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Edição 9923 de 28/11/2018

Destaque

01 - ABIMAQ na rádio Jovem Pan - Jornal da Manhã


O presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, concedeu entrevista para rádio Jovem Pan, durante coletiva de imprensa na entidade.


Fonte: Jovem Pan

Índice

02 - Indústria de máquinas e equipamentos cresce 7,7% no ano, diz ABIMAQ


Puxada pelo bom desempenho das exportações, a indústria de máquinas e equipamentos encerrou outubro com um faturamento de R$ 65,1 bilhões no acumulado do ano, o que significa um crescimento de 7,7 por cento sobre os dez primeiros meses de 2017 e uma alta de 14,4 por cento sobre igual mês do ano passado. Na comparação com setembro último, houve expansão de 1,9 por cento.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira, 27, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). A entidade destaca que o resultado foi puxado pelas exportações, com elevação de 10,3 por cento com US$ 8,1 bilhões. Só em outubro, foram adicionados US$ 96 milhões ou 29,1 por cento mais do que no mês anterior. Entre os itens mais vendidos ao exterior estão componentes como válvulas e bombas.

De acordo com a ABIMAQ, em razão da crise econômica da Argentina, os negócios no Mercosul recuaram 11,9 por cento, enquanto para aos Estados Unidos as vendas aumentaram 28,8% e para a Europa 44,6 por cento. No mercado interno, as vendas caíram 0,7 por cento, no acumulado do ano, mas foram 13,2 por cento superiores a outubro de 2017.

Apesar do bom desempenho estar associado ao câmbio favorável e à demanda externa, o presidente da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, está otimista com o resultado e acredita em uma reação do mercado doméstico no próximo ano. “Estamos vivendo um momento de recuperação e temos a perspectiva de que o Brasil volte e a crescer e atinja uma alta entre 2,5% a 3% no Produto Interno Bruto (PIB)”, avalia.

Diálogo

O dirigente informou ter saído esperançoso da conversa de mais de duas horas ontem (26) com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, da equipe do presidente eleito, Jair Bolsonaro . “Ele [Paulo Guedes] manifestou interesse em manter diálogo constante com a indústria, prevendo a volta de um crescimento de 5 por cento ao ano e nós construímos uma ponte para isso”, afirmou Marchesan.

Ele também revelou que pretende pedir ao governo federal que conceda uma suplementação de R$ 3 bilhões à linha de financiamento para compra de máquinas agrícolas, pois o montante previsto por meio do Moderfrota teve se encerrar em fevereiro do próximo ano.

Ainda segundo os dados da ABIMAQ, em outubro o consumo de máquinas e equipamentos importados aumentou 23,4 por cento sobre setembro último e 23 por cento na comparação a outubro do ano passado e grande maioria foi comprada da China (18,5%) e Estados Unidos que eram os líderes entre os fornecedores com 22 por cento passaram a representar 17 por cento das importações.Na terceira posição está a Alemanha (15,8 por cento). No acumulado do ano, as importações atingiram US$ 12,3 bilhões ou 16,4 por cento acima de 2017.

A base de empregados no setor atingiu em outubro 302,6 mil pessoas com alta de 0,3 por cento entre setembro e outubro e 4,2 por cento superior a outubro do ano passado. Ao longo do ano, foram abertas 13,5 mil vagas.

Indústria eletrônica

Um levantamento divulgado hoje pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) mostrou o crescimento na confiança dos empresários do setor, com um salto no indicador de 53,8 pontos no mês de outubro para 65,2 pontos atuais. De acordo com a Abinee, o indicador atingiu o maior patamar dos últimos oito anos.

Para a Abinee, o resultado positivo demonstra uma clara melhora nos ânimos dos empresários no setor e uma alta confiança para de que o ano terminará de forma positiva, apesar das oscilações ocorridas em 2018, principalmente no primeiro semestre.

O Índice varia de 0 a 100 pontos, sendo que valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário industrial e abaixo de 50 pontos mostram falta de confiança.

Fonte: Agência Brasil, Exame, istoÉ, Exame, Faems, Fato Online, Isto é Notícia, Hoje em Dia, Hoje em Dia, iMirante, Informe Baiano, Investing.com, Investmax

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03 - Faturamento do setor de máquinas sobe 14,4% em outubro, diz ABIMAQ


Considerado um termômetro do nível de investimentos no Brasil, o faturamento das fabricantes de máquinas e equipamentos cresceu 14,4% em outubro deste ano ante igual mês do ano passado, mostram dados divulgados nesta terça-feira, 27, pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). As empresas faturaram, no mês passado, um total de R$ 7,2 bilhões.

Em relação a setembro, o volume representa alta de 1,9%. No acumulado de janeiro a outubro, as vendas do setor somaram R$ 65,1 bilhões, crescimento de 7,7% na comparação com igual período de 2017.

O consumo aparente da indústria – indicador que exclui as exportações do faturamento e inclui as importações, para ter uma noção do tamanho da demanda interna – alcançou R$ 9,6 bilhões em outubro, avanços de 25,4% em relação a igual mês do ano passado e de 2,6% ante setembro.

No acumulado do ano, o consumo aparente é de R$ 87,6 bilhões, alta de 13,9% sobre o resultado de igual período do ano passado.

Em outubro, as exportações alcançaram US$ 951,1 milhões, crescimento de 6% em relação a igual mês do ano passado e de 29,1% sobre o volume de setembro. As importações, por sua vez, somaram US$ 1,4 bilhão no mês passado, expansão de 23% ante outubro de 2017 e avanço de 23,4% sobre o montante de setembro.

No acumulado do ano, de janeiro a outubro, os embarques atingiram US$ 8,1 bilhões, aumento de 10,3% em comparação com igual intervalo de 2017. Enquanto isso, as importações somaram US$ 12,3 bilhões, alta de 16,4%.

Ainda segundo a ABIMAQ, o setor terminou o mês de outubro com 302,6 mil funcionários, número 4,2% maior que a quantidade de outubro do ano passado e 0,3% acima do resultado verificado no fim de setembro.

Fonte: Agência Estado, Jovem Pan, DCI, IstoÉ, UOL, Diário do Comércio MG, Diário do Grande ABC, Diário do Sudoeste, Estado de Minas,

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04 - Setor de máquinas demonstra otimismo


O setor de bens de capital mecânicos está otimista com o novo governo. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Carlos Marchesan, participou de reunião com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, e declarou que a abertura comercial será gradual.

“O que Guedes nos disse foi como música, é aquilo que a ABIMAQ prega. Estamos saindo de um ciclo de 20 anos de governos sociais democratas para um liberal. Mas ele falou que a abertura comercial será gradual, conforme for sendo reduzido o custo Brasil”, disse o dirigente da entidade.

Segundo Marchesan, a conversa durou cerca de duas horas, “o que é uma eternidade em se tratando de uma reunião com um ministro”. “Nós mais ouvimos do que falamos porque ele disse aquilo que é interessante para a indústria. Guedes está convicto de que é preciso reindustrializar o Brasil”, destacou.

O presidente da ABIMAQ afirmou que a expectativa do setor para o ano que vem é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça de 2,5 a 3% e que, nesse ritmo, o faturamento das fabricantes de máquinas e equipamentos avance em torno de 7%, desempenho semelhante ao de 2018. No acumulado de janeiro a outubro, a alta é de 7,7%. “O momento ainda é de recuperação”, pontua.

Receita

O faturamento das fabricantes de máquinas e equipamentos cresceu 14,4% em outubro na comparação anual, mostram dados divulgados nesta terça-feira (27) pela ABIMAQ.
As empresas faturaram, no mês passado, um total de R$ 7,2 bilhões. Em relação a setembro, o volume representa incremento de 1,9%. No acumulado de janeiro a outubro, as vendas do setor somaram R$ 65,1 bilhões, avanço de 7,7% na comparação com igual período de 2017.

O consumo aparente da indústria (que exclui as exportações do faturamento e inclui as importações) alcançou R$ 9,6 bilhões em outubro, crescimento de 25,4% em relação a igual mês do ano passado e de 2,6% ante setembro.

Fonte: DCI

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05 - Paulo Guedes garantiu que abertura comercial será gradual, diz ABIMAQ


O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), João Carlos Marchesan, que participou na segunda-feira (26) de reunião com o futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira, 27, que o setor está otimista com o novo governo.

"O que Guedes nos disse foi como música, é aquilo que a ABIMAQ prega. Estamos saindo de um ciclo de 20 anos de governos sociais democratas para um governo liberal. Mas ele disse que a abertura comercial será gradual, conforme for sendo reduzido o custo Brasil", afirmou o executivo.

Segundo Marchesan, a conversa durou cerca de duas horas, "o que é uma eternidade em se tratando de uma reunião com um ministro". "Nós mais ouvimos do que falamos porque ele disse aquilo que é interessante para a indústria. Ele está convicto de que é preciso reindustrializar o Brasil", disse.

O presidente da ABIMAQ afirmou que a expectativa do setor para o ano que vem é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça de 2,5 a 3% e que, nesse ritmo, o faturamento das fabricantes de máquinas e equipamentos avance em torno de 7%, desempenho semelhante ao de 2018. No acumulado de janeiro a outubro, a alta é de 7,7%. "O momento ainda é de recuperação", disse.

(Agência Estado, DCI, UOL, Agência de Notícias, Diário Catarinense, Folha de Londrina, Jornal Floripa, Rede Acontece, Correio do Povo, D24am, Diário de Cachoeirinha, Diário de Pernambuco, ES Hoje, Folha de Valinhos, Folha Vitória, Gazeta Digital, GS Notícias, Guarulhos Web, Jornal Correio do Papagaio)
05 - Setor mineiro de bens de capital crescerá 10%

Após cinco anos consecutivos com queda no faturamento, a indústria de bens de capital enfim voltará a crescer em 2018. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) estima encerrar o exercício com alta de 7,5% em relação ao ano passado em nível nacional, enquanto a atividade em Minas Gerais poderá avançar até 10% no mesmo tipo...

Fonte: Diário do Comércio – MG

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06 - Setor mineiro de bens de capital crescerá 10%


Após cinco anos consecutivos com queda no faturamento, a indústria de bens de capital enfim voltará a crescer em 2018. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) estima encerrar o exercício com alta de 7,5% em relação ao ano passado em nível nacional, enquanto a atividade em Minas Gerais poderá avançar até 10% no mesmo tipo.

Fonte: Diário do Comércio – MG

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07 - Setor de máquinas eleva faturamento


O faturamento da indústria de máquinas e equipamentos em Minas Gerais teve crescimento de 2% em outubro na comparação com setembro, segundo informou ontem a Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ/MG). Em relação ao mesmo período do ano passado, houve crescimento de 9%. Segundo o balanço divulgado ontem, as exportações, aumentaram 22% em relação a setembro e 4% se comparado ao mesmo mês do ano passado. O nível de utilização da capacidade instalada cresceu 15% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já em relação a setembro do ano houve aumento de 0,2%.

Segundo a ABIMAQ, o resultado permite interrompe o processo de demissões nas fábricas, que vem ocorrendo dede o ano passado. O nível de empregos é 0,3% em relação a setembro e 2% em relação ao mesmo mês do ano passado. “Estamos vivendo ainda um momento de recuperação, pois ainda estamos 35% menores do que éramos antes. Não sabemos ainda o que vai ocorrer, mas entendemos que é possível ter um crescimento de 2,5% a 3% do PIB, com números acelerados no mercado interno”, afirmou o presidente da ABIMAQ, João Carlos Marchesan.

“Em Minas Gerais, o setor de máquinas agrícolas, de infraestrutura e construção civil foram os que mais demonstraram melhoras. Esperamos que essa recuperação siga, mas ainda não podemos comemorar, pois ainda há muitas indefinições. Tem um período de transição longo ainda. É importante seguirmos com as reformas também, para começarmos a resolver os problemas estruturais do país”, afirmou em nota o membro do Conselho da ABIMAQ/MG, Marcelo Veneroso.

Considerado um termômetro do nível de investimentos no Brasil, o faturamento das fabricantes de máquinas e equipamentos cresceu 14,4% em outubro deste ano ante igual mês do ano passado, mostram dados divulgados pela ABIMAQ. As empresas faturaram, no mês passado, um total de R$ 7,2 bilhões. Em relação a setembro, o volume representa alta de 1,9%. No acumulado de janeiro a outubro, as vendas do setor somaram R$ 65,1 bilhões, crescimento de 7,7% na comparação com igual período de 2017.

Fonte: O Estado de Minas

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08 - Fabricantes de máquinas e implements agrícolas registram US$ 3,7 mi na Eima 2018


A experiência foi bastante positiva para as oito fabricantes brasileiras de máquinas e implementos agrícolas que participaram da Feira Internacional de Mecanização Agrícola – Eima 2018, ocorrida entre os dias 07 a 11 de novembro, em Bolonha, na Itália. Foram registrados negócios na ordem de US$ 3.73 milhões, entre vendas diretas e previstas para os próximos doze meses. A presença brasileira no evento foi organizada pelo Programa Brazil Machinery Solutions, parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Agrícolas (ABIMAQ).

A Eima é um dos mais importantes eventos do setor na Europa, que oferece oportunidades de exposição, vendas e prospecções com visitantes de diferentes países de vários continentes. Visitaram o pavilhão brasileiro compradores da Alemanha, Austrália, Áustria, Egito, Etiópia, EUA, França, Gana, Hungria, Inglaterra, Marrocos, Portugal, Quênia, Sérvia, Tailândia, Uzbequistão e Ucrânia.

Grande parte dos negócios no evento foi fechada pelas empresas brasileiras com países europeus. De acordo com a diretora executiva de Mercado Externo da ABIMAQ e gerente do Programa BMS, Patrícia Gomes, o mercado europeu tem sido muito relevante para o setor. “As exportações brasileiras de máquinas e equipamentos para o continente europeu, a partir de uma análise de 44 países, apresentam considerável crescimento: em 2016, registram US$ 1.46 bilhão; no ano seguinte, as vendas atingiram US$ 1.71 bilhão, aumento de 17%. Já em 2018, as exportações no período de janeiro a agosto para aqueles países já computam US$ 1.5 bilhão, incremento de 59% comparado ao montante acumulado no mesmo período de 2017”, destaca.

A diretora explica que quando as comparações são feitas no âmbito da União Europeia, num total de 28 países, os resultados são ainda mais animadores. “As exportações de máquinas e equipamentos para países da UE de janeiro a agosto de 2018 registraram US$ 1.46 bilhão, o que significa um crescimento de 67% em relação às realizadas no mesmo período do ano passado, quando chegaram a US$ 873 milhões”. Para o segmento específico de máquinas e implementos agrícolas, o crescimento foi de 3% nos oito primeiros meses do ano: US$ 12.9 milhões em 2018 contra US$ 12.6 milhões de janeiro a agosto de 2017. “Mas a Itália, por exemplo, que nos recebeu para a Eima, assinala um incremento no valor de suas importações nesse segmento de 57% - são US$ 2 milhões acumulados de janeiro a agosto deste ano contra US$ 1.27 milhão registrados no mesmo período do ano anterior”, ressalta a diretora.

Fabricantes brasileiras que estiveram na Eima 2018 com o Programa BMS
- Aemco Transmissões
- Contrame Componentes
- Indústria de Implementos Agrícolas Vence Tudo Ltda.
- Indústrias Reunidas Colombo Ltda.
- Metalúrgica Tuzzi Ltda.
- Menta Máquinas Agrícolas Ltda.
- Metisa Metalúrgica Tiboense S/A.
- NB Máquinas Ltda. (Nogueira)

Sobre a ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) foi fundada em 1937, com o objetivo de atuar em favor do fortalecimento da indústria nacional, mobilizando o setor, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial. Mais informações: www.ABIMAQ.org.br.

Sobre o Programa Brazil Machinery Solutions - Fruto da parceria entre a ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos) e a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), o Programa Brazil Machinery Solutions visa fomentar as exportações brasileiras de máquinas e equipamentos, pelo desenvolvimento sustentável no processo de internacionalização das empresas do setor, atualmente o segundo maior exportador de manufaturados do Brasil. O BMS possui cerca de 400 empresas-membro, que atuam em diversos setores, como o agrícola, têxtil, de mineração, plástico, embalagens, máquinas-ferramenta, entre outros. Para mais informações, acesse: www.brazilmachinery.com.

Fonte: Feiras do Brasil

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09 - Exportação puxa faturamento da indústria de máquinas


Puxada pelo bom desempenho das exportações, a indústria de máquinas e equipamentos registrou um faturamento de R$ 65,1 bilhões (US$ 16,8 bilhões pelo câmbio atual) no acumulado de janeiro a outubro, um crescimento de 7,7% sobre os dez primeiros meses de 2017. Em outubro, a receita foi de R$ 7,2 bilhões (US$ 1,8 bilhão), uma alta de 14,4% sobre igual mês do ano passado e de 1,9% em relação a setembro de 2018. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (27) pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

A entidade destaca que o resultado foi puxado pelas exportações, que somaram US$ 8,1 bilhões de janeiro a outubro, uma elevação de 10,3% sobre o mesmo período de 2017. Em outubro, as vendas externas renderam US$ 951 milhões, 29,1% mais do que no mês anterior e 6% acima do total registrado em outubro do ano passado. Entre os itens mais vendidos ao exterior estão componentes como válvulas e bombas.

De acordo com a ABIMAQ, em razão da crise econômica da Argentina, os negócios no Mercosul recuaram 11,9% nos dez primeiros meses de 2018, enquanto para aos Estados Unidos as vendas aumentaram 28,8%, e para a Europa, 44,6%. No mercado interno, as vendas caíram 0,7% no acumulado do ano, mas cresceram 13,2% em outubro sobre o mesmo mês de 2017.

O presidente da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, está otimista com os resultados e acredita em uma reação do mercado doméstico no próximo ano. “Estamos vivendo um momento de recuperação e temos a perspectiva de que o Brasil volte a crescer e atinja uma alta entre 2,5% a 3% no Produto Interno Bruto (PIB)”, avalia.

Importação

Em outubro, o consumo de máquinas e equipamentos importados somou US$ 1,4 bilhão, um aumento de 23,4% sobre setembro último e de 23% em relação a outubro de 2017. No acumulado do ano, as importações totalizaram US$ 12,4 bilhões, um avanço de 16,4% em comparação com os dez primeiros meses do ano passado.

A China é o principal fornecedor, respondendo por 18,5% das vendas ao Brasil, seguida dos Estados Unidos (17%), Alemanha (15,8%), Itália (7,9%), Japão (6,4%) e Coreia do Sul (2,6%).

Fonte: ANBA

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10 - Frases


“O que o Guedes nos disse foi como música, é aquilo que a ABIMAQ prega”.

João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, depois de participar de uma reunião com futuro ministro da Economia, Paulo Guedes.

Fonte: Estado de Minas

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Comércio Internacional

01 - Confiança do consumidor na Alemanha deve diminuir em dezembro, prevê GfK


O índice de confiança do consumidor da Alemanha elaborado pelo instituto GfK caiu de 10,6 em novembro para 10,4 na pesquisa de dezembro.

O resultado ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam queda do indicador a 10,5, e sugere que a confiança da população da maior economia europeia irá diminuir um pouco no próximo mês, em meio a um avanço na inflação e a incertezas econômicas globais.

A tendência das famílias alemãs de poupar aumentou "significativamente", afirmou o instituto. Apesar da esperada piora na confiança, o GfK reiterou projeção de que o consumo das famílias crescerá em torno de 1,5%, em termos reais, neste ano ante 2017. "A atividade econômica doméstica de 2018 dará uma importante contribuição ao crescimento da Alemanha", previu. O GfK utiliza dados do mês atual para estimar a confiança do mês seguinte.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - Indicador de incerteza da FGV sobe 1,4 ponto em novembro ante outubro


O Indicador de Incerteza da Economia Brasileira (IIE-Br) subiu 1,4 ponto na passagem de outubro para novembro, alcançando 111,7 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira, 28. O movimento ocorre após uma queda de 11,2 pontos entre setembro e outubro, representando um "comportamento de incerteza alta", apontam pesquisadores.

"O indicador de incerteza mantém-se em patamar elevado e seu avanço é resultado de uma oscilação natural. Apesar da equipe econômica do presidente eleito Jair Bolsonaro, se mostrar comprometida com as contas públicas, há uma incerteza relacionada ao alinhamento do novo Congresso a uma agenda liberal-econômica", relata a pesquisadora Raíra Marotta. "A tendência é que o nível de incerteza se mantenha elevado até que o presidente eleito assuma e tais questões sejam definidas", explica.

O IIE-Br é formado por dois componentes: o IIE-Br Mídia, que faz o mapeamento nos principais jornais da frequência de notícias com menção à incerteza; e o IIE-Br Expectativa, que é construído a partir das dispersões das previsões para a taxa de câmbio e para o IPCA.

Na abertura do indicador, o IIE-Br Expectativa cedeu 8,4 pontos, de 117,7 pontos em outubro para 109,3 pontos em novembro. Já o IIE-Br Mídia avançou 3,7 pontos, de 107,4 pontos para 111,1 pontos na mesma base de comparação.A coleta do Indicador de Incerteza da Economia Brasileira é realizada pela FGV entre o dia 26 do mês anterior ao dia 24 do mês de referência.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Confiança do comércio sobe 6,9 pontos em novembro ante outubro, revela FGV


O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 6,9 pontos na passagem de outubro para novembro, atingindo 99,4 pontos, no maior patamar desde março de 2014, quando estava em 101,9 pontos, informou nesta quarta-feira, 28, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o indicador teve sua segunda elevação consecutiva, com expansão de 3,2 pontos.

"Os dois últimos resultados positivos da confiança do comércio sugerem que o pior pode ter ficado para trás. A alta expressiva de novembro confirma a recuperação da confiança do setor, um resultado que parece ter sido influenciado principalmente pela melhora das expectativas com o encerramento do período eleitoral. Novos avanços dependerão da continuidade da recuperação do mercado de trabalho e da redução adicional da incerteza", avaliou Rodolpho Tobler, coordenador da Sondagem do Comércio no Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

Em novembro, houve melhora da confiança em dez dos 13 segmentos pesquisados, num movimento influenciado pela melhora da percepção sobre a situação atual e também pelas expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) subiu 5,1 pontos, para 93,3 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-COM) registrou alta de 8,4 pontos, aos 105,5 pontos, no maior nível desde setembro de 2012 (106,0).A coleta de dados para a edição de outubro da Sondagem do Comércio foi realizada pela FGV entre os dias 1º e 26 do mês e obteve informações de 1.188 empresas.

Em novembro, houve melhora da confiança em dez dos 13 segmentos pesquisados, num movimento influenciado pela melhora da percepção sobre a situação atual e também pelas expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) subiu 5,1 pontos, para 93,3 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE-COM) registrou alta de 8,4 pontos, aos 105,5 pontos, no maior nível desde setembro de 2012 (106,0).A coleta de dados para a edição de outubro da Sondagem do Comércio foi realizada pela FGV entre os dias 1º e 26 do mês e obteve informações de 1.188 empresas.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - BC projeta déficit de US$ 1,7 bilhão para o setor externo em novembro


O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central, Fernando Rocha, afirmou nesta terça-feira, 27, que a estimativa da instituição para a conta corrente em novembro é de déficit de US$ 1,7 bilhão. "Se o resultado ocorrer, teremos uma melhora, porque em novembro de 2017, o déficit foi de 2,2 bilhões", pontuou Rocha.

Mais cedo, o BC informou que houve superávit de US$ 329 milhões em transações correntes em outubro. A expectativa da instituição era de superávit de US$ 1,3 bilhão.

"O superávit de outubro, embora tenha sido abaixo do estimado, é bastante positivo", disse Rocha. "O País continua a ter resultado das transações correntes bastante sólido." 

Viagens 

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central afirmou que a queda nas despesas com viagens internacionais em outubro está ligada à depreciação cambial no Brasil. Em outubro do ano passado, o dólar médio estava em R$ 3,19. 

No mês passado, ele foi de R$ 3,76. Em novembro, até dia 23, as despesas líquidas com viagens estão em US$ 680 milhões. Isso é resultado de receitas de US$ 338 milhões com estrangeiros em viagem ao Brasil e gastos de US$ 1,018 bilhão dos brasileiros em outros países. Dentro da conta de serviços do balanço de pagamentos, Rocha também destacou o fato de ter havido crescimento nas despesas com aluguel de equipamentos. Elas foram de US$ 1,312 bilhão em outubro, ante US$ 1,264 bilhão em outubro do ano passado. De acordo com Rocha, o crescimento está associado ao aumento dos investimentos.

A conta de serviços como um todo registrou déficit de US$ 3,142 bilhões em outubro, o que representa o maior déficit para o mês desde 2014. "As despesas com transportes em outubro cresceram 11%, em linha com a alta das exportações", acrescentou Rocha. As despesas brutas com transportes em outubro somaram US$ 1,003 bilhão. 

Recuperação econômica

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Centra afirmou que a recuperação da atividade econômica no Brasil amplia a demanda por bens e serviços. Isso, segundo ele, justifica o fato de, nos dez primeiros meses de 2018, as importações terem crescido 22%, enquanto as exportações avançaram 8,5%. Os dados do BC mostraram que a balança comercial de outubro ficou positiva em US$ 5,448 bilhões. No ano até outubro, o saldo comercial está positivo em US$ 43,799 bilhões. Rocha pontuou ainda que, dentro do Investimento Direto no País (IDP) de US$ 10,382 bilhões em outubro - que ficou acima das expectativas do BC, de US$ 8,5 bilhões -, os dois setores que receberam mais aportes foram os de eletricidade e de petróleo e gás natural. 

Lucros e dividendos

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central explicou que a instituição promoveu uma mudança metodológica na apuração da remessa de lucros e dividendos referente a empresas que fizeram IDP. Com a mudança, houve atualização da série histórica da rubrica de lucros e dividendos das Estatísticas do Setor Externo. Os dados foram atualizados na série histórica a partir de 2010.Rocha explicou que os lucros e dividendos ligados ao IDP eram apurados anteriormente a partir de transações cambiais. Em outubro, as fontes de dados passaram a ser as pesquisas Censo de Capitais Estrangeiros no País (Censo) e Capitais Estrangeiros no Exterior (CBE), ambas do BC. 

As alterações metodológicas geraram revisão na série histórica de lucros e dividendos e, com isso, da conta corrente. Houve uma alteração perceptível em relação aos dados de transações correntes em 2018, por exemplo. No mês passado, o BC havia divulgado que o déficit em transações correntes acumulado de janeiro a setembro era de US$ 7,435 bilhões. Com a nova metodologia, este déficit de janeiro a setembro passou para US$ 11,7 bilhões. "Essa estatística é mais fidedigna ao que ocorre na economia brasileira do que o que víamos antes", defendeu Rocha. "A lucratividade em termos líquidos, puxada pelas empresas de IDP, tem sido maior que o estimado anteriormente." Fluxo cambial
Rocha informou que o fluxo cambial total no País está negativo em US$ 3,720 bilhões em novembro até o dia 23. A cifra é resultado de um fluxo comercial positivo de US$ 3,984 bilhões e de um fluxo financeiro negativo de US$ 7,705 bilhões no mesmo período.

Na conta comercial, ocorreram em novembro até o dia 23 importações de US$ 11,413 bilhões e exportações de US$ 15,398 bilhões. Dentro das exportações foram US$ 1,405 bilhão de Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 7,748 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 6,244 bilhões em demais operações. Dentro da conta financeira, ocorreram no período entradas de US$ 31,505 bilhões e saídas de US$ 39,210 bilhões. Com o movimento verificado em novembro, até o dia 23, a posição dos bancos no mercado à vista passou de vendida em US$ 5,659 bilhões no fim de outubro para vendida em US$ 8,851 bilhões agora. 

Dívida externa

O chefe do Departamento de Estatísticas do Banco Central destacou que o comportamento da despesa com juros da dívida externa tem sido de redução em 2018. Em outubro, o gasto líquido do País com juros foi de US$ 1,143 bilhão, ante US$ 1,310 bilhão do mesmo mês do ano passado. "Isso pode parecer diferente, porque a dívida externa está mais ou menos estável, mas temos tido crescimento das taxas de juros internacionais. E o Brasil tem posição importante aplicada lá fora, que são as das reservas internacionais", explicou.

Em novembro, até o dia 23, as despesas com juros somam US$ 2,509 bilhões, conforme Rocha. Já no caso das remessas de lucros e dividendos ao exterior, o montante em novembro está em US$ 1,587 bilhão.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Sine de Porto Velho oferece 36 oportunidades de emprego nesta quarta-feira, 28


O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho oferta 28 vagas de emprego nesta quarta-feira (28). Entre as oportunidades há vagas para cozinheiro, cabeleireiro, recepcionista, gerente, manicure e professor de inglês. O Sine alerta que as vagas de emprego estão sujeitas a alteração.

Os interessados devem comparecer ao posto de atendimento do Sine Municipal, localizado na rua Brasília, 2512, no bairro São Cristóvão, com Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS), cédula de identidade (RG), Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de residência.

O atendimento é das 7h30 às 13h30 (horário local).

O trabalhador também pode consultar vaga e fazer cadastro pela internet, através do site do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Depois de acessar a página, basta clicar no ícone “trabalhador”, para ser direcionado a outra página onde o cadastro pode ser feito.


Fonte: G1

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Setor

01 - Petrobras mantém preço médio da gasolina nas refinarias em R$ 1,5007 nesta quinta


A Petrobras manteve o preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para sexta-feira, dia 29, em R$ 1,5007. Em 6 de setembro, a diretoria da companhia anunciou que além dos reajustes diários da gasolina, terá a opção de utilizar um mecanismo de proteção (hedge) complementar.

Fonte: O Estado de São Paulo

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