado de São Paulo, feita pelo Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp). O último resultado positivo aferido foi em fevereiro de 2015, quando a indústria da região gerou aproximadamente 250 postos de trabalho.

Nos meses anteriores a janeiro de 2017, o nível de emprego na região apresentou quedas contínuas. Em dezembro de 2016, a região chegou a perder 3 mil vagas em um mês. Em novembro, foram fechadas 1.100 vagas na indústria.

Nos últimos 12 meses houve queda de aproximadamente 13.400 postos de trabalho nas indústrias da região de Sorocaba, que compreende 48 municípios. Na comparação entre janeiros, o resultado também é positivo este ano, pois no primeiro mês de 2016 ocorreu uma perda de aproximadamente 350 vagas.

Após tantos resultados negativos, o aumento discreto é visto como uma boa notícia. "Mostra uma tendência de que estamos caminhando para uma lenta recuperação", avalia o diretor regional do Ciesp, Erly Domingues de Syllos. "Cento e cinquenta (novos postos de trabalho) é pouco, mas parou de cair", pondera.

A expectativa para os próximos meses é de resultados tímidos, mas de melhora gradativa. Syllos avalia que o cenário econômico está mais estável e começa a dar sinais de recuperação, com a queda da taxa de juros e da inflação. "Obviamente ainda tem que melhorar muito", considera.

Para o diretor regional do Ciesp, é possível que o pior já tenha passado e que após atingir o "fundo do poço", a economia esteja engrenando novamente, ainda que sem euforia. "Sorocaba e o Estado estão começando uma curva positiva."

No Estado de São Paulo, o saldo foi positivo de 6,5 mil vagas no setor em janeiro. O resultado positivo do mês é o primeiro no Estado registrado desde abril de 2015, quando foram feitas 6 mil contratações.

A diretoria regional de Sorocaba ficou na 19ª posição em geração de empregos em janeiro, entre 36 regionais citadas na pesquisa do Depecon.

Segmento

Os segmentos que mais influenciaram o cálculo do indicador total da região foram Confecção de Artigos do Vestuário e Acessórios (2,05%); Produtos Químicos (4,30%); Produtos Alimentícios (0,91%) e Veículos Automotores e Autopeças (1,36%).

O diretor do Ciesp ressalta a importância do segmento de autopeças, que é um dos maiores empregadores na região. Ele destaca o desempenho da Toyota na cidade, que não sentiu de forma acentuada os efeitos da crise, especialmente por conta das exportações direcionadas aos países da América do Sul.

Volta do consumo

A expectativa é de que com menos demissões, a confiança da população retorne e estimule o consumo. Como consequência, aqueceria a produção e a geração de empregos. "A economia entrando nos eixos começa a virar confiança e a indústria contrata novamente", afirma Syllos. Ele cita ainda a liberação do saque das contas inativas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), que deve aquecer as vendas. 
SMetal vê número ainda fraco

A direção do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região (SMetal) considera que o saldo positivo de emprego na indústria regional, em janeiro, ainda é pouco para significar uma recuperação. "O crescimento nos postos de trabalho é muito baixo e insuficiente para apontar uma real melhoria na geração de empregos do setor metalúrgico na região de Sorocaba, que gira em torno de 36 mil trabalhadores", diz o vice-presidente Tiago Almeida do Nascimento.

"A categoria possui diversos subsegmentos e, apesar dos números mostrarem pequenos sinais de crescimento em três dos sete subsegmentos divulgados, eles ainda são inexpressivos, já que nos últimos 12 meses toda a categoria apresentou fechamento de postos de trabalho." Ele afirma que é preciso aguardar os números do Caged, na próxima semana, para um panorama completo e mais detalhado.

Fonte: Cruzeiro do Sul

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02 - Regra de conteúdo local para investimento em óleo e gás será flexibilizada, diz ministro


Medida vai reduzir percentual de produtos e serviços nacionais que precisam ser comprados por empresas do setor. Ministro de Minas e Energia diz que mudança deve vigorar no próximo leilão.

O ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, afirmou nesta quinta-feira (16) que as exigências de conteúdo local para a exploração de campos de petróleo e gás serão flexibilizadas.

“É evidente que vai ter uma flexibilização nas regras. Não dá para continuar com os índices praticados hoje”, afirmou.

Hoje, as empresas que vencem leilões para explorar campos de petróleo e gás no Brasil precisam comprar parte dos equipamentos e serviços usados nessa atividade dentro do país, ou seja, produzidos aqui.

Empresas do setor afirmam que as exigências atuais são rígidas e encarecem os investimentos das petroleiras. Críticos, porém, dizem que a flexibilização dessas regras vai prejudicar empresas brasileiras, já que parte dos produtos e equipamentos adquiridos no Brasil vai ser substituída por importados.

O ministro afirmou que o governo está próximo de uma solução que não vai prejudicar a indústria nacional, mas vai permitir ampliar investimento no setor de petróleo e gás. De acordo com ele, a definição das mudanças nas regras de conteúdo local deve ser concluída na próxima semana, em uma nova reunião entre os ministérios de Minas e Energia, Indústria, Comércio Exterior e Serviços e a Casa Civil.

O governo quer que as novas regras de conteúdo local vigorem já no próximo leilão de petróleo e gás, previsto para setembro.

Fonte: G1

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Setor

01 - Com preços mais altos, Petrobras perde mercado em combustíveis


Com preços mais altos do que o mercado internacional durante boa parte do ano, a Petrobras perdeu participação no suprimento de combustíveis ao mercado brasileiro no ano passado.

A perda ocorreu tanto nas importações de produtos quanto na venda no varejo, que é feita por meio da subsidiária BR Distribuidora.

A empresa, que foi responsável por 83,7% das importações de gasolina em 2015, teve a participação reduzida para 59,7%, segundo a ANP (agência reguladora do setor). No caso do diesel, a queda foi de 84,2% para 16,4%.

Essa queda ocorreu, na avaliação da ANP, porque a Petrobras manteve, na maior parte do ano passado, preços acima das cotações internacionais. Isso abriu "janelas de oportunidade" para que outras empresas atacassem o mercado da estatal.

No caso do diesel, a ANP calcula que o preço da empresa ficou, em média, 35% superior às cotações internacionais até novembro.

Em outubro, diante da perda de mercado, a empresa atualizou sua política de preços, passando a acompanhar mais de perto os valores cobrados no exterior, com avaliações mensais das condições de mercado.

As importações representaram, em 2016, 12% do mercado brasileiro de diesel e 8% do de gasolina.

De acordo com a ANP, 41 novas empresas pediram para importar combustíveis em 2016. Entre os importadores privados, estão distribuidoras como Ipiranga e Raízen (que opera com a marca Shell) e tradings especializadas em comércio de combustíveis.

No varejo, a estatal também registrou perda de participação de mercado nos três principais produtos. No caso do diesel, a fatia da BR caiu de 37,47% para 33,47%. No mercado de gasolina, a queda foi de 27,72% para
25,39%.

Nestes dois casos, a companhia segue líder de mercado, seguida pela Ipiranga no diesel (com 21,95% das vendas) e pela Raízen (20,52%). Com aumento das importações e queda no consumo, a Petrobras reduziu a produção interna de diesel em 8%.

No mercado de etanol hidratado, a fatia da BR caiu de 20,3% para 17,1%, ficando atrás da Raízen.

A Petrobras disse que "considera positiva a presença de outros agentes participando do suprimento da demanda brasileira" e que seu foco é maximizar os resultados e a geração de caixa.

Já a BR Distribuidora diz que seu plano de negócios prevê o aumento da fatia de mercado, com ações como crescimento da rede e campanhas de marketing.

As vendas de combustíveis no país caíram 4,5% em 2016.

Fonte: Folha de S. Paulo

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