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Edição 9764 de 29/06/2018

Destaque

01 - Administração de Almoxarifado é tema de curso na ABIMAQ


Com o propósito de apresentar uma visão ampla da área de Almoxarifado, a ABIMAQ promoverá o curso Administração de Almoxarifado, no qual se discutirá técnicas para uma gestão eficaz por meio da análise das atividades a fim de reduzir estoques, liberar capital de giro e melhorar o nível de atendimento. O conteúdo se destina a profissionais administrativos, que ocupam cargos médios e de liderança nas áreas de logística, PCP, compras, almoxarifado e expedição. O treinamento será dado no dia 16 de julho na sede da associação, das 9h às 18h.

Fábio Tozzini é o ministrante. Ele possui MBA de Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas e é administrador de empresas com especialização em Negócios Internacionais. Atua há 32 anos no meio econômico-financeiro, onde integrou a linha de frente de bancos comercias, tendo trabalhado como gerente de contas nos Bancos Santander e Itau/Unibanco. Foi o mais jovem gerente de bancos no Brasil durante os anos 90. É diretor da Tozzini Consultores Associados, onde atua como especialista nas áreas de Custos, Financeira e Crédito e já treinou aproximadamente 20 mil executivos em todo o país, ministrando treinamentos de Custos e Formação de Preço, Administração Financeira, Fluxo de Caixa, Analise, Concessão e Recuperação de Créditos, Controladoria, entre outros.

 Programa

– Uma visão estratégica do Almoxarifado;
– Sistemas e tipos de estoques;
– Recursos disponíveis do Almoxarifado;
– Objetivos do planejamento, controle e manutenção de estoques;
– Funções e custos relacionados da armazenagem;
– Identificação e classificação das mercadorias para estocagem;
– Classificação ABC e Estoque de segurança;
– Planejamento físico de estoques, lay-out e área de armazenagem;
– Nível estratégico de materiais: políticas e técnicas de redução de matéria-prima;
– Carga, Descarga e Transportes;
– A importância do Housekeeping 5 “S” no almoxarifado;
– Discussão de casos práticos. 

Serviço

Administração de Almoxarifado – SP
Data: 16/07/2018
Horário: das 9h às 18h
Local: ABIMAQ – Av. Jabaquara, 2925 – Entrada Social: Rua Bento de Lemos, s/n (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Para mais informações e inscrição, acesse www.ABIMAQ.ogr.br ou entre em contato pelo telefone (11) 5582-6321/5703

Fonte: Jornal Dia Dia

Índice

02 - Paralisação do setor rodoviário afetou fabricantes de máquina


Segundo a ABIMAQ, a indústria brasileira de bens de capital registrou uma receita líquida de R$ 5,8 bilhões no mês de maio, cifra que representa uma queda de 6,2% sobre o mesmo mês do ano passado e de 3,1% frente a abril deste ano.

De acordo com a entidade, este mau desempenho deveu-se principalmente ao impacto da greve dos caminhoneiros e do locaute das transportadoras no mês passado. Mas, ao contrário de outros setores, a principal baixa causada pela paralisação se deu nas exportações, não no mercado interno. As exportações, de US$ 519,7 milhões, encolheram 26,4% na comparação anual e 39,7% de um mês para o outro.

Já a receita líquida no mercado interno totalizou R$ 3,91 bilhões, 2,4% acima de igual período de 2017 e aumento de 29% em comparação com abril. O consumo aparente manteve a recuperação e chegou a R$ 8,4 bilhões, alta de 15% na comparação anual e de 3,4% perante abril. As importações atingiram US$ 1,08 bilhão, avanço de 18,6% e queda de 16,9%, respectivamente.

A ABIMAQ também informou que o número de postos de trabalho terminou o mês de maio em 294.647 pessoas, 0,3% a menos do que em abril, mas com um crescimento de 1,1% sobre maio de 2017.

Fonte: Ipesi

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03 - ABIMAQ: exportação foi segmento que mais sofreu com greve dos caminhoneiros


Em máquinas e equipamentos, as exportações representam o segmento que mais sofreu com a greve dos caminhoneiros em maio, segundo a ABIMAQ, entidade que reúne as empresas do setor. Segundo o economista da ABIMAQ Maurício Medeiros, as vendas externas, que vinham ao redor de US$ 800 milhões ao mês até abril, caíram para US$ 500 milhões em maio.

A expectativa, de acordo com o economista, é de que a forte queda seja parcialmente compensada pela recuperação nos embarques no mês de junho. Para o presidente da ABIMAQ João Carlos Marchesan, a alta do dólar vai favorecer as exportações do setor, o que vai, por consequência, despertar a demanda interna. “O dólar ao redor de R$ 3,80 é a taxa que nós sempre quisemos”, disse, acrescentando que algo como 49% do faturamento do setor deriva das exportações.

Fonte: Agência Estado, Intelog)

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04 - Campo Aberto – R$ 5,1 bilhões


Foi o faturamento do segmento de máquinas agrícolas, de janeiro a maio, segundo levantamento da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

Fonte: Zero Hora, Alfonsin

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05 - Tensão entre USA e China pode beneficiar o Brasil, diz ABIMAQ


As recentes medidas dos Estados Unidos contra a China em relação à questão das tarifas de importação contra produtos chineses e restrições de investimento poderão beneficiar o Brasil, segundo a ABIMAQ – Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos. O presidente da instituição, João Carlos Marchesan, em entrevista coletiva sobre os indicadores conjunturais de maio de 2018, na tarde desta terça-feira (26), destacou que se o Brasil tiver mais segurança jurídica, marco regulatório melhor e um ambiente de negócios de perspectivas, o país não terá apenas a China e os Estados Unidos como investidores, e sim muitos países do mundo investindo no Brasil e os próprios brasileiros, que hoje estão reticentes, aguardando um bom momento, deverão voltar a investir também.

Na visão da ABIMAQ, o Brasil precisa para 2019, um presidente que foque em uma política de Estado e não uma política de Governo. “Teremos muito mais investidores se o Brasil adotar uma política que foque no desenvolvimento e na próxima geração. A ABIMAQ entende que só o investimento de hoje levará ao crescimento de amanhã e para isso deve-se começar pela infraestrutura”, destacou Marchesan.

O valor representa recuo de 3,9% em relação a igual período do ano passado.

Fonte: Panashop, Brazil Modal, Intelog

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Comércio Internacional

01 - PIB do Reino Unido cresce 0,2% no 1º trimestre, mostra leitura final


A economia do Reino Unido cresceu com um pouco mais de força do que se imaginava entre janeiro e março.

Dados finais publicados hoje pelo Escritório de Estatísticas Nacionais (ONS, na sigla em inglês) mostram que o Produto Interno Bruto (PIB) britânico teve expansão de 0,2% no primeiro trimestre de 2018 ante os últimos três meses do ano passado. Em suas duas primeiras estimativas, o ONS havia calculado avanço de 0,1% no período. Já na comparação anual, o PIB do Reino Unido teve alta de 1,2% no primeiro trimestre, como foi estimado anteriormente. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam que não haveria revisão em nenhum dos casos, com ganho trimestral de 0,1% e acréscimo trimestral de 1,2%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Inflação anual na zona do euro acelera para 2% em junho, como previsto


O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 2% na comparação anual de junho, ganhando força em relação ao aumento de 1,9% verificado em maio, segundo dados preliminares divulgados hoje pela agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. A prévia de junho veio em linha com a expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal. 

O resultado também mostrou que a inflação na zona do euro agora está acima da meta do Banco Central Europeu (BCE), que é de uma taxa ligeiramente inferior a 2%.Apenas o núcleo do CPI do bloco, que exclui os preços de energia e de alimentos, teve alta de 1% na comparação anual de junho, também como previam analistas.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Vendas no varejo alemão caem 2,1% em maio e frustram expectativas


As vendas no varejo da Alemanha caíram 2,1% em maio ante abril, no cálculo com ajustes sazonais, segundo dados divulgados hoje pela agência de estatísticas do país, a Destatis. O resultado frustrou analistas consultados pela Trading Economics, que previam queda bem menor, de 0,5%.Na comparação anual, as vendas no varejo alemão recuaram 1,6% em maio, em termos reais.

O indicador de vendas no varejo alemão é volátil e sujeito a grandes revisões. Por esse motivo, economistas normalmente acompanham os números mensais com cautela e levam mais em consideração as médias em três meses.


Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - Confiança de serviços cai 2,1 pontos em junho ante maio, revela FGV


O Índice de Confiança de Serviços (ICS) recuou 2,1 pontos na passagem de maio para junho, para 86,7 pontos, na série com ajuste sazonal, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta sexta-feira, 29. Com o resultado, o indicador desceu ao patamar mais baixo desde setembro de 2017, após quatro meses de quedas consecutivas. Em médias móveis trimestrais, o índice teve diminuição de 1,6 ponto.

"A confiança do setor de serviços manteve, em junho, a trajetória de queda iniciada em março, influenciada pela continuidade do movimento de calibragem das expectativas, sobretudo em relação ao ambiente de negócios, e pela deterioração da percepção sobre a situação corrente. A greve dos caminhoneiros, em maio, desorganizou de modo significativo vários segmentos da economia, e contribuiu ampliando assim os efeitos negativos sobre a confiança relacionados à incerteza política. 

O cenário é de uma recuperação bastante discreta no nível de atividade para os próximos meses", avaliou Silvio Sales, consultor do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Houve piora em dez das 13 principais atividades pesquisadas. O Índice de Expectativas (IE-S) caiu 2,7 pontos, para 88,7 pontos. Já o Índice da Situação Atual (ISA-S) recuou 1,5 ponto, para 85,1 pontos.

No IE-S, o item que mais contribuiu negativamente em junho foi o que mede a Tendência dos negócios nos próximos seis meses, com redução de 4,2 pontos, para 87,1 pontos, acumulando perda de 14,0 pontos nos últimos quatro meses. No ISA-S, a maior pressão negativa partiu do componente Situação atual dos negócios, com queda de 2,0 pontos, para 85,4 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de Serviços recuou 1,0 ponto porcentual em junho ante maio, para 81,1%, o menor nível da série histórica. A coleta de dados para a edição de junho da Sondagem de Serviços foi realizada entre os dias 4 e 26 do mês.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Governo central tem déficit primário de R$11 bi em maio, melhor que o esperado


O governo central (Tesouro Nacional, Banco Central e Previdência Social) registrou déficit primário de 11,024 bilhões de reais em maio, cifra melhor que o esperado diante do quadro de despesas em queda, mas que tende a ficar pior após a greve dos caminhoneiros e que levou o governo a usar boa parte de sua folga fiscal para atender o pleito da categoria.

O resultado divulgado nesta quinta-feira pelo Tesouro é o melhor para maio desde 2015, quando houve déficit primário de 8,553 bilhões de reais e veio melhor que o esperado em pesquisa Reuters com analistas, de rombo de 12,1 bilhões de reais no mês passado.

Em maio de 2017, o rombo primário havia sido de 29,387 bilhões de reais. Segundo o Tesouro, o dado de agora foi influenciado positivamente pela antecipação do pagamento de precatórios (9,5 bilhões de reais) e resgate de 3,5 bilhões de reais do Fundo Soberano.

"Ajuste fiscal no Brasil vai cada vez mais depender da dinâmica das despesas obrigatórias", afirmou a jornalistas o secretário do Tesouro, Mansueto de Almeida Jr. "Isso significa mudar regras, seja benefícios ligados a Previdência, gastos com pessoal ou subsídios", acrescentou. Para 2018, a meta do governo central é de déficit primário de 159 bilhões de reais, sendo que nos 12 meses até maio, o rombo estava em 106,2 bilhões de reais.

O resultado foi influenciado por receitas líquidas, que somaram 87,759 bilhões de reais em maio, com alta real (descontada a inflação) de 9,8 por cento. No mês passado, houve pagamento de dividendos da Caixa Ecônomica Federal (2,8 bilhões de reais) e do Banco de Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (1,5 bilhão de reais).As despesas tiveram queda real de 7,2 por cento em maio sobre um ano antes, a 102,283 bilhões de reais.

O Tesouro informou ainda que o rombo da Previdência chegou a 15,096 bilhões de reais no mês passado, queda real de 18,6 por cento sobre maio de 2017, enquanto Tesouro e BC registraram juntos superávit primário de 4,072 bilhões de reais.

O governo vem reiterando a viabilidade da meta fiscal deste ano, mas a tarefa ficou mais difícil após a greve dos caminhoneiros em maio, que causou forte desabastecimento no país e afetou a atividade econômica e a arrecadação.

Além disso, o governo arcou com custo fiscal de mais de 15 bilhões de reais para atender a demanda da categoria e conseguir reduzir o preço do diesel.

Os economistas pioraram muito as expectativas para o déficit primário do governo central neste ano, segundo o relatório Prisma Fiscal divulgado pelo Ministério da Fazenda. Pela mediana, a projeção subiu a 151,192 bilhões de reais, contra 138,543 bilhões de reais anteriormente.

Pesquisa Focus do BC, que ouve uma centena de economistas todas as semanas, mostra que a estimativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) do país neste ano estava em torno de 1,5 por cento, depois de ter chegado a 3 por cento alguns meses antes.

O Tesouro divulgou ainda que a margem de insuficiência para o cumprimento da regra de ouro é de 102,5 bilhões de reais em 2018, levando em consideração recursos repassados pelo BNDES, 27,5 bilhões de reais do fundo soberano, 17,4 bilhões do Fundo Nacional de Desenvolvimento (FND), entre outros.

"O governo trabalha com outras medidas que assegurarão o cumprimento da regra de ouro em 2018, que incluem outros pagamentos antecipados do BNDES", trouxe o Tesouro em nota.
A regra de ouro impede que o governo emita dívida para bancar despesas de custeio, como salários.

Fonte: Reuters

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03 - BNDES confirma devolução de R$ 30 bi ao Tesouro


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira, 28, que foi autorizada a devolução antecipada de mais R$ 30 bilhões de sua dívida com a União nesta quinta-feira. A devolução será efetivada nesta sexta-feira, dia 29, informou o banco de fomento, em nota divulgada nesta quinta.

Segundo o BNDES, com mais esse pagamento, o total de devoluções desde dezembro de 2015 soma R$ 240 bilhões. "A liquidação de R$ 30 bilhões seguiu decisão aprovada pela diretoria do BNDES, em 13 de junho, e pelo Conselho de Administração do Banco, no dia 19, seguindo o mesmo procedimento adotado em todas as operações de pré-pagamento desde dezembro de 2016", diz a nota.

Fonte: O Estado de São Paulo

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04 - Incerteza econômica fecha semestre no maior nível desde janeiro de 2017


A incerteza com os rumos da economia fechou o semestre em níveis elevados, refletindo indefinições nas agendas política-econômicas dos pré-candidatos, deterioração fiscal e ambiente externo turbulento. O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV) cresce desde março, porém disparou em junho em relação a maio, ao avançar 10,1%, para 125,1 pontos, maior nível desde janeiro de 2017 (125,4 pontos). Nos três meses imediatamente anteriores, o IIE-Br aumentou, na média, 4,16% a cada mês. Com o resultado de junho, o indicador manteve-se na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos) pelo quarto mês consecutivo.

O aumento da desconfiança fez o Banco Central (BC) diminuir significativamente a sua expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2018, de 2,6% para 1,6%, de acordo com o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado ontem. 

“A disparada da incerteza em junho foi desencadeada pela greve dos caminhoneiros, que aconteceu em maio, mas que gerou desdobramentos em junho, como a queda do ex-presidente da Petrobrás, [Pedro Parente], a elevação do dólar em relação ao real e reflexos na agenda fiscal [em decorrência dos subsídios aos diesel]”, diz o economista do Ibre-FGV, Pedro Costa Ferreira.

Para além dos efeitos da greve, Ferreira explica que a deterioração fiscal e a falta de clareza das agendas dos pré-candidatos são os fatores que têm mantido o nível de desconfiança alto. “A incerteza política está relacionada com a incerteza na economia. A situação fiscal não está resolvida. Então, a pergunta que os empresários se fazem é: será que o próximo presidente vai fazer uma reforma da previdência? Será que ele terá capital político para implementar mudanças fiscais? Será que ele vai respeitar o teto de gasto”, reflete o economista do Ibre.

“Se a situação fiscal estivesse resolvida, é provável que a política não gerasse tanta incerteza econômica”, diz. Para que as empresas tenham um horizonte de investimento de longo prazo, é importante que haja uma definição da política econômica a ser adotada nos próximos anos.

Além da questão fiscal, Ferreira menciona que os empresários ainda têm dúvidas sobre como será conduzida as políticas cambial e monetária, por exemplo. Na avaliação dele, o IEE-Br deve continuar volátil até as eleições, em outubro.

Baixo crescimento O professor de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Antônio Correa de Lacerda, ressalta que, antes dos acontecimentos de maio, a política econômica atual já não estava favorável para o crescimento. “O governo não atacou o spread bancário. Embora a taxa de juros básica tenha caído pela metade nos últimos anos, os juros para o consumidor final continuaram lá no alto. Este é um freio na atividade econômica”, considera.

“Outro freio é a forte redução dos investimentos públicos, travados pela implementação do teto para os gastos públicos”, complementa. “O baixo crescimento já estava dado”, reforça Lacerda.

Ele comenta ainda que demais fatores que estão agravando o nível de incerteza são a guerra comercial entre os Estados Unidos (EUA) e outras economias do mundo, e a elevação da taxa básica de juros norte-americana.

O RTI mostrou também que o BC cortou projeção de crescimento para os principais componentes do PIB. Pelo lado da oferta, a expectativa para a indústria recuou de 3,1% para 1,6% e, para o setor de serviços, de 2,4% para 1,3%. No sentido inverso, a perspectiva para a agropecuário saiu de uma contração de 0,3% para expansão de 1,9%.

No lado da demanda, o consumo das famílias passou de 3,0% para 2,1%, enquanto o investimento foi de 4,1% para 4%. A projeção para inflação de 2018 subiu de 3,8% para 4,2%, no cenário de mercado, entre o RTI de março e de junho, informou o BC.

Fonte: DCI

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Industria

01 - Brasil tem desemprego de 12,7% no trimestre até maio, diz IBGE


A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,7 por cento nos três meses até maio, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira. A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 12,6 por cento por cento no período.

Fonte: Reuters

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Setor

01 - Petrobras: preço médio da gasolina nas refinarias sobe 1,24%


A Petrobras anuncia que o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, que entra em vigor amanhã, 29, será de R$ 1,9262, alta de 1,24% ante o atual R$ 1,9027. Já o preço do diesel segue congelado em R$ 2,0316.

Fonte: Rápido no Ar

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