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Edição 9468 de 02/03/2018

Destaque

01 – ABIMAQ na Jovem Pan – Jornal Jovem Pan


José Velloso, presidente executivo da ABIMAQ, concede entrevista para a rádio Jovem Pan e explica sobre o crescimento do mercado externo e queda no faturamento da indústria de máquinas e equipamentos em comparação com janeiro de 2017.



Fonte: Jovem Pan

Índice

01 - Índice de Preços ao Produtor na indústria geral sobe 0,43%

 
O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que inclui preços da indústria extrativa e de transformação, subiu 0,43% em janeiro, frente a dezembro do ano passado, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o resultado, o IPP passou a acumular alta 4,28% em 12 meses encerrados em janeiro.A taxa de dezembro de 2017 foi revisada de alta de 0,46% para avanço de 0,42%.

O indicador mede a variação dos preços dos produtos na "porta das fábricas", sem impostos e frete, da indústria extrativa e de 23 setores da indústria de transformação.

Isoladamente, os preços da indústria extrativa cresceram 1,24% em janeiro, após uma alta de 4,59% em dezembro do ano passado.Os preços na indústria de transformação, por sua vez, registraram alta de 0,40% no IPP de janeiro, ante um avanço de 0,26% no mês anterior.

Fonte: UOL

Índice

02 - Taxa de investimento cai para 15,6%, a menor desde 1996


A taxa de investimento recuou, em 2017, ao mais baixo patamar desde 1996, início da série do IBGE, informou o instituto nesta quinta-feira (1º).

A proporção dos investimentos (no PIB (Produto Interno Bruto) foi de 15,6%. Até então, a taxa mais baixa havia sido a de 2016 (16,1%).

No acumulado do ano, os investimentos (formação bruta de capital fixo) fecharam em queda de 1,8%, apesar do avanço de 2% no quarto trimestre frente ao trimestre imediatamente anterior. A expansão do período também foi resultado de uma base de comparação fraca, em razão dos efeitos da recessão.

Em relação ao quarto trimestre de 2016, a alta foi de 3,8%.

Os dados foram divulgados nesta quinta (1º) pelo IBGE, como parte do PIB (Produto Interno Bruto), que fechou o ano em alta de 1%.

Desde o terceiro trimestre de 2013, o investimento não apresentava resultado positivo. Neste período, a queda acumulada chegou a 30%.

A retomada tem sido impulsionada pelo crescimento da produção interna e da importação de bens de capital e pela produção de máquinas agrícolas.

De acordo com a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), porém, a recuperação ainda é restrita a investimentos em manutenção e modernização do parque industrial, que permanece com elevados índices de ociosidade.

"Mesmo com ociosidade, o empresário percebe que precisa investir para ganhar competitividade", comentou o presidente da entidade, José Velloso.

Principal componente da conta de investimento, a construção civil permanece puxando o indicador para baixo: com desempenho estável no quarto trimestre, o setor fechou o ano em queda de 5%.

Esse segmento sofre com o desemprego e a paralisação de obras após a descoberta do esquema de corrupção envolvendo empreiteiras pela Operação Lava Jato.

A taxa de poupança ficou em 14,8%, acima da do ano passado (13,9%), mas ainda abaixo do nível pré-crise. Em 2016, havia sido de 16%, com pico de 19,3% em 2007.

Indústria

A indústria registrou alta de 0,5% no trimestre e fechou o ano com estabilidade em relação ao ano anterior. Desde 2013, a indústria vinha registrando quedas.

Os destaques foram a indústria de transformação, que fechou o trimestre com crescimento de 1,5%, acumulando alta de 1,7% no ano, e a extrativa -que reúne as indústrias do petróleo e da mineração-, com recuo de 1,2% no quarto trimestre, mas fechando o ano em alta de 4,3% devido à alta dos preços das commodities.

Fonte: Folha de S. Paulo, GS Notícias

Índice

03 - Novas tecnologias para tratamento de água é tema de evento promovido pelo SINDESAM, da ABIMAQ, e ABIQUIM


Para apresentar as diversas soluções e máquinas disponíveis para reuso e reaproveitamento de água, o Sistema Nacional das Indústrias de Equipamentos para Saneamento Básico e Ambiental (SINDESAM), da ABIMAQ, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), realiza no 05 de março, a partir das 9h, em São Paulo, evento ‘Soluções e Máquinas para Tratamentos de Águas para a Indústria Química’.

No evento gratuito, serão debatidos temas como tecnologias para tratamento de água e afluentes, métodos de dessalinização, monitoramento de água de reuso, modernização do sistema de tratamento de lodo e remoção de poluentes.

Após as oito palestras, será promovido debate moderado por Anicia Aparecida Baptistello Pio, gerente do Departamento de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), com representantes da indústria de máquinas e equipamentos e química.

Serviço
Data: 05/03/2018
Horário: das 9h às 17h
Local: Av. Jabaquara, 2925 – São Paulo / SP
Inscrições gratuitas: podem sem feitas pelo e-mail:carolina@abiquim.org.br . É necessário informar nome completo, cargo ocupado, empresa, telefone, e-mail para confirmar sua participação.
Mais informações: (11) 2148-4792

Fonte: Segs

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04 - ABIMAQ prevê crescimento de 5% a 10% para 2018


Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos acredita que este ano encerrará um ciclo de cinco anos de queda consecutiva nas vendas

Na passagem de dezembro para janeiro, o faturamento do setor de máquinas e equipamentos caiu 19,1%. Essa queda é justificada pela redução nas vendas para o mercado interno de -24,4%. Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira, 28, pela Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), que apesar dos dados negativos em alguns indicadores, a previsão é de crescimento de 5 a 10% em 2018. A perspectiva é de uma recuperação da economia, encerrando um ciclo de cinco anos de queda consecutiva nas vendas.

Em um clima mais otimista, desde o início deste ano, a ABIMAQ comemora, entre outros indicadores positivos o crescimento nas importações. O saldo foi de 17,1% comparado com o mês anterior (janeiro/2018) com crescimento em todos os segmentos importadores de bens de capital. Até mesmo em relação a janeiro do ano anterior as importações também apresentaram crescimento que foi de 10,5%.

No balanço divulgado, o setor fez uma previsão positiva das exportações, que devem passar de US$ 10 bilhões neste ano. Esses dados, além de significarem um aumento de mais de US$ 1 bilhão, em relação a 2017, demonstram a qualidade dos destinos, uma vez que países como Estados Unidos e os da Europa representam metade dos embarques dessa indústria.

Quanto aos investimentos pelo consumo aparente, a queda em janeiro foi de 0,9% quando comparada com o mês anterior. Apesar da queda de ponta, há indício de que a redução dos investimentos tenha chegado ao fim. No entanto, estes dados poderão ser confirmados com mais consistência a partir de março, devido à sazonalidade dos primeiros meses do ano.

Para a diretoria da ABIMAQ, a expectativa de melhora nos investimentos para este ano já pode ser observada com o espaço vendido em grandes feiras internacionais do setor como a Feimec (de 24 a 28 de abril) e a Agrishow (de 30 de abril a 4 de maio). No entanto, um dos indicativos que prejudica o setor para uma retomada mais rápida do crescimento é a cotação do dólar, que oscila ao redor de R$3,25, ainda longe de um câmbio competitivo estimado em R$/US$3,90.

Fonte: Mega Moveleiros, Madeira Total

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05 - Indústria regional de máquinas espera interromper queda de 5 anos nos negócios


O impacto dessa evolução deve chegar às indústrias da região, interrompendo a queda iniciada no ano de 2013.
O segmento industrial de máquinas e equipamentos espera crescer de 5 a 10%, por conta do impulso previsto para começar em março. O impacto dessa evolução deve chegar às indústrias da região, interrompendo a queda iniciada no ano de 2013.

As previsões foram feitas neste dia 28 de fevereiro pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), durante entrevista realizada em São Paulo e acompanhada na sede regional de Piracicaba.

“A economia está se descolando da política. Internamente, o empresário, aos poucos, sente que não pode mais ficar sem investir, ou perderá mercado. Já o comércio exterior se encontra aquecido”, avaliou José Antônio Basso, diretor regional da ABIMAQ.

“A tendência é que a indústria na região se beneficie desse cenário. Assim, outros setores, mesmo fora do nosso, também devem retomar aos poucos os negócios”, disse Basso.

Os números anunciados, relativos a janeiro desse ano, apontam a dificuldade sazonal no início de ano. As vendas da Indústria de Bens de Capital Mecânicos em janeiro registraram queda de 19,1%.

Essa queda é justificada pela redução nas vendas para o mercado interno, da ordem de 24,4%. Os dois números resultam da comparação com dezembro do ano passado. Mas a comparação interanual de vendas mostra a sazonalidade – o recuo foi de 1,1% na receita líquida de janeiro, ante o mesmo mês do ano passado.

Por outro lado, o presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, apresentou um número que aponta a expectativa positiva. A Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos (Feimec), que acontecerá em abril em São Paulo, terá área de 25 mil metros quadrados, ante 15 mil na edição anterior, em 2016.

Em janeiro de 2018, a receita com vendas foi de R$ 4,4 bilhões, ligeiramente abaixo da observada no mesmo mês de 2017. Porém, o setor registra crescimento mensal de vendas a partir do segundo semestre de 2017.

O mesmo cenário se dá no consumo aparente de máquinas, apesar da queda de 12,8%. “Há expectativa que este ano encerre com melhora nos investimentos em relação a 2017”, declarou Marchesan.

A retomada terá como desafio ampliar as vagas de trabalho no segmento. Janeiro teve números próximos a dezembro do ano passado, com 291,2 mil pessoas ocupadas. Desde 2013, já foram eliminados mais de 89 mil postos de trabalho no setor.

Fonte: PiraDigital

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06 - Exportações de máquinas crescem 84,4% em janeiro e geram receita de US$ 820,93 milhões


As exportações apresentaram forte crescimento em janeiro. Foram vendidos ao exterior US$ 820,93 milhões, 84,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. De acordo com a Abimaq, o resultado é reflexo do desempenho muito baixo de janeiro de 2017 – o segundo pior resultado desde janeiro de 2006. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram a América Latina, Europa e os Estados Unidos. A participação da América Latina foi menor, em função do aumento da participação dos EUA e, principalmente, da Europa.

“De forma geral, boa parte da melhora observada nos últimos meses das exportações pode ser explicado pelo crescimento da atividade econômica no mundo, e também pela fraca demanda interna, que tem influenciado muitas empresas a manterem suas atividades produtivas nas exportações, ainda que, eventualmente, com rentabilidade reduzida em função do câmbio apreciado”, destacou a entidade em nota.

As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou queda em janeiro. O resultado no primeiro mês do ano foi de R$ 4,38 bilhões, 1,1% a menos em relação ao mesmo mês do ano passado.

A indústria de máquinas e equipamentos terminou o mês de janeiro com 291,2 mil pessoas ocupadas. Na comparação com janeiro de 2017, houve redução de 1.669 postos de trabalho, a 49º queda consecutiva nesse tipo de comparação.

Fonte: Comex do Brasil

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07 - Lançamentos e soluções para todas as atividades do agronegócio serão apresentados na Agrishow 2018


Maior feira de tecnologia agrícola da América Latina proporcionará uma oportunidade ímpar para realização de negócios e estabelecimento de novas parcerias e relacionamentos
Os lançamentos e soluções para todas as atividades que englobam o agronegócio estarão em exibição na 25ª edição da Agrishow – Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, a ser promovida entre os dias 30 de abril e 4 de maio, em Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Considerada a mais completa feira de agronegócio da América Latina, a Agrishow 2018 reunirá mais de 800 marcas do Brasil e do exterior, nos seguintes segmentos: máquinas, equipamentos e implementos agrícolas, agricultura de precisão, irrigação, armazenagem, pecuária, sementes, corretivos, fertilizantes, defensivos agrícolas, insumos diversos sacarias, embalagens, tecnologia em software e hardware, agricultura familiar, financiamento, seguro, peças, autopeças, pneus, válvulas, bombas, motores e transportes. Os principais e maiores bancos direcionados ao agronegócio também confirmaram sua participação.

Para esta edição, são esperados mais de 150 mil visitantes das cinco regiões brasileiras e do exterior, um público altamente qualificado, formado por pequenos, médios e grandes produtores rurais, empresários e profissionais do setor, pesquisadores, acadêmicos, consultores e representantes de instituições governamentais e setoriais, e imprensa. “Em todas as edições, os visitantes estavam ávidos em conhecer soluções que pudessem atender as demandas e o dia a dia do campo, desde inovações que trouxessem produtividade e eficiência até tecnologias para sustentabilidade, integração e otimização de recursos, sempre resultando em rentabilidade e competitividade para o produtor”, afirma José Danghesi, diretor da Agrishow 2018.

Neste ano, a feira alcança uma marca histórica, com a comemoração de 25 edições ininterruptas. “A Agrishow apresentou todas as tecnologias que são vistas no segmento ao longo desse um quarto de século. Ela antecipou tendências e foi palco de muitos lançamentos”, destaca Danghesi. Um marco da feira foi inaugurar no país o conceito de feira agrícola dinâmica, com demonstrações de máquinas, equipamentos e implementos, atualmente, apresentadas na Arena de Demonstrações de Campo.

Segundo Danghesi, para esta edição histórica, estão sendo preparadas diversas novidades, além de melhorias na acessibilidade e conectividade. A Arena do Conhecimento – sucesso em 2017 – está entre as atrações confirmadas.

O evento é uma iniciativa das principais entidades do agronegócio no país: Abag – Associação Brasileira do Agronegócio, ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Anda – Associação Nacional para Difusão de Adubos, Faesp – Federação da Agricultura e da Pecuária do Estado de São Paulo e SRB - Sociedade Rural Brasileira, e é organizado pela Informa Exhibitions, integrante do Grupo Informa, um dos maiores promotores de feiras, conferências e treinamento do mundo com capital aberto.

Fonte: Portal do Agronegócio

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08 - Gestão estratégica de compras é abordada em curso da ABIMAQ


A partir de uma exposição dialogada, a aula sobre “Gestão estratégica de compras” tem como finalidade oferecer aos participantes um domínio de técnicas e métodos para maximizar os recursos da empresa. O encontro acontece no dia 05 de março, na sede da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, em São Paulo.

Com um conteúdo programático composto por: análise, níveis, ciclo de gestão e política de compras, o treinamento é voltado aos profissionais administrativos que ocupam cargos médios e de liderança nas áreas de logística, PCP, aquisições, almoxarifado e expedição.

Graduado em Engenharia Mecânica de Produção e com mais de 25 anos de experiência em gestão de sistemas e processos, Henrique Mäder vai ministrar o curso e expor de forma prática as situações do cotidiano empresarial.

Na ocasião serão apresentados alguns temas, como:

Importância das compras na competitividade empresarial: o papel da área de compras na empresa moderna;

Política de compras: tipos de políticas, aspectos estratégicos e operacionais;

Estilos de compras: centralizado, descentralizado e misto;

Riscos do processo de compras: custo de aquisição e grau de desempenho;

Níveis de relacionamento com fornecedores: evolução no grau de atendimento até a parceria;

Composição de custos e formação de preços: análise de características dos pedidos de compra.

Para mais informações e inscrição, acesse http://www.abimaq.org.br ou entre em contato pelo telefone (11) 5582-6321-6313

Serviço

“Gestão Estratégica de Compras”

Data e horário: 05 de Março

Horário: das 9h às 18h

Local: Sede da ABIMAQ – Avenida Jabaquara, 2925 - São Paulo (SP) (próximo à Estação São Judas do Metrô)

Fonte: Difundir, JorNow

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09 - Faturamento


Balanço divulgado nesta quarta-feira (28), a ABIMAQ, entidade que representam a indústria nacional de máquinas e equipamentos, mostra que o faturamento do setor somou R$ 4,39 bilhões no mês passado, queda de 1,1% na comparação com janeiro de 2017. Apesar do bom desempenho das exportações, a retração das vendas no mercado interno afetou negativamente o resultado.

Frente a dezembro, as vendas do setor, entre entregas domésticas e externas, encolheram ainda mais: 19,1%.

Exportações

A direção da ABIMAQ projeta que as exportações do setor devem passar de U$ 1 bilhão a mais que em 2017 - no embalo do crescimento dos Estados Unidos e da Europa, destino de mais da metade dos embarques dessa indústria.

Durante a apresentação dos resultados de janeiro, quando as exportações de máquinas e equipamentos do Brasil cresceram 84,4% no comparativo interanual.

Estratégia

O diretor de competitividade da ABIMAQ, Mário Bernardini, disse que mesmo com o câmbio não muito "remunerador", o foco nos mercados internacionais segue intenso por conta da retração observada nos últimos anos no consumo interno. "Exportações estão crescendo em razão da forte demanda dos países desenvolvidos. Os EUA continuam em crescimento e a Europa em recuperação. Esses fatos somados aumentaram muito a demanda externa.

Fonte: A Gazeta

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10 - Fórum de Assuntos Trabalhistas


O Recife recebe o Fórum de Assuntos Trabalhistas no dia 15 de março na sede da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), na Ilha do Leite. O evento, que tem o apoio institucional da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Trabalho e Qualificação de Pernambuco (Sempetq), debate a Reforma Trabalhista e assuntos como trabalho em regime 12x36, danos morais, trabalho de gestante e lactante, contrato intermitente e prêmios e abono. As inscrições são gratuitas para associados da ABIMAQ e do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado de Pernambuco (Simmepe).

Programação

18h30 Coffee/Credenciamento

19h Abertura:

Debates sobre a Reforma Trabalhista e as alterações da MP 808 de 14/11/17

Trabalho em regime 12x36;

Danos morais;

Trabalho da gestante e lactante;

Prêmios e abono;

Contrato intermitente.

20h30 Debate

21h Encerramento
Local:

ABIMAQ Norte-Nordeste – The Plaza Business Center. Rua Gen. Joaquim Inácio nº 830 – Ilha do Leite, Recife – PE

Palestrante:

Dra. Camilla Moura Machado Toledo – Bacharel em direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Ribeirão Preto – UNAERP, com especialização em Direito Processual Civil pela PUC SP (COGEAE), advogada e consultora em Direito do Trabalho Previdenciário.

Fonte: Diário do Grande Recife

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11 - Café deve aquecer vendas em 2018


De acordo com o vice-presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos - regional de Minas Gerais (ABIMAQ-MG) e também cafeicultor, Marcelo Veneroso, a demanda proveniente da agricultura é crescente e a expectativa é de encerrar o ano com elevação de 10% nas vendas de máquinas e equipamentos voltados para o setor como um todo. Apesar de não ter números específicos para a cafeicultura, a entidade esclarece que o segmento é um dos principais clientes, assim como a soja e o milho.

“Este ano, o setor de café está esperando uma safra maior do que a do ano passado, não chega a ser uma supersafra, mas será maior. Apesar de os cafeicultores estarem receosos em investir, em função da instabilidade econômica e política, existe uma boa demanda por máquinas e equipamentos voltados para o café. Estimamos que em 2018 o setor de máquinas agrícolas cresça 10%, e o café é um componente muito importante nesse índice”, explicou Veneroso.

Mesmo que cauteloso, o empresário da cafeicultura vai investir na mecanização da cultura. Até o momento, o clima tem sido favorável para o desenvolvimento do café e tudo caminha para uma colheita maior. Os aportes devem acontecer para que os cafeicultores tenham condições de produzir uma safra volumosa e de qualidade.

“A estimativa é de que, este ano, aconteçam investimentos superiores no setor do café, nada muito significativo, mas são esperadas compras um pouco superiores. Isso será necessário pelo volume da safra e será feito de uma forma mais planejada”, destacou o vice-presidente da ABIMAQ-MG.

Mercado

As expectativas positivas em relação à venda de máquinas e equipamentos vão impulsionar os negócios da Pinhalense Máquinas Agrícolas, uma das maiores empresas fornecedoras para a cafeicultura. De acordo com o presidente da Pinhalense, Reymar de Andrade, a tendência é encerrar o ano com uma alta de 15% na comercialização de itens voltados para o café.

A empresa possui três filiais em Minas Gerais, localizadas nos principais polos da cafeicultura, que são: Três Pontas (no Sul de Minas), Manhuaçu (nas Matas de Minas) e Patrocínio, na região do café do Cerrado. O Estado responde por 65% da demanda por máquinas e equipamentos da Pinhalense.

Andrade afirma que, no final de 2017 e no início deste ano, após a retração nos preços do café, a demanda pelas máquinas e equipamentos para a cafeicultura retraiu, porém, com a aproximação do período de colheita e a safra caminhando para um volume maior, a procura está aquecida. Além de atender uma safra elevada, a mecanização acelera os processos e diminui a necessidade de mão de obra, o que reduz os custos de produção.

“Participamos da 17ª edição da Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri), que aconteceu em Guaxupé, no Sul do Estado, e fomos surpreendidos pela procura elevada. O momento atual da cafeicultura é decisivo. O produtor esperou ao máximo para avaliar o mercado e está investindo. A mecanização é muito importante, e o cafeicultor precisa estar com a infraestrutura bem definida para colher e beneficiar todo o volume de café na hora certa”, disse Andrade.

Facilidades

Um dos pontos que tem contribuído para que a empresa encerre o ano com alta de 15% nas vendas é a opção de contrato de Barter, o que permite ao produtor pagar pelas máquinas e equipamentos com a entrega do café.

“Nossa linha de máquinas e equipamentos é muito vasta. Dentre os principais equipamentos estão as colhedeiras, que, em ano de safra cheia, são essenciais pela agilidade e redução de custo com a mão de obra. Outra linha com demanda importante é a dos equipamentos voltados para secagem e beneficiamento. Ano de colheita alta demanda mais infraestrutura de secagem, porque se ela não estiver bem dimensionada, o cafeicultor não consegue colher todo o café projetado”, explicou o presidente da Pinhalense.

Fonte: Portal do Agronegócio

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12 - Ipesi


A Junker mostrará a retificadora cilíndrica externa CNC modelo Numerika da Zema e outras inovações da tecnologia de retificação. A retificadora de rebolos convencionais é especializada na produção em série de uma grande variedade de peças. No comando CNC podem ser arquivados diversos programas, para as mais variadas famílias de peças. Como resultado, o processo de produção de uma peça poderá ser trocado com rapidez para o de outra peça. A máquina pode ser utilizada com um sistema automático opcional de carga e descarga, permitindo um processo de produção sem interferências.

Com as robustas retificadoras de rebolos convencionais para retificação, a Junker oferece um excelente complemento as linhas de retificadoras de alta velocidade CBN. A Numerika processa de forma precisa e confiável várias peças, flanges e espigas de virabrequins, turbo compressores e eixos de transmissão. Além disso, os clientes se beneficiam da assistência técnica mundial do Grupo Junker.

Para a usinagem de materiais duros, os rebolos de retificação podem ser facilmente substituídos. A troca de rebolos corundum para diamantados é bem-sucedida após passos simples. De forma padrão, a retificadora cilíndrica externa possui uma base de máquina robusta, guias hidrostáticas e cabeçotes de retificação com mancais hidrostáticos ou rolamentos de alta precisão. Comando de fácil utilização com todos os seus menus intuitivos permitem uma retificação precisa com rebolos convencionais. O resultado são peças com excelente qualidade de superfície.

No estande, a empresa irá expor a retificadora cilíndrica CNC Numerika G800 Plus, que admite diâmetro máximo da peça de 450 mm; comprimento máximo retificável de 800 mm; distância máxima entre pontos de 900 mm; altura dos centros de 230 mm; peso máximo entre ponto de 120 kg; e inclinação máxima da mesa de 0 graus.

A empresa ainda apresentará o exaustor de névoa eletrostático AC3002 CIP da LTA, que pertence ao Grupo Junker. No novo exaustor de névoa AC 3002 CIP são utilizados apenas elementos de filtros regeneráveis. Através de dispositivo de lavagem automática, eles podem ser limpos na frequência desejada sem aditivos químicos ou soluções aquosas.

O modelo AC 3002 CIP é um exaustor de névoa eletrostático em design compacto para a extração de névoa de óleo ou emulsão com a função "Cleaning-in-Place". O conceito sustentável é um marco tecnológico para o ar limpo na indústria metalúrgica. Graças à combinação inovadora de filtros regeneráveis e dispositivos de lavagem automática, os filtros podem ser limpos na frequência desejada. Isso protege o meio ambiente e reduz os custos. O descarte e a aquisição de filtros novos são completamente eliminados. Os elementos de filtros do AC 3002 CIP são limpos pelo próprio líquido refrigerante da máquina. Os bicos de limpeza específicos são alimentados por bocais especiais de enxague, localizados no interior do sistema de exaustão. Após a limpeza, as impurezas retornam para o sistema central. Após cada ciclo de enxague é assegurado líquido refrigerante limpo.

Serviço:

Feimec - Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos

Data: 24 a 28 de abril de 2018, no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Horário: Das 10h às 19h (dia 28, das 9h às 17h)

Iniciativa: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Patrocínio Oficial: Romi

Mais informações: www.feimec.com.br

Fonte: Ipesi

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13 - Vendas de máquinas e equipamentos caem 1,1% em janeiro


As vendas da indústria brasileira de máquinas e equipamentos apresentou queda em janeiro. O resultado no primeiro mês do ano foi de R$ 4,38 bilhões, 1,1% a menos em relação ao mesmo mês do ano passado. Os dados divulgados são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)

Já as exportações apresentaram forte crescimento em janeiro. Foram vendidos ao exterior US$ 820,93 milhões, 84,4% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado. De acordo com a ABIMAQ, o resultado é reflexo do desempenho muito baixo de janeiro de 2017 – o segundo pior resultado desde janeiro de 2006.

“De forma geral, boa parte da melhora observada nos últimos meses das exportações pode ser explicado pelo crescimento da atividade econômica no mundo, e também pela fraca demanda interna, que tem influenciado muitas empresas a manterem suas atividades produtivas nas exportações, ainda que, eventualmente, com rentabilidade reduzida em função do câmbio apreciado”, destacou a entidade em nota.

Os principais destinos das exportações brasileiras de máquinas e equipamentos foram a América Latina, Europa e os Estados Unidos. A participação da América Latina foi menor, em função do aumento da participação dos EUA e, principalmente, da Europa.

A indústria de máquinas e equipamentos terminou o mês de janeiro com 291,2 mil pessoas ocupadas. Na comparação com janeiro de 2017, houve redução de 1.669 postos de trabalho, a 49º queda consecutiva nesse tipo de comparação.

Fonte: Agência Brasil, RedeNotícia, Canal Dana, Portal GR News

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14- ABIMAQ criará segmento especial para atender à crescente demanda do setor de defesa


O setor de óleo e gás já dá sinais de melhora, mas ainda está longe de viver uma grande retomada de negócios na visão do líder da comissão de óleo e gás da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), Marcelo Campos. “Ainda não estamos no chamado ‘tempo ótimo’. A partir de 2019, com as contratações de novas UEPs, talvez possamos ver o nível de atividade aumentando. E 2020 pode ser o ano de retomada definitiva”, afirmou o executivo. Enquanto o mercado de óleo e gás ainda está se aquecendo, outra área vem despertando bastante interesse – a de defesa. “Este mercado é muito sólido e constante. Embora o Brasil venha dilapidando seu patrimônio militar ao longo dos últimos anos, o sucateamento gerou deficiências de defesa. E as forças armadas começaram a sinalizar isso para o governo”, explicou. Campos diz que, por conta disso, a ABIMAQ planeja criar um segmento focado apenas no setor de defesa. O executivo é diretor geral da empresa Roxtec e revela que a companhia também tem bons olhos para este segmento. “No projeto dos submarinos, por exemplo, fizemos fornecimento de nossas soluções. Estamos trabalhando ativamente com o Departamento de Engenharia Naval da Marinha”, concluiu.

Quais são as suas perspectivas para o mercado de óleo e gás, do ponto de vista da ABIMAQ?

O Brasil teve a retomada dos leilões, com resultados expressivos de aquisição de campos pelas empresas estrangeiras, com a diversificação do portfólio de clientes que o mercado pode ter. Apesar disto, a indústria de fornecimento ainda não vê 2018 como o ano da retomada. Até porque se você olhar, a própria Abespetro cita em seu plano estratégico que as operadoras pretendem transformar 10 anos em 4. O tempo do primeiro óleo ainda é longo no Brasil. Quando as empresas chegam ao primeiro óleo, já adquiriram todos os equipamentos e unidades estacionárias de produção (UEP). Uma vez que tivemos o leilão no ano passado, a ABIMAQ não vê o ano de 2018 como o da retomada. Ainda não estamos no chamado “tempo ótimo”. A partir de 2019, com as contratações de novas UEPs, talvez possamos ver o nível de atividade aumentando. E 2020 pode ser o ano de retomada definitiva. 

Como avalia a questão da discussão do conteúdo local?

Do ponto de vista da indústria, o conteúdo local estabelecido em 40% é plenamente factível. Ele não deve ser visto como item de protecionismo e sim uma forma de tratar os mercados interno e externo com isonomia. Tivemos recentemente um projeto da P-74, com índice próximo dos 50%. A P-76 foi feita na Technit, com 60% de conteúdo local inédito. Os índices hoje estabelecidos são plenamente factíveis. A indústria espera que essa questão de conteúdo local fique no passado. E a partir de então, que o País passe a falar de competitividade.  O Brasil não pode viver de conteúdo local. A indústria não quer isso – muito pelo contrário. Hoje, por conta do Custo Brasil, não temos como competir em condições iguais e o conteúdo local veio para dar essa questão igualitária para competir com o exterior. 

Que fatores prejudicam a competitividade brasileira?

Os estaleiros da China e Singapura, com a ausência de encomendas, estão abaixando os preços. Todos esses países, inclusive, estão com o câmbio desvalorizado. Nosso câmbio ainda não está no lugar, ele está sobrevalorizado e apreciado em relação ao dólar. Na outra ponta, nossos concorrentes internacionais todos desvalorizaram o câmbio. Então, é uma plena guerra cambial em andamento. Desta forma, somado ao fato que estes países têm incentivos de seus respectivos governos e preços de mão de obra menores, fica impossível de competir. Por isso, ao meu ver, o conteúdo local vem para blindar esse efeito negativo. Do contrário, desmobiliza o parque nacional inteiro que foi construído para atender a demanda apresentada pela Petrobrás. Não vejo como desenvolver o mercado de óleo e gás sem uma base industrial instalada aqui.

Por quê?

Mesmo que você compre os equipamentos no exterior, eles vão operar aqui. As UEPs, por exemplo, vão operar por 20 anos. E por isso, elas vão precisar de um fornecedor local de equipamentos. Se o País comprar tudo no exterior, como ele vai operacionalizar as demandas de OPEX? Então, salutar que o Brasil mantenha um nível mínimo da base instalada aqui até por conta da garantia de operacionalidade das plataformas. 

E a cadeia nacional demonstra ter plena capacidade de atender às demandas?

Fica evidente que a indústria brasileira é extremamente diversificada. Tem capacidade tecnológica e mão de obra. A nossa indústria tem certas vocações. Até o conteúdo local está em linha com isso, com as vocações que a nossa indústria brasileira tem. Alguns equipamentos, até por conta da demanda local, não precisam ser feitos no Brasil. Isso é plenamente compreensível. A cadeia nacional não quer 100% de conteúdo local, porque isso não é factível. É importante deixar claro que esse viés de quem rebate o conteúdo local alegando protecionismo e reserva de mercado é um discurso passado. Existem muitos entes desse mercado que não tem compromisso nenhum com a sociedade. A indústria na verdade vem para confrontar esse status quo. 

O petróleo é uma riqueza finita. Tivemos a sorte de encontrar o pré-sal e precisamos deixar o legado para a sociedade do que está sendo extraído. Do contrário, o país está se tornando um mero exportador de commodities. Queremos um país desenvolvido, com tecnologia, e os recursos precisam ser investidos aqui. Não temos nenhum direcionamento político, queremos apenas o desenvolvimento. A despeito de alguns entes do mercado dizerem que o conteúdo local é uma questão ideológica. Um país não deixa de ser pobre só pelo fato de ter muito petróleo. A Nigéria e a Angola são exemplos. Precisamos ter isso em mente. E para não ter pobreza no Brasil, precisamos gerar empregos e qualificar a população. Estávamos fazendo isso muito bem nos últimos 12 anos. Essa guinada precisa ser combatida e, dentro desse contexto, a ABIMAQ desempenha papel fundamental para contrapor os entes que afirmam que basta explorar o petróleo para gerar emprego e renda. Isso é uma falácia e um desrespeito com a sociedade.

E qual sua expectativa em relação ao mercado de descomissionamento?

É algo muito novo para nós. O descomissionamento é novo e carece de regulamentação. Existem uma série de perspectivas que ainda estão em estudo. Embora seja um mercado interessante, as UEPs – junto com refinarias e infraestrutura de midstream – continuam sendo o grande filão de investimentos em óleo e gás. O descomissionamento é uma cereja no bolo.

Quais os próximos passos da ABIMAQ?

A associação está planejando criar um segmento de defesa. Este mercado é muito sólido e constante. Embora o Brasil venha dilapidando seu patrimônio militar, o sucateamento gerou deficiências de defesa. E as forças armadas começaram a sinalizar isso para o governo.

Os caças Gripen, por exemplo, já foram comprados. O projeto dos submarinos tem sido um sucesso. O lançamento das quatro corvetas Tamandaré tem sido um sucesso até o momento, com 22 players internacionais e nacionais. Tem ainda os 28 navios patrulha de 500 toneladas que é outra prova de que o reaparelhamento, além de extremamente necessário para garantir a operacionalidade tática ao Brasil, também gera um grande rol de encomendas. A nossa indústria sempre foi muito capacitada para fornecer para esse setor. Já existe uma capacidade tecnológica pronta, a mesma que está disponível para o naval e offshore.

Falando um pouco também da Roxtec, a empresa tem projetos nessa área militar?

A companhia atua em sete verticais de negócios no Brasil, uma delas é a naval, offshore e militar. O projeto dos submarinos, por exemplo, fizemos fornecimento de nossas soluções. Estamos trabalhando ativamente com o Departamento de Engenharia Naval da Marinha. As nossas soluções vão nas anteparas de tanques do submarino. Cuidamos da passagem de cabos e tubos destas anteparas.

E quais os demais projetos em andamento da empresa?

Estamos com participação em térmicas à gás, nos FPSOs em construção (Libra e Mero 1), estamos em negociação para fornecimento. Em barcos de apoio, também tivemos fornecimento. Possuímos uma relação muito próxima a este mercado naval/offshore. Nossos fornecimentos são quase que mensais.

E quais os planos de crescimento da Roxtec para o médio prazo?

Em linha com os investimentos que o Brasil vai fazer em infraestrutura, tanto em tecnologia como em geração, transmissão e distribuição de energia, estamos investindo muito no segmento de data center, no setor de telecomunicações, na área de geração de energia eólica, solar e térmica. Estamos também em transmissão de energia com subestações e na distribuição de energia com a última milha, as vedações das distribuidoras, chamadas de underground, que são subterrâneas. Outro mercado que vemos com bons olhos é o de ferrovias.

Fonte: Petro Notícias, Meio Filtrante

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15 - Brasile: tasso di investimento scende al 15,5 per cento, il livello più basso dal 1996 (2)


Nel quarto trimestre del 2017 gli investimenti in macchinari e attrezzature sono cresciuti del 2 per cento rispetto al trimestre precedente. Si è trattato del secondo trimestre consecutivo di aumento. La ripresa è stata sostenuta dalla crescita della produzione interna, aumentata del 3 per cento nel 2017. Secondo l’Associazione brasiliana dell'industria delle macchine e attrezzature (Abimaq), la ripresa è però ancora limitata agli investimenti per la manutenzione e la modernizzazione del parco industriale, che rimane con alti indici di inattività. "Anche con questi elevati indici di inattività, l'imprenditore brasiliano si rende conto che deve investire per guadagnare competitività", ha commentato il presidente dell’Abimaq, José Velloso. L’Abimaq si aspetta che le vendite dell'industria crescano almeno del 5 per cento entro il 2017, ma non ha ancora registrato una forte ripresa degli investimenti nel paese. "Con un tetto massimo di spesa pubblica il governo non può investire. E le grandi aziende, che contribuiscono all'investimento, sono fortemente indebitate e stanno disinvestendo", afferma Velloso.

Fonte: Agenzia Nova

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Comércio Internacional

01 - EUA anunciam sobretaxa a aço e alumínio importados


O presidente Donald Trump anunciou ontem que vai impor sobretaxa de 25% nas importações de aço e de 10% nas de alumínio, alegando necessidade de proteger a indústria americana por razão de segurança nacional, para ter aço para produzir equipamento militar. A tarifa deve afetar exportações de aço brasileiro para os EUA.

A medida unilateral eleva as tensões no comércio global e poderá levar países exportadores a criar uma coalizão para reagir em conjunto. Parece claro que os exportadores, que têm se reunido para debater a situação, não ficarão de braços cruzados. Ontem o governo brasileiro ameaçou retaliar (leia texto Medida pode afetar US$ 2,5 bi de exportação do Brasil).

Alguns países poderão partir logo para a retaliação, em vez de esperar o resultado de um longo processo no sistema de disputas da Organização Mundial do Comércio (OMC) - que Washington quer desmantelar cada vez mais.

A ação de Trump visa principalmente a China, que já diminuiu enormemente as suas exportações para os EUA por causa de taxas antidumping. Além da China, os principais exportadores de aço hoje são Canadá, Brasil, Coreia do Sul, México e Turquia. Mas Washington reclama do excedente chinês, que faz Pequim exportar muito para terceiros mercados e derrubar o preço mundial. Os demais países exportam em seguida produtos siderúrgicos baratos para os EUA.

Ao receber representantes da siderurgia americana na Casa Branca, Trump anunciou ontem que aplicará sobretaxas "por um longo período". Aparentemente, a briga é feia entre os assessores da Casa Branca sobre o tema, inclusive pelo impacto que pode ter na indústria local, com aumento de preços.

Trump teria escolhido a primeira das três recomendações feitas pelo secretário Wilbur Ross para proteger a siderurgia americana, a tarifa de 25% em importações de aço originárias de todos os países.

As duas outras opções eram taxação de 53% sobre o aço importado de 12 países, incluindo Canadá, Brasil e China, ou imposição de cota (volume limitado para entrar no mercado americano). A tarifa de 25% sobre as importações de aço aos EUA, portanto, é a opção menos ruim para o Brasil.

Diante da imprevisibilidade de Trump, ninguém se arrisca a dizer se a sobretaxa de 25% escolhida afetará todos os produtos de aço e todos os países importadores, ou será haverá exceções. O detalhamento da medida ainda não saiu.

A se julgar pelos movimentos no cenário internacional, isso poderá provocar uma articulada reação de grandes exportadores de aço. Dependendo dos detalhes da medida americana, uma denúncia na OMC contra os EUA parece certa e poderá ter um número enorme de participantes. Nesse caso, Washington terá de argumentar com exceções previstas pela OMC.

Nas regras da OMC, o artigo 21 do Acordo Geral de Tarifas e Comércio (Gatt, na sigla em inglês) estabelece exceções sobre direitos e obrigações de um país por motivos de segurança nacional como aumentar tarifas em períodos de guerra, por exemplo. Esse artigo, porém, nunca foi realmente testado, pelo risco de propagação de seu uso no comércio mundial para atacar produtos concorrentes.

Para países exportadores, utilizar essa exceção é abusivo. E abre o precedente para outros países usarem o mesmo pretexto de segurança nacional contra outros produtos que eventualmente incomodem a indústria local.

Outros tem mais pressa. A União Europeia já ameaçou com barreiras ao uísque bourbon do Kentucky e aos lácteos do Wisconsin. A China abriu recentemente um caso para limitar a entrada de sorgo americano e poderá fazer o mesmo contra a soja. O ministro da Fazenda do México, Ildefonso Guajardo, teria alertado os EUA sobre o plano mexicano de retaliação. 

Em março de 2002, países exportadores, incluindo o Brasil, fizeram uma coalizão para reagir à sobretaxa de 30% imposta pelo então presidente americano, George W. Bush, contra vários tipos de aço importado, para ajudar a siderurgia americana. 

Houve alta quase imediata do preço da commodity, que chegou a 70% em determinado momento. A medida gerou ainda um saldo negativo de 200 mil empregos na indústria americana como um todo. Bush teve de retirar a sobretaxa 16 meses antes do prazo de três anos, após a OMC considerar a medida ilegal e a Europa ameaçar retaliar produtos americanos. 

Os detalhes que serão anunciados na semana que vem não estão claros, e parece haver divergência no governo. Trump continua sob pressão também de seu Partido Republicano, preocupado com aumento de preços de bens de consumo nos EUA.

Fonte: Valor Econômico

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Conjuntura

01 - Economia do País avança 1% em 2017 e encerra ciclo de 2 anos de recessão


No entanto, a alta de apenas 0,1% do consumo das famílias acendeu um alerta sobre a capacidade de expansão da demanda neste ano; consultorias e governo esperam PIB de 1,9% a 3% em 2018
A economia brasileira cresceu 1% em 2017, encerrando, desta forma, um ciclo de dois anos de recessão. No entanto, o desempenho do consumo das famílias no quarto trimestre gerou dúvidas sobre o ritmo de expansão da demanda.

Nos últimos três meses de 2017, o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 0,1% na comparação com o trimestre imediatamente anterior (na margem), segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE) ontem. A variação ficou abaixo do que a alta de até 0,4% que o mercado vinha esperando.

O economista da 4E Consultoria Thiago Curado avalia que esse comportamento veio na esteira dos “números ruins” do consumo das famílias (+0,1%), pela ótica da demanda, e da atividade dos serviços (+0,2%) e do comércio (+0,3), pelo lado da oferta, na mesma base de comparação.

“Havia uma expectativa de que esses componentes – que puxaram o início da recuperação – ganhassem um pouco mais de fôlego no quarto trimestre. No entanto, eles deram uma patinada, acendendo o sinal amarelo sobre essa fonte de dinamismo”, diz Curado.

No segundo e no terceiro trimestres de 2017, o consumo das famílias, por exemplo, chegou a registrar altas de 1,2% e 1%, respectivamente, estimuladas pela liberação das contas inativas do FGTS e da surpresa desinflacionária, que acabou promovendo um aumento real da renda de 2,3% em 2017. “Com o consumo crescendo apenas 0,1% no quarto trimestre, fica a dúvida se este número reflete apenas uma ‘ressaca’ do período anterior, ou se está sinalizando que a expansão das compras das famílias, neste início de 2018, ocorrerá em ritmo menor do que o mercado vinha projetando”, completa Curado, que prevê avanço de 1,9% para o consumo neste ano, após o indicador ter marcado elevação de 1% em 2017.
O analista da Tendências Consultoria Thiago Xavier afirma, por sua vez, que esperava uma expansão do PIB de 0,4% na margem no quarto trimestre. Segundo ele, a desaceleração da atividade do comércio surpreendeu, ao passar de alta de 1,7% no terceiro trimestre, para um aumento de 0,3%, no último. Contudo, esses dados não sinalizam uma piora nas projeções da Tendências, que espera acréscimo de 3% nas compras das famílias em 2018.

“Eu ainda vejo um cenário benigno para o consumo à frente. Há fatores que estão melhorando a situação financeira das famílias”, diz Xavier, citando o ambiente de inflação controlada, expansão das concessões de crédito para a pessoa física e aumento da ocupação. “Por mais que a geração de vagas esteja sendo impulsionada pela informalidade, isso significa que as pessoas estão obtendo remuneração, processo que eleva a massa de rendimentos”, afirma Xavier. Para o PIB deste ano, a Tendências espera expansão de 2,8%, enquanto a 4E calcula crescimento de 1,9%.

Mercado de trabalho

O professor de economia da Trevisan Escola de Negócios Walter Franco Lopes comenta, por sua vez, que a dinâmica do mercado de trabalho neste primeiro trimestre irá indicar o ritmo de expansão do PIB. “Se houver um desempenho positivo na geração de vagas e redução do desemprego no início do ano, o empresariado vai começar a tomar crédito para investir”, afirma Lopes.

Segundo Curado, o “sinal amarelo” acendido pela dinâmica do consumo também colocou em dúvida a capacidade de crescimento dos investimentos em 2018, já bastante minimizada pelas incertezas políticas deste ano eleitoral. Em 2017, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, investimentos) caiu 1,8%, ante 2016, sendo, assim, a quarta queda anual. Para este ano, a 4E espera um crescimento de 6,7% da FBCF, o que, para Curado, está longe de recuperar a retração acumulada de 27,4%.

Já para o pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Claudio Considera, a expansão de 1% do PIB em 2017 foi significativa, contudo, para o País conseguir crescer acima de 3% em 2019, 2020, precisará implementar reformas fiscais.

O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ainda ontem, defendeu que o ritmo de avanço da economia é forte e manteve a projeção de alta de 3,0% para 2018. Questionado sobre o aumento de 0,2% na renda per capita em 2017, ele respondeu que esse indicador tem um processo de defasagem, devido à longa recessão.

Fonte: DCI

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Setor

01 - Petrobras anuncia quedas de 0,97% no preço da gasolina e de 0,18% no diesel


A Petrobras anuncia que, com o reajuste que entrará em vigor no sábado, 3, o preço médio do litro da gasolina A sem tributos nas refinarias será de R$ 1,59480, queda de 0,97% em relação à média atual, de R$ 1,6105. O valor médio nacional do litro do diesel A cairá 0,18%, para R$ 1,7463 ante o preço de R$ 1,7495 atual.

A nova política de revisão de preços foi divulgada pela petroleira no dia 30 de junho de 2017. Com o novo modelo, a Petrobras espera acompanhar as condições do mercado e enfrentar a concorrência de importadores.

Fonte: DCI

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