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Edição 9910 de 08/11/2018

Destaque

01 - ABIMAQ na Rádio e TV Jovem Pan


No dia 28 de outubro, o presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso, esteve na redação da rádio Jovem Pan, em São Paulo, para expor algumas das pautas da indústria de máquinas e equipamentos que serão apresentadas ao novo governo.


Fonte: Jovem Pan

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02 - Apex-Brasil e Programa BMS levam fabricantes brasileiras de máquinas e implementos agrícolas para a EIMA 2018, na Itália


O Programa Brazil Machinery Solutions, parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Agrícolas (ABIMAQ), embarca para Bolonha, na Itália, com oito fabricantes brasileiras de máquinas e implementos agrícolas. As empresas participarão da Feira Internacional de Mecanização Agrícola - EIMA 2018, que acontecerá de 07 a 11 de novembro.

Este é um dos mais importantes eventos do setor na Europa, que acontece a cada dois anos e oferece oportunidades de exposição, vendas e prospecções com visitantes de cerca de 150 diferentes países. De acordo com a diretora executiva de Mercado Externo da ABIMAQ e gerente do Programa BMS, Patrícia Gomes, o mercado europeu tem sido muito relevante para o setor. "As exportações brasileiras de máquinas e equipamentos para o continente europeu, a partir de uma análise de 44 países, apresentam considerável crescimento: em 2016, registram US$ 1.46 bilhão; no ano seguinte, as vendas atingiram US$ 1.71 bilhão, aumento de 17%. Já em 2018, as exportações no período de janeiro a agosto para aqueles países já computam US$ 1.5 bilhão, incremento de 59% comparado ao montante acumulado no mesmo período de 2017", destaca.

A diretora explica que quando as comparações são feitas no âmbito da União Europeia, num total de 28 países, os resultados são ainda mais animadores. "As exportações de máquinas e equipamentos para países da UE de janeiro a agosto de 2018 registraram US$ 1.46 bilhão, o que significa um crescimento de 67% em relação às realizadas no mesmo período do ano passado, quando chegaram a US$ 873 milhões".

Para o segmento específico de máquinas e implementos agrícolas, o crescimento foi de 3% nos oito primeiros meses do ano: US$ 12.9 milhões em 2018 contra US$ 12.6 milhões de janeiro a agosto de 2017. "Mas a Itália, por exemplo, que nos receberá para a EIMA, assinala um incremento no valor de suas importações nesse segmento de 57% - são US$ 2 milhões acumulados de janeiro a agosto deste ano contra US$ 1.27 milhão registrados no mesmo período do ano anterior", ressalta a diretora. "Por essa razão, nossas expectativas com relação a esse evento em novembro são muito boas, pois além importadores da UE, a feira também tem apresentado visitação muito forte advinda do norte da África (Argélia / Marrocos e Egito) e da Índia, países que têm interesse em nossos produtos".

Fabricantes brasileiras de máquinas e implementos agrícolas que participarão da EIMA 2018 com o Programa Brazil Machinery Solutions.

- Aemco Transmissões
- Contrame Componentes
- Indústria de Implementos Agrícolas Vence Tudo Ltda.
- Indústrias Reunidas Colombo Ltda.
- Metalúrgica Tuzzi Ltda.
- Menta Máquinas Agrícolas Ltda.
- Metisa Metalúrgica Tiboense S/A.
- NB Máquinas Ltda. (Nogueira)

Sobre a Apex-Brasil - A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) tem a missão de desenvolver a competitividade das empresas brasileiras, promovendo a internacionalização dos seus negócios e a atração de investimentos estrangeiros diretos. 

Em parceria com entidades setoriais, a Agência organiza ações de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em feiras internacionais e visitas de compradores estrangeiros para conhecer a estrutura produtiva brasileira. Também coordena os esforços de atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o País, trabalhando na identificação de oportunidades de negócios e na promoção de eventos estratégicos e garantindo apoio ao investidor estrangeiro durante todo o processo no Brasil. Para mais informações, acesse: www.apexbrasil.com.br.

Sobre a ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) foi fundada em 1937, com o objetivo de atuar em favor do fortalecimento da indústria nacional, mobilizando o setor, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. Mais informações: www.Abimaq.org.br.

Sobre o Programa Brazil Machinery Solutions - Fruto da parceria entre a ABIMAQ ( Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), o Programa Brazil Machinery Solutions visa fomentar as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, pelo desenvolvimento sustentável no processo de internacionalização das empresas do setor, atualmente o segundo maior exportador de manufaturados do Brasil. O BMS possui cerca de 400 empresas-membro, que atuam em diversos setores, como o agrícola, têxtil, de mineração, plástico, embalagens, máquinas-ferramenta, entre outros. Para mais informações, acesse: www.brazilmachinery.com.

Fonte: Feiras do Brasil

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03 - ABIMAQ oferece o Workshop Neuromarketing: Como Acessar O Cérebro do Seu Cliente para Vender Mais e Melhor


Durante o ‘Workshop Neuromarketing: Como Acessar O Cérebro do Seu Cliente para Vender Mais e Melhor’, promovido pela ABIMAQ, os participantes aprenderão a melhorar suas performances comerciais e de marketing, utilizando o aprendizado do Neuromap e das últimas descobertas neurocientíficas. O evento se destina a profissionais e executivos das áreas de marketing, vendas, relacionamento com clientes, pesquisa de mercado e recursos humanos.

O ministrante Renato Sneider tem mais de 20 anos exercendo atividades de marketing e desenvolvimento de negócios. Isso inclui 5 anos de experiência internacional na Inglaterra. Ele possui grande expertise em trabalhar com inovação, desenvolvimento de pessoas e marketing de precisão para ajudar empresas a gerar mais negócios, mais clientes e mais resultados. O evento acontece no dia 9 de novembro das 8h30 às 11h30.

Programa:

PRINCIPAIS CONHECIMENTOS E HABILIDADES ADQUIRIDAS:

Conhecimento das últimas descobertas e ferramentas neurocientíficas.
Entender o funcionamento do cérebro dos seus clientes e como ele toma decisões.
Aprender sobre os principais vieses cognitivos de decisão.
Saber como aplicar os principais estímulos capazes de atingir a área de tomada de decisão do cérebro de seus clientes.

Aprender, de forma prática, como aplicar os passos para acelerar o processo de decisão e encurtar o ciclo de vendas.
Praticar técnicas inovadoras que ajudarão você e sua equipe a entregar suas mensagens de vendas de forma mais impactante e memorável.

Serviço
‘Workshop Neuromarketing: Como Acessar O Cérebro do Seu Cliente para Vender Mais e Melhor’
Data: 9 de novembro
Horário: das 8h30 às 11h30
Local: Sede ABIMAQ SP – Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)

Fonte: Negócios em foco, Difundir, Brand Press, JorNow

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04 - Setor de máquinas para construção segue em recuperação


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o segmento de bens de capital para a construção registrou uma variação positiva percentual de 42,8% na produção física industrial no acumulado dos últimos 12 meses.

No acumulado de janeiro a agosto, o índice chegou a 35,8%.

Para a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), o destaque foi o fato de a receita líquida apresentar alta de 5,9% no acumulado do ano, enquanto a produção física, medida pelo IBGE, teve uma alta de 5,3%, na fabricação de máquinas e equipamentos, no mesmo período.

Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703.


Fonte: Revista Construa, SindleqCE

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05 - China cobra direitos antidumping sobre entanolaminas


O Ministério do Comércio da China decidiu cobrar direitos antidumping sobre as etanolaminas importadas originárias dos Estados Unidos, da Arábia Saudita, da Malásia e da Tailândia pelos próximos cinco anos a partir de 30 de outubro de 2018. A etalonamina é um princípio ativo utilizado na fabricação de pesticidas. 

A decisão final do Ministério do Comércio foi baseada no resultado de uma investigação e justifica que o dumping ocorreu quando as etanolaminas originárias dos Estados Unidos, Arábia Saudita, Malásia e Tailândia foram exportadas para a China. A indústria chinesa de etanolamina sofreu danos substanciais, e houve uma conexão entre o dumping e o dano material. 

Dentre as empresas dos Estados Unidos que foram taxadas, estão a LLC Petrochemical da Huntsman com 97,1%, INEOS Américas LLC 97,1%, A Dow Chemical Company 76,0% e todos os outros 97,1%. Na Arábia Saudita, a Corporação das Indústrias Sauditas de Base terá que pagar 10.1% e todos os outros 27,9%. 

Dentre as empresas da Malásia, a maior delas foi a Derivativos Petronasquímicos SDN BHD/ Petronas Química Marketing (Labuan) LTD com 18,3% e 20% para todos os outros. Na Tailândia, será cobrado 37.6% da Toc Glycol Company Limited e 37% de todas as outras. 

De acordo com a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos  (ABIMAQ) o “dumping é a prática de exportar um produto a preço inferior ao praticado no mercado interno do país exportador com o objetivo de conquistar mercados ou dar vazão a excessos de produção. Essa prática é condenada pelo artigo VI do GATT (incorporado à OMC), caso seja responsável por prejudicar ou ameaçar o desenvolvimento da indústria doméstica do país que recebe as importações”, explica.

Fonte: Agrolink

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Comércio Internacional

01 - BCE diz que indicadores de crescimento global se enfraqueceram recentemente


Os indicadores de pesquisa do crescimento econômico global enfraqueceram recentemente diante do comércio global moderado em meio a ações e ameaças relativas ao aumento das tarifas comerciais pelos Estados Unidos e possíveis retaliações pelos países afetados, apontou o Banco Central Europeu (BCE) em sem boletim econômico mensal. No entanto, "as perspectivas de curto prazo permanecem estáveis".

De acordo com a instituição, as condições financeiras continuam a apoiar as economias avançadas, criando ventos contrários para as economias de mercados emergentes.

Na zona do euro, os rendimentos dos títulos soberanos subiram em meio a um aumento no risco global em relação ao avanço das taxas de juros e crescentes tensões nos mercados de dívida soberana de alguns países da área do euro, como a Itália. Ainda assim, o BCE informou que indicadores de curto prazo indicam a continuidade da força no mercado de trabalho, que o consumo privado deverá apresentar crescimento persistente nos próximos trimestres.

Sobre as taxas de juros na zona do euro, a instituição reafirmou seu objetivo de mantê-las inalteradas até, pelo menos, o verão europeu de 2019 ou "pelo tempo que for necessário assegurar a contínua e sustentada convergência da inflação para níveis abaixo, mas próximo de 2% no médio prazo".

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - China amplia exportações e importações bem mais do que o esperado em outubro


As exportações da China se mantiveram sólidas em outubro, apesar da atual disputa comercial com os Estados Unidos, superando de longe as expectativas de analistas.

Dados da Administração Geral de Alfândega da China mostram que as exportações do gigante asiático medidas em dólares subiram 15,6% na comparação anual do mês de passado, depois de avançarem 14,5% em setembro. Economistas consultados pelo The Wall Street Journal previam aumento anual de 11% nas exportações de outubro.

As importações chinesas, por sua vez, saltaram em outubro 21,4% ante igual mês do ano passado, ganhando força em relação ao acréscimo de 14,3% verificado em setembro.

 Neste caso, analistas estimavam ganho de 13% nas compras externas. Já o superávit comercial da China se ampliou de US$ 31,7 bilhões em setembro para US$ 34,01 bilhões em outubro. A previsão do mercado, contudo, era de saldo positivo maior no último mês, de US$ 37,3 bilhões. Fonte: Dow Jones Newswires.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - Sem corte de cargos, enxugamento da máquina pode não gerar economia


Lógica que permeou o discurso vitorioso nas eleições presidenciais deste ano, a redução do Estado brasileiro é um dos nortes de Jair Bolsonaro (PSL). A ideia de fundir ministérios e transformar 29 pastas em 17 ou 18, no entanto, deve gerar uma economia modesta se não passar por cortes reais no segundo escalão.

O desejo inicial do presidente eleito era comandar apenas 15 pastas. Entre o primeiro e o segundo turnos da disputa pela Presidência, no entanto, o número variou conforme as pressões e críticas de grupos que sustentam Bolsonaro. O mais latente deles foi o imbróglio envolvendo a fusão do Meio Ambiente com a Agricultura.

Nesta quarta-feira (7), o presidente eleito voltou a afirmar que as pastas não serão mais fundidas, mas deixou em aberto o futuro dos ministérios. “O que não pode é ter briga entre eles. Isso não pode continuar acontecendo. Queremos preservar meio ambiente, mas não pode ter atrito”, comentou.

O orçamento federal deste ano está avaliado em R$ 3,5 trilhões. Deste montante, R$ 1,2 bilhão está reservado para os 23 ministérios, duas secretarias (de Governo e Geral) e quatro órgãos com status ministerial (Advocacia-Geral da União; Banco Central; Casa-Civil e Gabinete de Segurança Institucional).Do que foi anunciado até o momento, pelo menos 18 pastas devem ser incorporadas em “superministérios” e novas seis pastas surgiriam desse movimento. A soma dos orçamentos desses gabinetes gira em torno de R$ 882 milhões, mas as economias geradas com essas integrações, no entanto, ainda não podem ser calculadas dada a falta de indicação de corte que o próximo governo fará nos gabinetes.

“A economia é muito inexpressiva, quase nula. É muito mais no plano simbólico, de passar uma mensagem para a sociedade, que o governo será severo com a coisa pública. Muito embora se tenha uma disputa ideológica o que importa é o segundo escalão”, explicou o especialista em contas públicas da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Adriano Gomes.

Em sua visão, unir os ministérios sem promover mudanças reais à partir do segundo escalão, ocupados por funcionários de carreira, ou por agentes comissionados, é “mudar A por B”, e ter apenas a “economia de um ministro”.

Por volta de 22 mil funcionários ocupam cargos comissionados ou de confiança nos ministérios e autarquias. De acordo com dados do Tribunal de Contas da União (TCU), cerca de R$ 3,7 bilhões – 35% da folha do funcionalismo federal – são gastos por mês com comissionados. O total dos gastos é de R$ 9,6 bilhões.

“Para alguns cargos é bem simples de resolver esses cortes. Os de confiança é simplesmente eliminar. Nos concursados é preciso manejar para algum lugar. Administrativamente, ele está criando um problema grande”, avaliou o cientista político da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Sérgio Praça, sobre as alterações em cargos do segundo escalão.

Cota política Historicamente, os cargos de nomeação e as próprias máquinas ministeriais serviram como moeda de troca entre Executivo e Legislativo. Sobretudo neste último ciclo, a sobrevivência do presidente Michel Temer dependeu dessa “política de alianças”.

Bolsonaro disse inúmeras vezes e reiterou nesta quarta que o objetivo é não ter “interferência política nos ministérios”. As desistências em fundir Meio Ambiente com Agricultura, ou manter a Controladoria-Geral da União independente da Justiça, que seria incorporada inicialmente, são lidas como uma forma de ceder aos anseios políticos.

“Não é pela governabilidade, é para que possamos apresentar resultado”, comentou o presidente eleito citando, inclusive o caso de um aliado que foi negociar cargos com ele nos últimos dias e recebeu como resposta que “não vamos negociar”. “O elemento que foi me procurar devia estar hibernando durante a minha campanha eleitoral e não ouviu nada do que falei”, completou.

Por outro lado, o governo eleito precisará dar tanta atenção ao lado político como dá ao econômico. Sem isso, a chance de sair “queimando a largada” é alta. “Temos um congresso neófito e que não sabe como funciona o Estado, que é uma máquina complexa. Essa composição política preocupa na largada porque pode colocar tudo a perder, mesmo com uma equipe de governo virtuosa, exatamente porque não estão dando atenção à política”, disse Gomes.

Bolsonaro poderia seguir a lógica do governo norte-americano, com seus 15 departamentos federais. Por lá, no entanto, a descentralização é fundamental para o funcionamento do Estado, onde governos locais são autônomos. Executar uma reforma administrativa desse tamanho exigiria um esforço via Congresso.

Fonte: DCI

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02 - IPC-S sobe 0,43% na 1ª quadrissemana de novembro, revela FGV


O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,43% na primeira quadrissemana de novembro, em leve desaceleração após a taxa de 0,48% registrada na última medição de outubro, conforme a Fundação Getulio Vargas (FGV).

No período, três das oito classes de despesas registraram decréscimo: Habitação (de -0,06% para -0,29%), Transportes (de 0,82% para 0,56%) e Educação, Leitura e Recreação (de 0,48% para 0,22%). O comportamento dos preços da tarifa de eletricidade residencial teve destaque, passando de -0,90% para -2,05%.

Já em Transportes, a gasolina desacelerou a alta de 1,93% para 0,90%, enquanto em Educação, Recreação e Leitura o item passagem aérea arrefeceu de 8,28% para 1,73%. Entre os grupos em aceleração aparecem Alimentação (de 0,86% para 1,19%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,51% para 0,52%) e Despesas Diversas (de 0,05% para 0,06%).

Nestas classes de despesa, destaque para hortaliças e legumes (de 19,92% para 27,84%), perfume (de 1,33% para 1,69%) e alimentos para animais domésticos (de 0,03% para 0,30%), respectivamente.

Já os grupos de Vestuário e Comunicação tiveram variação estável em relação à semana passada, com altas de 0,56% e 0,17%, respectivamente. Entre os itens de maior influência em Vestuário, destaque à alta de relógios e bijuterias (1,53% para 1,61%), enquanto roupas masculinas desaceleraram de 0,44% para 0,41%. Já no grupo Comunicação, o item telefonia fixa e internet acelerou de 0,51% a 0,69%, enquanto a mensalidade de TV por assinatura passou de 0,27% para 0,02%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Governo de transição terá quatro mulheres na equipe


Depois da repercussão negativa de que a equipe de transição não tinha mulheres, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, afirmou que seu ministério “com certeza” terá a participação feminina. O time encarregado de fazer a passagem do bastão deve ter quatro mulheres nomeadas nos próximos dias.

Uma delas é a especialista em segurança pública Márcia Amarílio da Cunha Silva, tenente-coronel do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal. A doutora em economia Clarissa CostaLonga e Gandour e as tenentes Sílvia Nobre Waiâpi e Liane de Moura também devem ser nomeadas em breve. O juiz federal Sérgio Moro, que será o ministro da Justiça, também deve integrar a equipe nos próximos dias. Ele virá hoje a Brasília.

Sobre as mulheres que podem ocupar ministérios, Bolsonaro disse estudar nomes. “Temos cinco definidos. É o caso de tirar um desses e colocar uma mulher no lugar só por que é mulher? Não sei. Há 10 ou 12 vagas em aberto, com toda certeza, vai ter (mulher)”, afirmou o presidente eleito.

O Ministério da Família, que era proposto, não deve ser criado. A pasta englobava Desenvolvimento Social e Direitos Humanos. Sem citá-los, Bolsonaro disse que algumas áreas devem manter o status de ministério. 

Bolsonaro disse que o general Augusto Heleno pode assumir a Defesa ou o Gabinete de Segurança Institucional (GSI). “Quem é que pode se dar o luxo de se privar da companhia de uma pessoa como o general Heleno? No que depender de mim, ele irá para o GSI, mas a Defesa está aberta. Se ele achar que é melhor a Defesa, tudo bem”, comentou.

O presidente eleito também ressaltou que os nomes para as pastas de Agricultura, Meio Ambiente, Relações Exteriores e Infraestrutura já estão “avançados”. O general Oswaldo Ferreira é um dos cotados para a Infraestrutura. Perguntado, Bolsonaro não negou. O governo do PSL deve ter entre 15 e 17 ministérios. A intenção é de que todas as pastas sejam definidas até o fim deste mês.

Fonte: Estado de Minas

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Industria

01 - Indicador Antecedente de Emprego tem menor nível desde dezembro de 2016, diz FGV


O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) recuou 0,2 ponto em outubro ante setembro, para 90,8 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira, 8. Após oito meses consecutivos de quedas, o indicador atingiu o menor nível desde dezembro de 2016, quando estava em 90,0 pontos.

"O índice antecedente do emprego (IAEmp) teve mais um recuo mostrando a continuação do processo de ajuste de expectativas. O recuo do IAEmp mostra a reversão do otimismo quanto ao dinamismo da atividade econômica, que teve desempenho abaixo do esperado em 2018. Além disso, ainda existe a incerteza quanto ao crescimento em 2019", avaliou o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Já o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) aumentou 2,6 pontos em outubro ante setembro, para 100,2 pontos, maior nível desde dezembro passado, quando estava em 100,3 pontos. O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado. Já o IAEmp sugere expectativa de geração de vagas adiante, quanto maior o patamar, mais satisfatório o resultado.

"O aumento do índice coincidente do desemprego (ICD) mostra um mercado de trabalho ainda bastante difícil para o trabalhador. O recuo suave das taxas de desemprego ainda não foi suficiente para fazer com que o trabalhador sinta uma melhora na situação atual do mercado de trabalho", completou Barbosa Filho. O ICD é construído a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho.

Já o IAEmp é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, todas apuradas pela FGV. O objetivo é antecipar os rumos do mercado de trabalho no País. No IAEmp, apenas três dos sete componentes tiveram aumento em outubro, com destaque para o item que mede o emprego local futuro da Sondagem do Consumidor, que aumentou 8,1 pontos em relação a setembro. 

No ICD, as faixas de renda que mais contribuíram para o aumento do indicador em outubro foram as duas mais baixas: consumidores com renda familiar mensal até R$ 2.100,00 (+6,1 pontos); e os que recebiam entre R$ 2.100,00 e R$ 4.800,00 (+4,2 pontos).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Setor

01 - Petrobras reduz para R$ 1,6958 preço médio da gasolina nesta sexta


A Petrobras anunciou redução de 0,73% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para esta sexta-feira, dia 9, para R$ 1,6958. Em novembro, a queda acumulada no preço da gasolina é de 8,94%.

Além disso, a estatal petrolífera manteve sem alteração o preço do diesel, em R$ 2,1228, conforme tabela disponível no site da empresa. No dia 6 de setembro, a diretoria da companhia anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - ANP assina contratos de concessão da 15ª Rodada com 10 empresas


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizou cerimônia de assinatura de contratos de concessão da 15ª Rodada de Licitações, ocorrida em março deste ano. Ao todo, 12 contratos foram firmado com dez empresas, que arremataram 22 blocos no leilão. Participaram da cerimônia desta quarta-feira, 7, as seguintes empresas: BP; Chevron; Equinor; ExxonMobil; Murphy; Petrogal; Queiroz Galvão; Repsol; Shell; e Wintershall.

O leilão rendeu R$ 8 bilhões em bônus de assinatura, dinheiro pago pelas petroleiras no momento da assinatura do contrato. No dia 11 de setembro, outras cinco empresa já tinham participado de cerimônia semelhante realizada pela ANP relativa à 15ª Rodada.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Indústria automobilística tem melhor outubro em vendas em quatro anos


As vendas de veículos novos ao mercado interno aumentaram 25,6 %, em outubro, sobre o mesmo mês do ano passado, e superaram em 19,4% a comercialização de setembro último, acumulando no ano alta de 15,3% com um total 2,1 milhões de unidades. Esse foi o melhor resultado para um mês de outubro desde 2014 e o melhor desempenho mensal desde dezembro daquele mesmo ano.

Tomando por base o desempenho, até o momento, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, acredita que o setor vai superar a previsão de crescimento de 13,7% no fechamento do ano. Para 2019, ele prevê bons negócios, com a possibilidade de uma elevação na casa de dois dígitos. Os números dessa projeção, no entanto, só serão divulgados no começo do próximo ano. 

Exportações

Já as exportações, prejudicadas, principalmente, pela crise econômica da Argentina, recuaram em número de unidades na ordem de 1,8% em outubro sobre o mês anterior; -37,3%, na comparação com igual mês do ano passado; e foram 10,9% inferior nos dez primeiros meses do ano em relação ao mesmo de 2017. Em valores, houve queda de 2,3% no acumulado do ano, com um total de US$ 12,8 bilhões.

De acordo com o presidente da Anfavea, as montadoras têm buscado compensar a desaceleração de demanda do país vizinho do Mercosul por meio de acordos bilaterais com o Chile e a Colômbia. Ele, no entanto, disse que isso não é suficiente para substituir a parceria com Argentina. A expectativa dele é que, ao assumir a condução do Brasil, a equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro, enxergue a importância de se manter os acordos que foram feitos com a Argentina. 

Megale comentou que, abrir novos mercados, é muito importante para a evolução positiva da indústria automobilística, mas que não se deve desprezar a relevância do país vizinho. “Tenho a convicção de que essa importância será valorizada no próximo governo”.

Novo governo

O dirigente também manifestou otimismo quanto às relações do setor com o novo governo e que, na primeira oportunidade, a indústria pretende explicar à nova equipe o programa Rota 2030, que prevê investimentos altos em pesquisa e desenvolvimento para que o Brasil fique em pé de igualdade na competição global.

O executivo também defendeu a manutenção do programa do biocombustível, destacando que o país é um dos poucos com capacidade instalada e conhecimento científico no programa do etanol, o “maior em termos de energia renovável e com grande contribuição na política de se reduzir os gases de efeito estufa”.

Produção

Como reflexo do aquecimento interno, a produção de veículos cresceu 17,8% com um total de 263.262 unidades. Esse volume foi 5,2% superior a outubro do ano passado e, no acumulado de janeiro a outubro, aumentou 9,9%. Apesar disso, houve uma pequena queda de 0,8% no saldo entre demissões e novas contratações entre setembro e outubro.

Na visão de Megale, “foi apenas um ajuste pontual”, pois o setor está otimista quanto à retomada do crescimento e da necessidade de contratar mais mão de obra. Ele observou que, no acumulado do ano, foram criados 2,4% mais postos de trabalho, elevando a base de trabalhadores da indústria automobilística para 131.374 pessoas. 

Fonte: O Estado de São Paulo

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