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Edição 9995 de 14/03/2019

Destaque

01 - Treinamento da ABIMAQ promove capacitação de profissionais que lidam com válvulas de segurança e alívio


Conhecida por sua capacidade de proteção em diversas categorias de equipamentos utilizados nas indústrias, as válvulas de segurança e alívio são de extrema importância nesses ambientes e saber manuseá-las com precisão e alto conhecimento é fundamental, para que os materiais utilizados na produção, como água, vapores, gases, dentre outros componentes químicos sejam preservados, além do trabalhador responsável.

Por esses motivos, a ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e equipamentos - desenvolveu o curso que irá capacitar ainda mais as equipes de empresas que fazem uso do dispositivo. O treinamento acontece nos dias 20 e 21 de março, na sede da entidade que fica em São Paulo.

Durante o encontro, o foco será proporcionar aos participantes conhecimentos teóricos a respeito das válvulas de segurança e alívio, que mais são utilizadas nas plantas industriais, petroquímicas, de papel, celulose, siderúrgicas, álcool, açúcar, entre outras produções de químicas em geral.

O treinamento, ministrado por Artur Cardozo Mathias, técnico mecânico industrial e responsável pelo setor de válvulas na indústria de celulose, é direcionado a profissionais da área, estudantes e encarregados pela segurança nas fabricações.

O conteúdo programático, que visa contemplar as camadas mais profundas das técnicas de manuseio, irá trabalhar temas como:

    Histórico das válvulas de segurança
    Princípios de operação (funcionamento)
    Classes de pressão
    Limites de aplicações (pressão e temperatura)
    Sede metálica e sede resilente
    Materiais de construção para corpo, castelo e componentes internos
    Contrapressão superimposta (constante e variável); contrapressão desenvolvida
    Tipos de castelos, alavanca e capuz (aberto, fechado e suas aplicações)
    Principais terminologias
    PMTA – Pressão de Projeto – Acumulação – Sobrepressão
    Pressão de Alívio – Pressão de Ajuste – Pressão de operação
    Diferencial de Alívio para caldeiras e vasos de pressão
    Inspeção (testes e calibração)
    Procedimentos conforme API Std. 527 e API RP 576
    Exigências da NR13 (prazos de inspeção para caldeiras, vasos e tubulações)
    Inspeção de Componentes
    Teste de Pressão Diferencial a Frio
    Teste de Recepção e da Pressão de Ajuste (compensação pela contrapressão e temperatura)
    Testes (Real e On-Line) em operação
    Testes de vazamentos na bancada e em operação (tolerâncias permitidas)
    Testes de Contrapressão
    Ajuste de aneis para válvulas de caldeiras e vasos de pressão
    Regras para escalonamento da pressão de ajuste para caldeiras (Balão de Vapor e Superaquecedor)
    Regras para escalonamento da pressão de ajuste para vasos (Válvula Única e Múltiplas Válvulas)
    Faixa de ajuste da mola
    Tolerâncias da Pressão de Ajuste para Caldeiras e Vasos de Pressão
    Dimensionamento de Válvulas de Segurança e Alívio
    Equações de Dimensionamento da áreado bocal conforme API e ASME
    Informações necessárias do fluido (vapor saturado, vapor superaquecido, água, óleo, gases)
    Capacidade de Vazão (requerida, máxima e certificada)
    Unidades de Vazão Aplicadas
    Coeficientes de Descarga (Kd x K)
    Fatores de Correção (Ksh; Kw; Kb; Kv; Kn; Kp; Kc)
    Cálculos para caldeiras e vasos de pressão
    Normalização e Padronização da vazão para ar comprimido e outros gases
    Condições de Escoamento Crítico e Subcrítico
    Cálculos para líquidos (Água e Óleos)
    Instalação
    Instalação em Caldeiras, Vasos de Pressão e Tubulações
    Boas práticas recomendadas para as tubulações de entrada e de saída
    Limites de queda de pressão na entrada e saída de válvulas em caldeiras e vasos de pressão

Instalação em vasos protegidos com válvula única e com múltiplas válvulas
Instalação em conjunto com disco de ruptura e com válvulas redutoras de pressão
Válvula de Bloqueio a Montante e/ou a Jusante da Válvula de Segurança
Fenômenos operacionais (Chattering, Simmering e Flutting) – Causas e Soluções
Cuidados necessários no armazenamento, transporte e instalação
Acidentes envolvendo caldeiras e vasos de pressão.

Válvulas de Segurança e Alívio
 
Data: 20 e 21 de março 

Horário: das 9h às 18h 

Local: Sede ABIMAQ SP – Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)

Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703 

Mais informações pelo site www.abimaq.org.br/cursos

Fonte: Meio Filtrante

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02 - 2019: esperança de um Brasil melhor


Iniciamos  no Brasil, em janeiro, um novo ciclo, com a posse de um novo governo. Para a indústria de transformação brasileira este ciclo que está se encerrando não traz boas recordações. A abertura comercial do governo Collor não resultou em mais competitividade dos bens e serviços brasileiros, e a adesão do governo FHC às teses do “Consenso de Washington” com a abertura financeira e a atração de capitais estrangeiros, via juros altos e consequente câmbio baixo, ajudou a aumentar o processo de desindustrialização.

Como resultado, neste  período, tivemos uma redução, para cerca da metade, do peso da indústria de transformação no PIB, uma perda de participação dos manufaturados nos mercados externos, a reprimarização da economia e uma crescente dependência de commodities. Coincidência ou não, o crescimento médio brasileiro nestas décadas foi consistentemente menor do que o do mundo como um todo.

Esta redução do peso da indústria de transformação no PIB, certamente, tem muito a ver com o crescimento medíocre do país nas quatro últimas décadas mas seu efeito não se resume somente ao baixo crescimento econômico.  Uma indústria menor e menos diversificada aumenta nossa dependência externa de bens e serviços avançados, reduz nossa soberania e enfraquece o papel  do Brasil na economia e política mundiais.

Ainda que, ao longo destes anos, tenhamos obtidos avanços significativos na redução da pobreza e em conquistas sociais, a indústria, que foi acusada de ter vivido de subsídios e até de “bolsa empresário”, não tem o que comemorar ao fim do presente ciclo.

A agenda do governo Jair Bolsonaro, pode, de forma muito simplificada, ser resumida em duas diretivas principais: de um lado um forte aumento da concorrência, via abertura comercial e financeira e via desregulamentação e, de outro lado, uma sensível redução do tamanho do estado, através de privatizações e da limitação de sua capacidade de gastar, com o uso de instrumentos como a lei do teto.

Nos, da indústria, damos as boas vindas a uma ampla desregulamentação, à melhoria do ambiente de negócios, ao aumento da segurança jurídica e a uma crescente concorrência, fatores essenciais num regime capitalista. Entretanto, para que esta concorrência seja saudável, é imprescindível estabelecer, a priori, a isonomia nas condições de competição tanto no mercado interno quanto com relação a nossos concorrentes externos.

Entendemos assim que a abertura será bem vinda desde que o setor financeiro disponibilize crédito abundante a custos assemelhados aos de nossos concorrentes, o governo implemente uma reforma tributária que reduza a carga sobre a indústria e o custo de administrar os impostos e desonere completamente investimentos e exportações além de reduzir a volatilidade do câmbio e dos fluxos de capitais especulativos.

Se o próximo governo for por este caminho, ou seja, da implementação simultânea de uma agenda de competitividade, há fortes razões para esperar não somente uma retomada sustentada do crescimento econômico mas um fortalecimento da indústria com a construção de um parque industrial moderno, sofisticado e diversificado capaz de avançar em direção ao novo paradigma da manufatura avançada.

O Brasil que está, hoje, entre as dez maiores economias mundiais e estará entre as primeiras cinco, em 2050, segundo projeções de consultorias internacionais quer e poderá ser, um ator importante nas relações internacionais. Para tanto é essencial ter uma indústria forte e competitiva capaz de garantir, além de nossas seguranças alimentar e energética, também a segurança militar num mundo que deverá ser multipolar e mais complicado.

A Selic e inflação estão baixas pela primeira vez em décadas e iniciamos uma retomada cíclica, ainda que lenta. O cenário internacional está menos ameaçador, após o início de entendimentos entre os Estados Unidos e a China sobre a guerra comercial, e as notícias de que os juros americanos subirão menos do esperado.

Se o futuro governo fizer a reforma da previdência e a tributária voltaremos a crescer decentemente já nesse ano que se inicia e temos a certeza que voltaremos a criar um ciclo virtuoso de crescimento, com muita esperança de viver um Brasil melhor.

*João Carlos Marchesan é administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos

Fonte: Diário do Comércio, Jornal Dia a Dia, FolhaMT, O Debate, Folha MG, Negocios em Foco

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03 - Cenário positivo na indústria de máquinas e equipamentos pode colaborar com resultados positivos da Mitsubishi Electric


Crescimento do setor em 2019, após cinco anos, deve contribuir para o crescimento contínuo da companhia

A Mitsubishi Electric, uma das principais companhias de automação industrial do mundo, está confiante na retomada do setor de máquinas e equipamentos em 2019. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), o segmento deve aumentar entre 5% e 6% da receita em relação ao ano passado. Além disso, a demanda local deve crescer 10% enquanto as exportações devem ficar estáveis.

Fabiano Lourenço, Diretor Sênior e Gerente geral da divisão de Automação Industrial da Mitsubishi Electric, acredita que o cenário positivo deve ajudar a atingir as metas agressivas de crescimento. “A companhia acredita no Brasil e deve investir ainda mais no país em 2019. Superamos a meta de faturamento e vamos aproveitar o momento de retomada econômica para impulsionar ainda mais as vendas de nossos serviços e produtos. Estamos confiantes na nossa capacidade de ajudar clientes e parceiros”, destaca o executivo.

Nos últimos três anos, a empresa obteve crescimento de aproximadamente 70% em vendas no Brasil, suportado pelo aumento expressivo da rede de parceiros de vendas, composta por distribuidores e integradores de sistemas. De 2015 a 2018, o número de distribuidores aumentou 118% e a quantidade de integradores parceiros teve incremento de 320%.

Durante esse período, foram lançadas no país soluções para baixa tensão, sistema supervisório (MCWorks 64) além de robôs com capacidade até 70kg que vieram para ampliar o portfólio da companhia. Além desses equipamentos, a companhia comercializa Controladores (CLPs), IHMs, Servo Acionamentos, Inversores de Frequência, Robôs Industriais e Soluções de Monitoramento de Energia.

“Nossa meta é dobrar a divisão até 2019 [em comparação com 2016]. Para isso, contamos com o lançamento de novos produtos, como a linha de baixa tensão, e continuamos investindo no treinamento de profissionais da área”, finaliza Lourenço.

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Fonte: Portal HVAC – R

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04 - Imersão 4.0 ocorre em Joinville no mês de maio


O evento, voltado a profissionais de manufatura em nível de diretoria e de gerência, busca identificar os problemas das indústrias da cidade e apresentar soluções.

No dia 28 de maio ocorre o “Imersão 4.0”, evento focado em profissionais de manufatura em nível de diretoria e de gerência, com o objetivo de mudar os processos de tomada de decisão nas indústrias de Joinville, utilizando os conceitos de indústria 4.0. A Internet Industrial é um dos vetores para a criação de um novo tipo de manufatura com um uso pesado de sensores dentro da chamada Internet das Coisas, mas também produção automatizada e análise de grandes volumes de dados na nuvem.

O evento, que ocorre no Ágora Tech Park procura identificar os maiores problemas das indústrias presentes e apresentar diagnósticos elaborados por múltiplos provedores de soluções, especialistas em tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0. A proposta do evento surgiu em uma reunião em que estavam presentes representantes do Cluster 4.0, composto por ACATE Vertical Manufatura, ABII, ACIJ e ABIMAQ e também representantes das universidades UFSC e UNISOCIESC, da Prefeitura Municipal de Joinville e de empresas associadas a estas instituições. O foco da reunião foi discutir eventos inovadores e de alto impacto com o objetivo de endereçar as maiores dores da indústria utilizando as tecnologias habilitadoras da Indústria 4.0.

“Será um evento inédito, dinâmico e bastante inovador, combinando com o espaço que o receberá. Os provedores de solução terão que trabalhar em conjunto, como se fossem uma junta médica e sem viés comercial, para apresentar “diagnósticos e tratamentos” para as maiores “dores” observadas nas consultas”, explica Claudio H. Goldbach, diretor da ABII.

O evento contará com especialistas de mais de 50 empresas de tecnologia para mostrar que os conceitos de indústria 4.0 já estão sendo aplicados, que é viável e deve ser adotada no Brasil respeitando as características dos segmentos em que o país atua. Assim, a produção industrial brasileira, atualmente responsável por cerca de 14% do PIB, terá apoio para alcançar um novo patamar e manter-se competitiva.

Fonte: Noticenter, Portal Joinville

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05 - 2º SISEMAQ – Seminário Internacional de Segurança de Máquinas 2019


Data: 18/03/2019 a 19/03/2019
Local: São Paulo-SP
Contato: http://sisemaq.abimaq.org.br/

Fonte: ABNT

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06 - Mega na Plástico Brasil 2019


De 25 a 29 de março a Mega Sistemas Corporativos marca presença na Plástico Brasil 2019 - Feira Internacional do Plástico e da Borracha, promovida pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM) e outras importantes entidades do setor.

Com a proposta de apresentar os últimos avanços tecnológicos e as principais tendências globais dos segmentos que envolvem a cadeia produtiva do plástico, o evento é considerado um dos mais relevantes pontos de encontro do setor para a realização de negócios por reunir as principais novidades para os transformadores de plástico e para as indústrias da borracha, construção civil, alimento e bebidas, automóveis e autopeças, perfurmaria, higiene e limpeza.

Durante toda a semana, representantes da Mega Sistemas Corporativos apresentam ao público uma gama de soluções para otimizar a gestão das fábricas e alavancar a produtividade através da Indústria 4.0, Lean Manufacuting (ou manufatura enxuta) e Inteligência Artificial.

Quem tiver interesse, pode passar no estande da companhia e tirar dúvidas sobre estes assuntos e discutir o papel da tecnologia no aumento da competividade na indústria.

O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas através deste link.

Não estará no evento, mas gostaria de saber o que a Mega pode oferecer para a sua indústria? Entre em contato pelo comunicacao@mega.com.br !

Serviço:
Data: 25 a 29/03
Horário: das 10h às 19h
Local: São Paulo expo
Rodovia dos Imigrantes - KM 1,5
Preço: gratuito
Inscrições: www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento

Fonte: Mega

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07 - PLÁSTICO BRASIL 2019: Impressão 3D é mais um dos destaques da feira


Uso desta tecnologia tem avançado no ambiente industrial, desde a execução de pequenas séries de peças plásticas e produção de ferramentais, até dispositivos auxiliares de fabricação.

Entre os muitos segmentos industriais representados pela Plástico Brasil – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo, a feira reunirá empresas que atuam como fornecedoras de equipamentos ou insumos para os processos de manufatura aditiva, também conhecidos como impressão 3D.

A prestação de serviços neste segmento também é fundamental, sendo que, em alguns casos, a mesma empresa fornece os equipamentos e oferece serviços valendo-se da flexibilidade e da diversidade de oportunidades de negócio que esta crescente atividade oferece.

Os visitantes da Plástico Brasil poderão contar com importantes marcas da impressão 3D, comoUP3D, Perfilpolimer, AE3D, Fastparts e SKA, que demonstrarão a utilidade desta tecnologia para o setor do plástico.

Embora o processo não seja mais uma novidade, a manufatura aditiva se mostra cada vez mais promissora. E não é para menos, já que a técnica tem avançado não só na fabricação de componentes e bens para o uso imediato, mas também no ambiente industrial, onde se faz desde a execução de pequenas séries de peças plásticas e produção de ferramentais, até dispositivos auxiliares de fabricação, ou ainda a confecção de componentes metálicos finais, com grande característica técnica.

De suma importância, a impressão 3D realiza suas operações em diferentes tipos de processos, entre os quais sinterização seletiva a laser, estereolitografia, modelamento por deposição de material fundido, impressão por jato, sinterização direta a laser, fusão por feixe de elétrons e laminação de deposição seletiva. Hoje, a impressão 3D tem sido aplicada até na confecção de dispositivos de auxilio á manufatura, inclusive, com o uso de filamentos transparentes e antiestáticos. Há também equipamentos que processam materiais dissimilares simultaneamente.

Plástico Brasil

Uma iniciativa da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 600 marcas nacionais e internacionais, que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

Parte significativa das marcas expositoras é representada por 13 países: Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça, sendo que quatro deles – Alemanha, Áustria, China e Itália – participam com grupos de empresas reunidas em seus respectivos pavilhões. Mais de 60 entidades representativas nacionais e internacionais já garantiram seu apoio ao evento.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais da construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros, que vislumbram na Plástico Brasil a melhor oportunidade para se modernizar e competir num mercado em ascensão.

A feira vai oferecer uma programação técnica com cerca de 80 horas de seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, como o Parque de Ideias, VDI Road Show, 1º ABINFER BUSINESS CENTER – ABC 2019, PETtalk 2019, SEBRAE Móvel e o SMED (Single Minute Exchange of Die), demonstração de troca rápida de moldes sem qualquer interação humana, formato nunca apresentado em feiras setoriais na América Latina.

O credenciamento é gratuito e já pode ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

Realização

ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

Sobre a Informa Exhibitions

A Informa Exhibitions, divisão de exposições globais da Informa PLC, permite que as comunidades em todo o mundo se engajem, experimentem e façam negócios, fornecendo-lhes plataformas poderosas para se conectarem a regiões-chave e mercados verticais. O conhecimento do setor, aliado a uma abordagem inovadora e centrada no cliente, oferece aos clientes e parceiros da Informa Exhibitions a oportunidade de criar vantagens comerciais e acessar os mercados, tanto digital quanto presencial, 365 dias por ano.

Sobre a Informa PLC

A Informa PLC é um grupo líder internacional de serviços de informações entre empresas que opera em mais de 30 países. Nós criamos feiras lideradas por transações e eventos baseados em conteúdo, dados de especialistas, produtos de serviços de inteligência e marketing, bem como pesquisas acadêmicas e conteúdo acadêmico especialista orientado por referências. Nossos produtos e serviços ajudam empresas e profissionais a se conectar, aprender, fazer negócio e conquistar uma vantagem sobre a concorrência. A Informa é cotada na Bolsa de Valores de Londres e é membro do FTSE 100.


PLÁSTICO BRASIL - Feira Internacional do Plástico e da Borracha
Data: 25 a 29 de março de 2019
Horário: Das 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo – SP)
Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Expositores: mais de 600 marcas nacionais e internacionais
Setores: máquinas; equipamentos e acessórios; matérias-primas e resinas; moldes e porta moldes; automação industrial e robótica; periféricos; entre outros produtos, serviços e soluções.
Público: em torno de 45 mil visitantes/compradores
Entrada: Gratuita para profissionais do setor, com credenciamento online (www.plasticobrasil.com.br) ou no local
Mídias Sociais: facebook.com/plasticobr

Fonte: Ubrafe, Seap Usinagem, Blog do Plástico

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08 - Motivos para não tributar as matérias-primas e, portanto, refugar o IVA


*Shotoku Yamamoto

Dentro da teoria microeconômica, um dos conceitos mais importantes é, sem dúvida, o conceito de elasticidade-preço da procura, criado por Alfred Marshall (1842 – 1924) que mede a sensibilidade dos consumidores diante das variações nos preços dos bens ou serviços. Quando ocorre uma mudança no preço, os consumidores reagem com diferentes intensidades, ou porque não querem ou porque não conseguem. Trata-se de um conceito muito importante porque, dependendo da intensidade das reações dos consumidores, o tamanho do mercado, medido em unidades monetárias, pode aumentar ou diminuir. Por exemplo, se o preço de um bem aumentar em 5% e os consumidores reagirem diminuindo a demanda em apenas 1%, evidentemente a dimensão do mercado ficará maior, ou seja, o dispêndio monetário total dos consumidores aumentará com a compra daquele produto. Todos os bens e serviços disponibilizados no mercado podem ser classificados em duas categorias, calculando-se o coeficiente de elasticidade-preço da procura (E) pela seguinte fórmula:
E = Variação % na quantidade procurada / Variação % no preço

Este coeficiente, repetindo, apresenta duas dimensões importantes:
1. Procura elástica – quando o coeficiente for maior que l (um), neste caso qualquer aumento no preço resultará em diminuição no tamanho do mercado e, qualquer diminuição no preço, aumento do mercado, medido em unidades monetárias.
2. Procura inelástica – quando o coeficiente for menor que 1 (um). Neste caso, evidentemente, o efeito será oposto, o mercado cresce com aumento no preço e diminui com a diminuição no preço, tudo em números relativos.
Portanto, classificar a procura de um produto em elástica ou inelástica é fundamental para, além dos empresários, principalmente àqueles que tomam a decisão de legislar sobre tributação. Para tanto, basta analisar os fatores que 
influenciam a elasticidade demanda do produto ou serviço, quais sejam:

1. Disponibilidade de bens substitutos para o produto em análise. É claro que quando o produto em questão dispõe de substitutos, os consumidores conseguem reagir a um aumento no preço, passando a procurar um bem substituto e, analogamente, quando o preço diminui, os consumidores de outros produtos substitutos serão atraídos para o mercado do produto, cujo preço diminui.

2. O preço unitário do bem em relação à renda dos consumidores, ou dos tomadores de decisão de compra do produto. Quando o preço unitário é baixo, os consumidores, mesmo que tenha substituto, podem não querer reagir porque um aumento no preço de um produto barato representa pouco dinheiro e, por isso, o tomador de decisão de compra tende a não reagir. O exemplo clássico de produto que tem procura altamente inelástica é o sal de cozinha; além de não ter substituto, o preço unitário de compra é muito baixo. O açúcar refinado, embora tenha substituto, a procura também é inelástica, exatamente, porque o preço unitário é baixo.

Analisando estes dois fatores é possível classificar a procura de todos os bens e serviços em elástica ou inelástica. Um bem cuja procura é inquestionavelmente elástica é o automóvel porque, além de possuir bons substitutos, trata-se de um produto cujo preço é muito alto. As passagens aéreas e diárias de hotéis também são exemplos de serviços de procura elástica. Quando se analisa o preço do bem em relação a renda dos consumidores, ou dos tomadores de decisão de compra, um aspecto importantíssimo é analisar o preço unitário de compra. Quando uma indústria, por exemplo, utiliza o sal como insumo industrial, o preço deixa de ser um fator irrelevante, porque o preço unitário passa a ser por tonelada e, por isso mesmo, deixa de ser um produto de procura inelástica. Portanto, no mercado de atacado, todos os bens e serviços apresentam procura elástica; todas as vezes que o preço diminui, a demanda aumenta mais que proporcionalmente a redução no preço, aumentado a produção, gerando mais empregos, rendas e impostos.

Para finalizar, a conclusão que se pode tirar deste conceito é que aqueles que tem o poder de legislar sobre impostos nunca, jamais, devem tributar as matérias-primas e produtos intermediários nas cadeias produtivas. Por exemplo, o IPI é, entre outros, sem dúvida nenhuma, o imposto mais irracional que pode existir, só é admissível como imposto seletivo para alguns produtos prejudiciais à saúde. O tão defendido IVA também deve ser contestado porque tributa a produção, onde todos os insumos apresentam procura elástica, além do que, a finalidade da produção é melhorar o padrão de vida da sociedade. Os impostos indiretos devem tributar o consumo de bens e serviços de procura inelástica. Este mesmo conceito é aplicado na teoria da formação de estratégia de política de preços das empresas, neste caso o conceito passa a ser elasticidade-preço da procura de uma marca do produto.
*Shotoku Yamamoto é diretor da Sky Corte Laser e diretor conselheiro da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas

Fonte: O Debate, Mega Moveleiros

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Comércio Internacional

01 - Entrada de dólar supera saída em US$ 6,768 bi no ano até 8 de março, diz BC


Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 5,575 bilhões
O fluxo cambial do ano até 8 de março ficou positivo em US$ 6,768 bilhões, informou nesta quarta-feira, 13, o Banco Central. Em igual período do ano passado, o resultado era positivo em US$ 5,575 bilhões.

A entrada pelo canal financeiro neste ano até 8 de março foi de US$ 4,014 bilhões. O resultado é fruto de aportes no valor de US$ 113,140 bilhões e de envios no total de US$ 109,126 bilhões. O segmento reúne os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessas de lucro e pagamento de juros, entre outras operações.

No comércio exterior, o saldo anual acumulado até 8 de março ficou positivo em US$ 2,754 bilhões, com importações de US$ 28,102 bilhões e exportações de US$ 30,856 bilhões. Nas exportações estão incluídos US$ 5,868 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 6,695 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 18,294 bilhões em outras entradas.

MarçoDepois de encerrar fevereiro com entradas líquidas de US$ 8,626 bilhões, o País registrou fluxo cambial negativo de US$ 1,913 bilhão em março até o dia 8, informou o Banco Central.

O canal financeiro apresentou saídas líquidas de US$ 3,094 bilhões no período. Isso é resultado de aportes no valor de US$ 7,511 bilhões e de retiradas no total de US$ 10,606 bilhões.

Fonte: DCI

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02 - Produção industrial da China cresce 5,3% ao ano no 1º bimestre


A economia da China mostrou mais fraqueza com a desaceleração da produção industrial, apesar de uma modesta recuperação nos investimentos, sugerindo que a economia está começando mais devagar em 2019. 

A produção industrial por valor agregado na China aumentou 5,3% no período de janeiro a fevereiro em relação ao mesmo período do ano anterior, desacelerando de um aumento de 5,7% em dezembro, de acordo com dados do Escritório Nacional de Estatísticas. A agência divulga dados de atividades de negócios consolidados dos primeiros dois meses para suavizar as distorções por conta do Ano Novo Lunar. 

O aumento nos dois meses ficou acima da previsão média de crescimento de 5,5% de 15 economistas consultados pelo "The Wall Street Journal". 

Investimentos 

O investimento em ativos fixos urbanos da China aumentou 6,1% no primeiro bimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, informou nesta quinta-feira o Escritório Nacional de Estatísticas. 

O crescimento do investimento ficou ligeiramente acima da média de 6,0% previstos por 15 economistas consultados pelo "The Wall Street Journal". (Valor Econômico)

Varejo 

As vendas no varejo da China subiram 8,2% no primeiro bimestre em relação ao mesmo período do ano anterior, mantendo-se estável em relação ao crescimento anual de dezembro, como os economistas esperavam. 

Depois de relatar o crescimento econômico mais lento em quase três décadas no ano passado, a China reduziu sua meta de crescimento econômico este ano para entre 6% e 6,5%.

Fonte: Valor Econômico

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03 - Petróleo fecha em alta com queda inesperada dos estoques nos EUA


Os contratos futuros do petróleo anotaram fortes altas nesta quarta-feira (13), fechando na máxima de quatro meses, depois que os dados oficiais de estoques da commodity nos Estados Unidos apontaram uma queda inesperada na semana passada. 

Os contratos futuros do WTI para abril fecharam em alta de 2,44%, a US$ 58,26 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York (Nymex), enquanto o Brent para maio avançou 1,31%, a US$ 67,55 por barril na ICE, em Londres. 

Os estoques de petróleo bruto dos EUA caíram o correspondente a 3,862 milhões de barris na semana passada, para 449,072 milhões, de acordo com dados com ajuste sazonal divulgados hoje pelo Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês). A expectativa de consenso era de que haveria aumento de 1,9 milhão de barris no período. 

Os ganhos do petróleo também receberam impulso com as restrições de oferta da Venezuela, acentuadas pela interrupção nos últimos dias do fornecimento de energia no país, e pelas indicações de que a Opep, sob a liderança da Arábia Saudita, pretende levar ao segundo semestre os cortes na produção do cartel.

Fonte: Valor Econômico

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Industria

01 - Produção industrial avança em nove locais pesquisados em janeiro


Apesar da queda de 0,8% na produção industrial nacional, nove dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tiveram alta na passagem de dezembro de 2018 para janeiro deste ano. O maior crescimento foi observado no Amazonas (5,2%), de acordo com dados da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, divulgados hoje (14).

Outros estados com alta foram Pernambuco (3,0%), Rio Grande do Sul (2,6%), Goiás (2,6%), Pará (1,7%), Santa Catarina (0,8%), Minas Gerais (0,7%) e o Paraná (0,7%). A Região Nordeste, que também é pesquisada pela soma dos seus ove estados, teve crescimento: 1%.

Por outro lado, seis estados puxaram a queda nacional da indústria: Mato Grosso (-5,4%), Espírito Santo (-2,6%), Bahia (-2,2%), São Paulo (-1,8%), Rio de Janeiro (-1,3%) e o Ceará (-0,4%).

Outras comparações

Na comparação com janeiro de 2018, dez dos 15 locais pesquisados tiveram queda. As maiores delas foram observadas no Amazonas (-10,5%) e em Mato Grosso (-9,2%). Dos cinco locais com alta na produção, o Paraná teve o melhor resultado (8,1%).

No acumulado de 12 meses, oito dos 15 locais tiveram queda, com destaque para Goiás (-4,2%), e sete tiveram alta, com o melhor resultado sendo observado no Pará (8,2%).

Fonte: Agência Brasil

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02 - Indústria gaúcha cresceu 2,6% em janeiro, aponta IBGE


Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta no Rio Grande do Sul foi de 5,7%

Na contramão do índice nacional, que apresentou retração de 0,8% no mês de janeiro, a indústria do Rio Grande do Sul começou o ano com crescimento de 2,6%, conforme a Pesquisa Industrial Mensal Regional, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta. A variação no estado foi a terceira maior do país, atrás apenas daquela registrada no Amazonas (5,2%) e em Pernambuco (3,0%), e empatada com a de Goiás. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a alta no RS foi de 5,7%. 

Ainda que a média brasileria tenha caído, somente seis dos quinze locais pesquisados mostraram taxas negativas, mas foram mais intensas que as elevações. A queda mais intensa foi em Mato Grosso (-5,4%), seguido por Espírito Santo (-2,6%), Bahia (-2,2%), São Paulo (-1,8%) e Rio de Janeiro (-1,3%) e Ceará (-0,4%). Ainda na série com ajuste sazonal, a média móvel trimestral para o total da indústria recuou 0,2% no trimestre encerrado em janeiro de 2019 frente ao nível do mês anterior.

Comparação com 2018

Na comparação com janeiro de 2018, o setor industrial caiu 2,6% em janeiro de 2019, com dez dos 15 locais apontando taxas negativas. Os dois meses tiveram 22 dias úteis, o que torna o comparito mais fidedigno. Amazonas (-10,5%) e Mato Grosso (-9,2%) assinalaram os recuos mais intensos, pelas quedas observadas nos setores de bebidas (preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (televisores), no primeiro local; e de produtos alimentícios (carnes de bovinos frescas ou refrigeradas, tortas, bagaços, farelos e outros resíduos da extração de soja e óleo de soja em bruto) e produtos de madeira (madeira serrada, aplainada ou polida), no segundo.

Fonte: Correio do Povo

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03 - Confiança na retomada econômica ainda não se traduz em investimentos


Apesar da expectativa de crescimento do País em 2019, índices da produção industrial continuam em retração e demonstram que aportes no parque produtivo estão sendo adiados no Brasil

A confiança ainda não se traduziu em investimentos no País. Os indicadores de produção, principalmente de bens de capital, continuam patinando diante das incertezas de qual será a magnitude da retomada econômica.

Dados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), divulgada nesta quarta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam queda de 2,6% da atividade industrial em janeiro na comparação com o mesmo período de 2018. A categoria de bens de capital registrou desempenho negativo de 7,7% na mesma base de comparação. “Há uma recuperação da confiança, mas ainda existe incerteza em relação ao ritmo econômico dos próximos meses, que depende de muitas variáveis tanto no cenário doméstico quanto no internacional”, avalia o economista do Banco MUFG Brasil, Mauricio Nakahodo.

O último levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que o índice de confiança do empresário industrial caiu 0,2 ponto entre janeiro e fevereiro, se mantendo em 64,5 pontos, faixa considerada elevada. “A produção industrial surpreendeu negativamente, os sinais apontavam em direções distintas. A incerteza acabou afetando a categoria de bens de capital”, assinala Nakahodo. Ele aponta a capacidade ociosa ainda alta e os resultados econômicos abaixo do esperado no quarto trimestre do ano passado como fatores que inibem os investimentos. “Afeta a produção de máquinas e equipamentos e traz uma perspectiva mais longa para a ocupação do parque produtivo.

”Para o economista, a melhora dos indicadores econômicos internos passa pela aprovação de reformas no Congresso, especialmente a da Previdência. “O equilíbrio fiscal é um ponto importante para essa recuperação.” Nakahodo explica que a tendência de desaceleração global também afeta a economia brasileira e os setores voltados para exportações. “Diversos países estão rebaixando suas expectativas de crescimento. Esse fator acaba impactando o Brasil.”

O Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) destacou em seu relatório que o desempenho da produção de bens de capital foi o pior entre os macrossetores. 

“Contribuíram para isso principalmente os bens de capital para a própria indústria, acenando para um quadro desfavorável para o investimento. Outras contribuições negativas importantes vieram de bens de capital para transporte e para agricultura.” No resultado mensal, a categoria de bens de capital apresentou piora de 3%. “A queda de dezembro para janeiro está relacionada à baixa na produção de caminhões, bens de produção agrícola e máquinas e equipamentos industriais”, diz o gerente da coordenação de indústria do IBGE, André Macedo. “Mesmo havendo um aumento na confiança dos empresários, isso está mais relacionado ao longo prazo. Os investimentos têm sido adiados”

Regressão 

O Iedi avalia que o resultado mostra uma continuidade da recessão industrial iniciada no final do ano passado. “Este foi o terceiro mês consecutivo sem recuperação. Ao invés de progredirmos, estamos nitidamente regredindo nos últimos meses. A produção industrial ainda está 17% abaixo do último pico histórico, alcançado em maio de 2011. Em junho de 2018 essa diferença era menor, de 14%”, disse.

Segundo Macedo, o perfil do resultado negativo é bem disseminado. “Trata-se de uma produção industrial em ritmo abaixo da que encerrou 2018. No acumulado dos últimos 12 meses, ainda estamos no positivo, mas reduzindo a intensidade dessa expansão.”

Na comparação com janeiro de 2018, houve quedas nas quatro grandes categorias econômicas. Conforme o IBGE, dentre as atividades, produtos alimentícios (-4,0%), produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-22,5%) e máquinas e equipamentos (-10,3%) exerceram as maiores influências negativas no período.

Fonte: DCI

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Setor

01 - Petrobras eleva em 1,5% preço médio da gasolina nas refinarias nesta quinta-feira


A Petrobras anunciou alta de 1,5% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido para esta quinta-feira, dia 15, para R$ 1,7966. Além disso, a estatal manteve sem alteração o preço do diesel, em R$ 2,1871, conforme tabela disponível no site da empresa.

Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, "conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral".

Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Fonte: DCI

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