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Edição 10022 de 15/04/2019

Destaque

01 - ABIMAQ apoia a relevância da Apex-Brasil para a atuação do setor de máquinas no mercado internacional


Desde 2000, a ABIMAQ tem mantido Convênios com a Apex-Brasil que deu origem ao Programa Brazil Machinery Solutions (BMS). Trata-se de um Projeto Setorial que tem como objetivo fomentar a exportação da indústria de máquinas e equipamentos pelo desenvolvimento sustentável no processo de internacionalização das empresas do setor, atualmente o maior exportador brasileiro de manufaturados.

O fomento é possível pelo aprofundamento do relacionamento com empresas fabricantes de máquinas e equipamentos e execução de ações direcionadas à capacitação, informação, defesa de interesses, fortalecimento de imagem e agenda de promoção de negócios para o setor.

Em função dessa parceria, o Programa BMS atende atualmente a mais de 400 empresas de diferentes portes e níveis de maturidade exportadora. A capacitação e organização das empresas do setor possibilitou que nos últimos oito anos fossem realizadas cerca de 200 ações de promoção comercial entre feiras internacionais, projetos compradores, projetos imagem, missões comerciais e prospectivas, além de eventos de capacitação e qualificação das empresas para a internacionalização.

Esse trabalho permitiu a presença brasileira em praticamente todos os continentes, com forte atuação em países como os EUA, México, Alemanha, Argentina, Colômbia, Chile, Peru, África do Sul, entre outros, sendo que a diversificação de mercados também foi um dos pontos fortes do Projeto Setorial que em 2018 atingiu 159 destinos. Como resultado, nestes últimos oito anos, as exportações das empresas apoiadas crescessem 82%, ou mais de de US$ 23,7 bilhões no período.

Este cenário faz com que a ABIMAQ e a indústria brasileira de máquinas e equipamentos considere e defenda a relevância da Apex-Brasil como parceira nas ações voltadas para o crescimento das exportações, bem como o desenvolvimento da vocação exportadora de nossas empresas, além do fortalecimento da imagem do Brasil. Vocação esta até então desconhecida das próprias empresas.

Importante ressaltar que os Projetos Setoriais estabelecidos com a Apex-Brasil são configurados com exigências de metas e respaldados por total transparência nos processos, que são obrigatória e periodicamente auditados pela Apex-Brasil, por auditores independentes e pelo Tribunal de Contas da União. Para qualquer Convênio há necessidade absoluta de competência das equipes técnica, o que também é outro mérito do corpo profissional da Apex-Brasil.

Dentro do universo de empresas associadas à ABIMAQ, neste periodo, saimos de um número de aproximadamente 300 para mais de 800 empresas exportadoras. As exportações cresceram de US$ 7 bilhões para aproximadamente US$ 11 bilhões. Nos tornamos o setor da Indústria de Transformação que mais exporta. A Apex-Brasil não foi a única razão desta expansão, mas com certeza é uma valiosa ferramenta. Sem dúvida uma importante iniciativa do governo brasileiro.

Por estas e outras razões é que a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equimentos (ABIMAQ) vem a público manifestar o seu apoio à Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Fonte: Folha MT, Folha PA, Negócios em Foco, Folha GO, Difundir, JorNow, Revista Meio Filtrante, Muzambinho

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02 - Expomafe dobra o número de expositores estrangeiros


Em sua segunda edição, a Expomafe terá o quase o dobro de expositores estrangeiros na comparação com a edição anterior, realizada em 2017. A Expomafe 2019 vai contar com mais de 40 empresas de nove países: Alemanha, China, Coreia, Espanha, EUA, França, Itália, Japão e República Tcheca, enquanto a edição de 2017 recebeu expositores internacionais. A área dedicada a estes expositores mais que dobrou, passando de 665 m² para 1.646 m².

A maioria destes expositores ficará reunida nos pavilhões de seus respectivos países. Os Estados Unidos, por exemplo, serão representados pela AMT - Association for Manufacturing Technology. A entidade dos fabricantes de tecnologia voltada para manufatura vai promover o US Pavilion, com 5 empresas e área de 300 m² para oferecer ao mercado brasileiro o que há de mais moderno em tecnologia para a indústria e apresentar o MTConncet, um padrão técnico de fabricação para recuperar informações de processo de máquinas operatrizes controladas numericamente.

Já o estande da Alemanha, promovido pela German Machine Tool Builders? Association (VDW), vai contar com 12 expositores, enquanto a China virá para a Expomafe com dois pavilhões: um organizado pelo Conselho Chinês para a Promoção do Comércio Internacional (CCPIT), voltado para fornecedores de máquinas, e outro pela Chinese Mechanical Engineering Society (CMES), com fornecedores de soluções para solda.

Confira a lista de expositores dos pavilhões internacionais: Estados Unidos (AMT): Rego-Fix; Transor Filter; Acme; Vektek; Ata Tools. Da Alemanha (VDW): Neugart; Gruetzner; Laserline; Wikus; Bauer; Jakob; Hydrokomp; Optima; Botek; Data M; Behringer. Da China (CCPIT): Bodor; Euro Brother; Benxi Tool; Sharp Tools; Ningbo Sanhan; Zhuzhou Sant; Oke Precision; Shanghai Techtop; Xiamen Golden; Ningbo Danko; China (Cmes); Jinan North; Wise Tech; Jiangyin Xinlian; Ningbo United Tools; Beijing Time; Zhejiang Changzheng; Changzhou Huarui.

A segunda edição da Expomafe, de 7 a 11 de maio, no São Paulo Expo, vai reunir mais de 750 marcas nacionais e internacionais. Em relação à edição inaugural, em 2017, a área da feira está 25% maior, e faltando mais de 60 dias para sua realização já estava completamente comercializada.

EXPOMAFE 2019 - Feira Internacional de Máquinas-Ferramenta e Automação Industrial
Data: 7 a 11 de maio de 2019, das 10h às 19h (dia 11, das 9h às 17h)
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Iniciativa: ABIMAQ
Promoção e organização: Informa Exhibitions
Patrocínio oficial: Romi
Informações e inscrições: www.expomafe.com.br

Fonte: Usinagem Brasil)

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03 - ABIMAQ promoverá rodada de negócios para fabricantes do ramo


A ABIMAQ- Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos oferece uma oportunidade para fazer negócios do ramo este mês. Será realizado pela associação uma rodada de negócios que acontecerão no Rio de Janeiro e em São Paulo. A rodada ocorrerá no dia 15 de abril na capital paulista, com foco em fabricantes voltados para a cadeia automotiva e rodoviária. Já a edição carioca do encontro está agendada para 26 de abril, com possibilidades de fornecimento da indústria brasileira no mercado de petróleo e gás.

De acordo com informações oferecidas pela ABIMAQ, na edição do Rio estão confirmadas as participações das empresas âncoras Enseada, Nuclep, Oceaneering, Tenaris. Enquanto isso, o evento em São Paulo terá representantes da Caterpillar, JBC, John Deere, Randon Veículos e Grupo PSA (Peugeot /Citroën), que vão apresentar demandas específicas de produtos e serviços.

o superintendente de Mercado Interno da ABIMAQ, Marcos Perez, ainda ressaltou, "A ação é uma oportunidade de numa única tarde os empresários realizarem contatos com diversas empresas âncoras para prospectar oportunidades de negócios e networking".

Para informações sobre o evento do Rio de Janeiro basta acessar este link ou ligar para (21) 2262-5566. Para detalhes sobre o evento de São Paulo, ligue para (11) 5582-6389 ou acesse este endereço.

Fonte: Usinagem Brasil, Cimm

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04 - Para empresários, desoneração da folha melhora competitividade


Executivos de diferentes setores avaliam que a desoneração total da folha de pagamentos, um dos itens da reforma tributária proposta pelo governo, vai ajudar a melhorar a competitividade da indústria nacional e gerar mais empregos, além de acabar com mais uma "jabuticaba" que existe apenas no Brasil.

"Em nenhum outro país existe esse tipo de tributação", afirma João Carlos Marchesan, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). "Acabar com essa tributação é muito importante, pois ajuda a melhorar nossa competitividade, a reduzir parte do custo Brasil e acaba com mais essa jabuticaba."

Marchesan calcula redução de 4% nos custos do setor, corte importante quando se fala em abertura da economia. A indústria de máquinas emprega 120 mil funcionários diretos e a medida vai ajudar a gerar mais vagas e a destravar investimentos.

"A medida deve alavancar negócios, gerar atividades e empregos", diz Heitor Klein, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Calçados (Abicalçados). O setor emprega 285 mil trabalhadores diretos e está estagnado. "Temos forte viés exportador e a desoneração trará mais oportunidades para competirmos lá fora", diz. Segundo ele, a medida pode reduzir os custos do setor em 7%.

Para o vice-presidente da Ford América do Sul, Rogelio Golfarb, a medida "é altamente positiva" mas, como ocorre num momento de ajuste fiscal, há dúvidas se será uma desoneração real da folha ou se haverá realocação de tributos.

Golfarb diz que "o custo do trabalho no País é muito alto" e a medida, se confirmada, vai facilitar para o empresário o tema das contratações. "Muitas vezes a empresa retarda a decisão de investimento local porque o custo da mão de obra é alto."

Segundo o Secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, a ideia é a desoneração total e permanente da folha de pagamentos. Será para os todos os setores, diferente da adotada pela ex-presidente Dilma Rousseff em 2011, que permitiu a substituição da alíquota de 20% sobre a folha de salários por desconto de 2,5% sobre o faturamento.

"A desoneração é um modelo já testado no passado e que deu bons resultados", diz Klein, da Abicalçados. Marchesan, da ABIMAQ, acrescenta que, para promover a abertura é preciso corrigir as assimetrias brasileiras em relação aos demais países. Para isso é preciso também promover a reforma tributária, reduzir juros e melhorar a logística.
Reforma ampla

O gerente de políticas fiscal e tributária da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Mário Sérgio Carraro Telles, diz ver "com bons olhos" as propostas adiantadas ao Estado por Marcos Cintra na quarta-feira.

A ideia de começar a unificação pelos tributos federais foi bem avaliada, embora não diminua a importância de prosseguir com a reforma para incluir o ICMS (principal tributo estadual) e o ISS (municipal).

"Tecnicamente, se os tributos forem construídos de forma semelhante, não vemos problemas", afirma Telles.

Ainda assim, ele reafirma que a posição da CNI é por uma reforma ampla. Isso porque o ICMS é considerado o "pior tributo" pelos empresários da indústria, como foi constatado em recente pesquisa de opinião feita pela entidade com industriais.

"Fazer a unificação no âmbito federal é muito positivo, mas não envolve o tributo mais importante", afirma Telles.

Bernard Appy

Diretor do Centro de Cidadania Fiscal (CCiF), o ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda Bernard Appy, cuja proposta de reforma tributária embasa as discussões tanto no governo quanto no Congresso, avaliou como "muito boa" a reunião técnica que teve na quinta-feira com técnicos da Secretaria de Receita Federal. Appy não deu detalhes, mas frisou que é política a decisão de fazer a reforma em fases, com a unificação de tributos federais como um primeiro passo, como antecipado pelo secretário Marcos Cintra ao Estado.

Tecnicamente, segundo Appy, é possível fazer a unificação de tributos federais, estaduais e municipais num Imposto de Valor Agregado (IVA) nacional em fases. Embora a decisão de fazer em fases ou não seja política, o CCiF defende uma reforma ampla, que inclua tributos estaduais e municipais.

O diretor do CCiF também evitou comentar a proposta de Cintra de retirar encargos previdenciários da folha de salários e trocá-los por um imposto sobre movimentações financeiras ou por uma elevação adicional do imposto único. Segundo Appy, o CCiF tem uma proposta de redução dos encargos na folha. A ideia é mais complexa do que uma simples redução linear das alíquotas, explicou, mas não se posicionou sobre qual seria melhor forma de substituir essa receita.

Fonte: Estadão, Abril, MG Comunicação Empresarial

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Comércio Internacional

01 - Cenários doméstico e internacional afetam balança comercial do Brasil


A lenta evolução da economia doméstica e a desaceleração mundial afetou o comércio do Brasil. No primeiro trimestre deste ano, o saldo da balança comercial caiu 13,9% em relação a igual período de 2018, de US$ 12,2 bilhões para um total de US$ 10,5 bilhões.

Os dados são do Indicador do Comércio Exterior (Icomex), divulgados na última sexta-feira pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Em março, o saldo da balança comercial ficou em R$ 5 bilhões. Em valor, as exportações recuaram 10,2% e as importações caíram 4,9% na comparação entre o mês passado e igual período de 2018. De acordo com a pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV Lia Valls, os números observados até agora refletem muito do que se tem observado na economia mundial. “Uma coisa que chama a atenção, por exemplo, é o volume exportado para Argentina no primeiro trimestre, vinculada à questão da recessão daquele país. Da outra ponta, temos um aumento nas exportações para os Estados Unidos no período, para onde temos exportado produtos menos elaborados”, comenta.

Segundo o Icomex, o desempenho com a Argentina passou de um superávit de US$ 2 bilhões no primeiro trimestre de 2018 para um déficit de US$ 334 milhões nos primeiros três meses deste ano. O índice também relaciona a queda no superávit total com o menor saldo com a China (de US$ 4,1 bilhões para US$ 3,3 bilhões), com a América do Sul (excluindo a Argentina) que foi de US$ 2,5 bilhões para US$ 1,8 bilhão) e com a União Europeia (UE), de US$ 2,9 bilhões para US$ 1,2 bilhão, na mesma base de comparação.

No caso positivo, a balança com os Estados Unidos saiu de um déficit de US$ 538 milhões para um superávit de US$ 185 milhões e com o Oriente Médio, o resultado saiu de US$ 1,1 bilhão para US$ 1,7 bilhão. 

O maior ganho foi com os países asiáticos (exceto China), onde no lugar do déficit de US$ 260 milhões, foi visto um superávit de US$ 1,2 bilhão. Segundo o professor de economia da Faculdade Armando Álvares Penteado (Faap) Johnny Silva Mendes, o cenário de incertezas em relação à recuperação da indústria brasileira e aos possíveis resultados em relação à saída do Reino Unido da UE e quanto à guerra comercial entre EUA e China também influenciam nas expectativas para o segmento. 

“A situação de melhora será mais lenta. Aqui dentro, temos diversas discussões sobre várias reformas necessárias e que sinalizam para o setor externo uma visão positiva, o que pode trazer maiores volumes de exportação. Mas todas são questões mais de médio prazo”, avalia o especialista. Já segundo o professor de economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Roland Veras Saldanha Junior, outro fator que influenciou o resultado do Icomex no primeiro trimestre deste ano foi a taxa de câmbio.

“O câmbio estava mais desvalorizado no final de 2018 e isso trouxe uma perda de competitividade na exportação. Além disso, temos os preços das commodities caindo pelo mundo, o que também dificulta a venda do nosso produto internacionalmente”, afirma o professor, mas pondera que, pelo menos por enquanto, “não é nada preocupante”.

“A expectativa daqui pra frente é de que a liberalização sinalizada pelo governo derrube um pouco das proteções comerciais que são abusivas e foram adquiridas nas gestões passadas. Isso significa que, no âmbito do comércio, se as condições internacionais forem adequadas, podemos exportar volumes bem maiores do que os observados até agora”, acrescenta Saldanha Junior. Sinais truncados Da outra ponta, os especialistas entrevistados pelo DCI reiteram as incertezas trazidas pelos “sinais truncados” do governo de Jair Bolsonaro. “A dissociação que vemos entre a política externa e a política de comércio e econômica podem acabar complicando as relações externas”, adverte Valls, do Ibre/FGV.“É uma situação delicada porque, apesar do nosso maior comprador ser a China, por exemplo, o caminho de expansão que parece ser prioritário para esse governo é o de aproximação dos EUA. É preciso cuidado para não perdermos o mercado chinês. Mas com a liberalização econômica e de decisões acertadas, temos muito potencial ”, complementa Saldanha Junior.

Fonte: DCI

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02 - BC da China diz que economia mostrou mudanças positivas no 1º tri, reafirma política monetária prudente


O banco central da China afirmou nesta segunda-feira que a economia chinesa mostrou algumas mudanças positivas no primeiro trimestre, reiterando sua promessa de continuar com uma política monetária prudente e garantir liquidez razoavelmente ampla no mercado interbancário.

As autoridades vão fortalecer a coordenação entre a política monetária, a fiscal e outras políticas para conter riscos conforme buscam manter o crescimento estável, disse o Banco do Povo da China em comunicado em seu site após reunião trimestral de seu comitê de política monetária.O iuan será mantido basicamente estável, de acordo com o banco central chinês.


Fonte: Reuters

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03 - UE autoriza negociações com EUA por acordo para eliminar tarifas industriais


O Conselho Europeu afirmou nesta segunda-feira ter autorizado a Comissão Europeia a abrir formalmente negociações com os Estados Unidos por um acordo comercial limitado à eliminação de tarifas para produtos industriais, excluindo produtos agrícolas, e um acordo de avaliação de conformidade, com o objetivo de remover barreiras não tarifárias.

"Queremos cortar tarifas sobre produtos industriais, uma vez que isso pode levar a um aumento adicional de exportações da UE e dos EUA no valor de cerca de 26 bilhões de euros", comentou o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker.

Para a comissária de Comércio da UE, Cecilia Malmström, trata-se de uma decisão "bem-vinda" que ajudará a "aliviar tensões comerciais". "Estamos agora prontos para começar conversas formais por esses dois acordos almejados que trarão benefícios tangíveis para as pessoas e as economias em ambos os lados do Atlântico", disse em comunicado.

Fonte: O Estado de São Paulo

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04 - Alemanha deve ter crescido 'moderadamente' no 1º trimestre, diz Bundesbank


O Bundesbank (o banco central da Alemanha) estimou que a economia do país cresceu "moderadamente" no primeiro trimestre do ano, ponderando que "efeitos extraordinários na economia interna" foram determinantes para o ritmo da atividade.

"O setor de construção se beneficiou adicionalmente do clima favorável em fevereiro. Além disso, o consumo privado deve ter deixado para trás a fase fraquejante do segundo semestre do ano anterior", escreve a instituição na edição de abril do seu relatório mensal. O consumo "foi sustentado por medidas fiscais implementadas após a virada do ano, que ampliaram o espaço para gastos dos consumidores", acrescenta. No entanto, o Bundesbank adverte que, "sem essas influências especiais", a tendência fundamental da conjuntura econômica alemã permanece "comportada".

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - Inflação aumentou para todas as classes de renda em março


A inflação para todas as faixas de renda acelerou pelo quarto mês seguido, de acordo com o Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda, referente a março, divulgado na sexta-feira. As maiores contribuições para esse resultado vieram de itens que afetam mais as famílias de menor poder aquisitivo, como cereais (5,2%), tubérculos (18,7%), hortaliças (6,1%) e frutas (4,3%).

 Os preços dos alimentos foram os principais responsáveis pela inflação de 0,8% na classe mais baixa e responderam por 64% dessa variação total. Ainda que em menor escala, a alta dos transportes também impactou esse segmento, devido aos reajustes nas tarifas de ônibus urbano (0,9%) e de trens (2,1%). No acumulado do ano, a inflação das famílias de renda mais baixa apontou variação de 1,73%, com 0,24 ponto percentual acima da registrada pelas famílias mais ricas (1,49%). De abril de 2018 a março de 2019, a inflação da classe de menor poder aquisitivo acumulou alta de 4,96%, ou seja, 0,67 ponto percentual acima da registrada na parcela de renda mais elevada (4,28%). 

Fonte: DCI

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02 - Serviços acompanha comércio e alta em fevereiro se apoia na sazonalidade


Com o Carnaval em março, o setor de serviços seguiu na esteira do comércio e cresceu 3,8% em fevereiro comparado a igual período de 2018. A alta, no entanto, se dá em função do maior número de dias úteis no segundo mês do ano e não é o bastante para recuperar as perdas acumuladas pelo setor desde o início da crise.

“No ano passado, o Carnaval acabou caindo em fevereiro e prejudicou o desempenho do setor de serviços. Com isso, a base de comparação estava fraca. A maior prova de que as atividades relacionadas aos serviços ainda não demonstraram avanços reais foi a queda de 0,4% na passagem entre janeiro e fevereiro deste ano”, afirmou o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fábio Bentes. De acordo com ele, a expectativa da entidade sobre o desempenho anual do setor de serviços foi reajustada de 2% para 1,7%. 

“Projetamos para 2019 a primeira alta em cinco anos. Nos últimos quatro períodos anuais, podemos observar quedas ou estabilidade no setor, como foi o caso do ano passado”, afirmou Bentes, destacando o fato de que a perspectiva é que o desempenho seja pior em março, em virtude dos efeitos do Carnaval. Além disso, o economista diz que um dos pontos preocupantes diz respeito à demora na retomada do consumo das famílias brasileiras. “Um aspecto delicado dentro desse cenário é a questão do investimento. 

Mais de 80% da receita do setor é referente às transações entre empresas, e não de fato relacionada ao movimento de consumo real das famílias”, complementou Bentes. De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os segmentos que mais evoluíram em fevereiro de 2019 em relação ao mesmo período do ano anterior foram: serviços de informação e comunicação (6,2%); outros serviços (5%); serviços prestados às famílias (4,3%); transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio (2,4%) e serviços profissionais administrativos e complementares. Por outro lado, a atividade que apresentaram retração foi armazenagem, serviços auxiliares aos transportes e correio, com queda de 2,6%.

Em relação ao desempenho das regiões brasileiras no período analisado, o levantamento do IBGE aponta a queda do setor em 22 dos 27 estados da federação em fevereiro de 2019 em comparação com o mês anterior. Entre os locais com pior desempenho estão: Distrito Federal (-4,5%) e Rio de Janeiro (-3,2%). Já no que diz respeito à comparação interanual, houve evolução na prestação de serviços em 12 das 27 unidades da federação. 

A principal contribuição positiva ficou com o estado de São Paulo (8,3%), com quatro dos cinco setores pesquisados mostrando incremento. Nesse sentido, os serviços de informação e comunicação (17,7%), foi a atividade que mais cresceu. Ainda de acordo com o economista, em virtude da decisão de congelar o aumento do preço do diesel, as atividades de transporte devem registrar crescimento em receita no mês de abril. “Muito provavelmente haverá uma redução de custos, favorecendo o aumento das receitas desses segmentos. Em maio a base também é fraca, tendo em vista que no ano passado houve a paralisação geral dos caminhoneiros”, complementou Bentes. Por fim, o economista da entidade também ressalta o fato de que a volatilidade do setor de serviços deve acompanhar o processo de incertezas sobre o cenário político e também econômico do Brasil, sobretudo no que diz respeito às discussões e andamento da reforma da Previdência. “A recuperação real do setor deve ser observada por último”, diz.

Fonte: DCI

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03 - Preços no atacado aliviam e IGP-10 desacelera alta a 1% em abril, diz FGV


O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) desacelerou a alta a 1,00 por cento em abril, de 1,40 por cento no mês anterior, diante de uma menor pressão sobre os preços do minério de ferro, milho e laranja no atacado, informou nesta segunda-feira a Fundação Getulio Vargas (FGV).

No mês, o Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60 por cento do índice geral, teve alta de 1,19 por cento, de 1,93 por cento em março.

O destaque para o movimento do índice partiu do grupo Matérias-Primas Brutas, que variou 1,53 por cento em abril, depois de avançar 3,60 por cento em março. Vale mencionar o comportamento dos itens minério de ferro, milho e laranja. Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30 por cento do índice geral, acelerou a alta a 0,73 por cento em abril, sobre 0,48 por cento antes.

O grupo de Transportes passou a mostrar alta de 1,33 por cento, de avanço de 0,44 por cento antes, sob o peso da gasolina. O Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) avançou 0,35 por cento, após variação positiva de 0,07 por cento em março. O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Fonte: Reuters

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04 - Selic no fim de 2019 permanece em 6,50% ao ano, aponta Focus


Os economistas do mercado financeiro mantiveram suas projeções para a taxa básica de juros no fim de 2019 e 2020. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 15, que a mediana das previsões para a Selic este ano seguiu em 6,50% ao ano. Há um mês, estava no mesmo patamar. Já a projeção para a Selic no fim de 2020 permaneceu em 7,50% ao ano, ante 7,75% de quatro semanas atrás.

No caso de 2021, a projeção seguiu em 8,00%, valor igual ao verificado um mês antes. A projeção para a Selic no fim de 2022 também permaneceu em 8,00%, mesmo patamar de um mês antes. Em março, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou a manutenção, pela oitava vez consecutiva, da Selic em 6,50% ao ano. Ao mesmo tempo, o BC indicou que, em seu cenário básico, o balanço de riscos para a inflação tornou-se simétrico. Ou seja, o risco de uma inflação mais baixa - em função da ociosidade na economia - tem o mesmo peso do risco de uma inflação mais alta - por conta do andamento das reformas e do cenário externo. A instituição reiterou, porém, que manterá a "cautela, serenidade e perseverança" em suas próximas decisões, "inclusive diante de cenários voláteis".

No grupo dos analistas consultados que mais acertam as projeções de médio prazo (Top 5), a mediana da taxa básica em 2019 seguiu em 6,50% ao ano, igual a um mês antes. No caso de 2020, seguiu em 7,50%, mesmo patamar de quatro semanas atrás. A projeção para o fim de 2021 no Top 5 permaneceu em 8,00%. Há um mês, estava no mesmo patamar. Para 2022, a projeção do Top 5 também seguiu em 8,00%, igual ao visto um mês antes.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Aumento do desemprego e da inflação geram queda de 5,2% no consumo


Pressionado pelo aumento do desemprego e da inflação da comida e também pela queda na renda, o consumo de alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza dentro da casa dos brasileiros sofreu um baque neste início de ano.

Em janeiro e fevereiro, houve uma queda de 5,2% no número de unidades de itens básicos comprados pelas famílias em relação ao mesmo período de 2018, aponta pesquisa da consultoria Kantar. Foi a primeira retração para o período em cinco anos.
Também foi a primeira vez desde o início da pesquisa, em 2014, que houve recuo nas compras de todas as cestas de produtos, com retrações importantes em produtos básicos e de difícil substituição.

Entre os itens que mais contribuíram para a queda do consumo em unidades das respectivas cestas estão açúcar (alimentos), papel higiênico (higiene), leite de caixinha (lácteos), detergente em pó (limpeza) e cerveja (bebidas).

“Fiquei chocada com o resultado. É uma queda bem forte que ocorreu em todas as classes sociais e regiões do País”, afirma Giovanna Fisher, diretora da consultoria e responsável pela pesquisa.

Semanalmente, equipes da consultoria visitam 11,3 mil domicílios para tirar a temperatura do consumo a partir do tíquete de compra da família. A amostra retrata as compras de 55 milhões de domicílios ou 90% potencial de consumo do País.

Classe C foi a que mais retraiu consumo no bimestre

A classe C foi a que mais retraiu o consumo no bimestre e o interior do Estado de São Paulo, por concentrar uma grande fatia dessa população, foi a região que registrou a maior queda, seguida pelas regiões Norte e Nordeste.

O que chama também a atenção nos resultados é que, além de ir menos vezes às compras, a cada ida ao supermercado o consumidor levou uma quantidade menor de produtos para casa. Esse movimento traduzido em números significou uma queda de 2,2% na frequência de compras no bimestre em relação ao ano anterior e redução 5,7% no número de unidades adquiridas a cada compra.

Giovanna explica que até pouco tempo atrás a frequência permanecia estável ou apresentava um pequeno recuo. Mas quando o brasileiro fazia as compras ele levava para casa uma quantidade de produtos maior.

Antes, as pessoas compensavam com volumes médios maiores a ligeira redução na frequência de compras. Com isso, o volume total consumido se mantinha estável e agora, não.
Dados nacionais de vendas dos supermercados confirmam esse movimento. A receita real de vendas acumulada no ano, que crescia 2,95% em janeiro ante o mesmo mês de 2018, desacelerou para 2,51% no primeiro bimestre, segundo a Associação Brasileira de Supermercados.

Na divulgação dos resultados no início do mês, João Sanzovo Neto, presidente da entidade, atribuiu parte do enfraquecimento no ritmo de vendas à lenta recuperação da economia e ao desemprego elevado.

Inflação de alimentos e bebidas explicam derrubada no consumo

A virada que houve na inflação de alimentos e bebidas explica, na opinião do economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio, Fabio Bentes, boa parte da freada nas compras. “A inflação vista por dentro mudou muito”, diz.Alimentos e bebidas respondem por quase 25% dos gastos das famílias e são a maior fatia do orçamento. Ao longo de 2017 e parte de 2018, os preços dos alimentos e bebidas ajudaram a segurar a inflação geral. Enquanto a inflação, fechou 2017 em 2,95%, alimentos e bebidas tiveram deflação de 1,87%.

Em 2018, a inflação em 12 meses de alimentos e bebidas correu abaixo da inflação geral até outubro. A partir de novembro, a inflação de alimentos e bebidas acumulada em 12 meses superou a inflação geral, mês a mês, até atingir o pico em março. No mês passado, a inflação geral em 12 meses chegou a 4,58% e a inflação de alimentos e bebidas atingiu 6,73%, a maior variação em 12 meses desde dezembro de 2016 (8,61%).

O preço do papel higiênico, por exemplo, subiu em 12 meses até março deste ano 4,2%, segundo dados da inflação oficial, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Já em 12 meses até março do ano passado, o preço do produto estava estável.

O sobe e desce do preço do papel higiênico se repetiu em outro produto básico: o leite de caixinha. Em 12 meses até março deste ano, o preço do leite acumula alta de 10,8%, depois de registrar queda 9,1% em 12 meses até março do ano passado. “Foi uma mudança de preços da água para o vinho”, observa o economista-chefe da Confederação nacional do Comércio (CNC), Fabio Bentes.

“Minha forma de agir mudou porque os preços estão muito altos”

A aposentada Suzana França, de 60 anos, chegou a estocar, no passado, cem garrafas de vinho em casa. Hoje ela tem apenas cinco. Suzana também cortou o estoque de cerveja e de outros itens, como os de higiene pessoal. Sabonete, antes, comprava quatro ou cinco. “Agora levo para casa dois: um para cada banheiro.”

O funcionário público aposentado, Francisco Carlos Barbosa, de 51 anos, também colocou o pé no freio nas compras. Ele conta que chegou a comprar pacote com cem rolos de papel higiênico. Mas como o preço subiu, hoje compra o que vai usar mesmo. “Quando acaba vou lá e compro de novo. Mas não faço mais estoque.”

Suzana conta que tinha em casa vários tipos de grãos: feijão branco, feijão preto, feijão carioca, lentilha e grão de bico. Hoje leva para casa dois ou três e quando acaba volta às compras “Não sou economista, mas a minha forma de agir mudou porque os preços estão muito altos em relação à minha renda e tenho de resolver o problema dentro da minha administração doméstica. É uma tática defensiva”, explica.

Fonte: Oportunidade

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01 - Ceará tem a segunda gasolina mais cara do Nordeste, diz pesquisa ANP


O valor médio da gasolina do Ceará para o consumidor final é o segundo mais alto do Nordeste, segundo levantamento divulgado nesta sexta-feira (12), pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

De acordo com a ANP, o preço médio do combustível no estado é de R$ 4,595. Outro levantamento da ANP aponta também que Fortaleza também possui a segunda gasolina mais cara do Nordeste. Valor médio da gasolina é de R$ 4,580.

A ANP também realizou pesquisa em 218 postos de combustível de 13 cidades do Ceará contando com Fortaleza. Além de Fortaleza foram analisadas os valores do combustível nos municípios de Canindé, Caucaia, Crateús, Crato, Icó, Iguatu, Itapipoca, Limoeiro do Norte, Juazeiro do Norte, Quixadá, Sobral e Maracanaú.

O preço mais alto foi identificado no município de Itapipoca onde o preço médio ficou em R$ 4,808. Logo atrás aparecem Icó com R$ 4,685; Crateús com R$ 4,678; Juazeiro do Norte com R$ 4,659 e Crato com R$ 4,657.

O preço médio da gasolina e do diesel praticado nos postos do país avançou nesta semana, segundo pesquisa da Agência Nacional do Petróleo, do Gás Natural e dos Biocombustíveis (ANP) divulgada nesta sexta-feira (12).

De acordo com o levantamento da ANP, o valor do litro da gasolina avançou 1,%, de R$ 4,358 para R$ 4,402. O preço do litro do diesel subiu 0,06%, de R$ 3,549 para R$ 3,551.
Nesta semana, o governo se envolveu numa polêmica com o preço do diesel praticado nas refinarias. A Petrobras chegou a anunciar um aumento do preço do combustível, mas recuou da alta. A medida assustou investidores e derrubou as ações da Petrobras na bolsa de valores.

Já o valor do litro do etanol caiu 0,3% no período, de R$ 2,918 para R$ 2,908.

Desde o início do ano, o preço da gasolina subiu 1,3%, o do diesel avançou 2,9%, e do etanol teve alta de 2,7%.

Preços nas refinarias

Na noite de quinta-feira (11), a Petrobras informou que desistiu de subir o preço do diesel em 5,74%. O novo valor passaria a vigorar a partir desta sexta-feira. O aumento chegou a ser anunciado durante a tarde. A decisão de recuar de um aumento partiu do presidente Jair Bolsonaro.

Segundo o site da Petrobras, na noite desta sexta-feira (12), o preço do diesel nas refinarias segue em R$ 2,1432 e o da gasolina está em R$ 1,9354.

Fonte: G1

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