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Edição 10171 de 08/11/2019

Destaque

01 - Ciberataque: proteção não é uma escolha será debatido no ABIMAQ INOVA


Em sua 12ª edição, o ABIMAQ INOVA discutirá as estratégias em cibersegurança, os impactos dos ataques cibernéticos, as tecnologias de defesas, proteção de dados (LGPD), e cases de empresas que empreendem na digitalização o esforço para a segurança de dados.

A transformação digital ocorre de forma acelerada, e com isso novos ataques cibernéticos estão surgindo, forçando mudanças nas estratégias de segurança e na gestão de riscos das empresas. O avanço ao novo mundo digital proporciona uma disrupção nos negócios, e problemas na segurança digital podem ocasionar sérias consequências no mundo físico, prejuízos ao valor da marca e na credibilidade da empresa, decorrentes de invasões e perda de dados, tornando o tema cibersegurança uma prioridade.

Na Indústria 4.0, os sistemas estão totalmente conectados e precisam de soluções e respostas rápidas e eficazes para possíveis ameaças. Hoje a área de TI (Tecnologia da Informação) e TA (Tecnologia de Automação) devem atuar juntas na proteção dos dados industrias, e ter como objetivo criar políticas e ações voltadas ao controle e proteção de dados, não esquecendo que devem estar em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados - LGPD.

Preocupado com esse cenário e com objetivo de sempre promover tecnologia e soluções para a evolução e modernização da indústria brasileira, o ABIMAQ Inova, em sua 12ª edição, reúne líderes de grandes empresas para debater sobre cibersegurança, ciberataques, tecnologias de defesas, proteção de dados - LGPD, e principalmente cases de empresas que empreendem na sua digitalização o esforço para a segurança de dados. 

Composto por palestras e painéis, o evento conta com a participação da Gartner, Opice Blum, Angare Angher, Microsoft, Kaspersky, Belden, Nozomy, Jacto, Birmind, SunSoftware, Logicalis, Braskem, entre outros, e também com o patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Social - BNDES. 

Sobre o evento

O ABIMAQ INOVA é o principal fórum de tecnologia e inovação da indústria de máquinas e equipamentos com abrangência nacional e internacional. Está em sua 12° edição, e tem como principal objetivo apresentar e discutir soluções e tendências tecnológicas, cases de sucesso de empresas, novos modelos de negócios e a transformação digital, destacando a importância da inovação para a competitividade da indústria brasileira.

Realização

ABIMAQ- A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa mais de 7.800 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um escritório político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

Informações

Data: 12/11
Horário: Das 10h às 17h
Local: Sede ABIMAQ, Av.Jabaquara, 2925, Mirandopólis - São Paulo-SP
Realização: ABIMAQ
Patrocínio: BNDES
Público Estimado: 200 presenciais, 150 remotos (online)
Apoio: ABNT, ACATE, CESAR, FINEP, MOVE
Mais informações: https://conteudo.Abimaq.org.br/Abimaq-inova-2019

Fonte: Dino, Difundir

Índice

02 - Febratex Summit debate inovação e alta performance para a indústria têxtil


Blumenau está recebendo entre os dias 6 e 7 a primeira edição do Febratex Summit, promovido pelo Febratex Group, uma das principais promotoras de feiras têxteis na América Latina. O evento promove um debate sobre inovação, alta performance, mudança geracional, novas tecnologias, processos disruptivos e cases de sucesso para desenvolver e transformar o setor têxtil. Neste primeiro dia, cerca de 550 profissionais estiveram presentes no encontro, que acontece no setor 2 do Parque Vila Germânica.

Lojas Renner e o futuro da moda

A visão da Renner para o futuro da moda foi o primeiro tema apresentado na manhã desta quarta-feira, pela diretora de operações Fabiana Taccola. A receita bruta da Renner em 2018 foi de R$ 11,4 bilhões. Atualmente, são mais de 21 mil colaboradores e 600 mil clientes circulando todos os dias nas 570 lojas. Fabiana ressaltou entre os diferenciais competitivos o posicionamento consistente, o olhar atento para a mudança do comportamento do consumidor e a busca pelo encantamento do cliente.

Sobre as novas tendências e novos comportamentos, Fabiana citou pontos como: personalização, agilidade, omnichannel, consciência sustentável, compartilhamento, experiência, parcerias e digitalização. "Hoje o cliente se relaciona com a marca, ele cocria, ele participa. É importante darmos essa abertura e nos relacionarmos com ele", apontou. Segundo a diretora, a Renner tem acompanhado essas tendências, utilizando self checkout, venda móvel, RFID, inteligência artificial para sortimento e alocação, ontologia, reconhecimento de imagem, blockchain, customização e personalização.

Megatendências incontornáveis

"O mundo já não é o que era", observou o diretor geral do Citeve, de Portugal, Antônio Braz Costa. O consumidor digitalizado, compartilhamento de roupas, hibridização (associação de produtos físicos a um serviço) e a exigência de mais design, performance, rapidez e flexibilidade foram algumas das tendências apresentadas por ele.

Além disso, de acordo com o especialista, os jovens querem mais experiências e menos coisas. "No futuro haverá em grande escala a possibilidade do design ser feito no momento da compra", acrescentou. Com relação à geopolítica, Braz Costa afirmou que a América Latina não cresceu em termos de produção têxtil na última década, ao contrário da Ásia e da Europa. Agora, segundo ele, é a vez da África, onde o custo da mão de obra é barato.

Braz Costa também mencionou a desmaterialização de processos, que vai reconfigurar o setor nos próximos anos, a necessidade de preocupação com o meio ambiente (água, energia e reciclagem), e alternativas ao algodão, como a utilização de fibras celulósicas e poliéster.

Parceria indústria e universidade

Lourival Flor, fundador da Golden Technology, fabricante de produtos químicos para a indústria têxtil, falou sobre as parcerias firmadas pela empresa com as universidades nos últimos 20 anos. Segundo ele, a academia pode contribuir entendendo os problemas enfrentados pelas empresas e buscando soluções por meio de inovações disruptivas. "Se nos fechamos na indústria somos levados a produzir mais do mesmo. Mas, as empresas que estão vencendo por inovações têm trabalhado em inovação disruptiva", observou.

Comunicação conectada

Comunicação conectada foi o tema abordado por Mário Neves, presidente da NSC Comunicação. Ele citou o Data Driven - dados como diretriz para produção, monetização e distribuição de conteúdos - como indispensável para todo tipo de empresa. Também falou sobre a renovação da televisão a partir de 2006, com o ecossistema digital. Neves prevê para até o ano de 2023 a TV 3.0, com mídia programática direcionada a cada espectador. Quanto a outras plataformas, destacou a importância da curadoria das informações, com apuração precisa.

Pessoas e tecnologias

Anderson Lourenço, da Silmaq. "Nós somos comerciais, temos sede de colocar tecnologia de ponta no mercado e entendemos que isso só é possível com muito informação, acessível a todos os tamanhos de empresas. Pessoas e tecnologia caminham juntas, lado a lado", assinalou. Lourenço acredita que o grande desafio da indústria 4.0 é ter pessoas capacitadas para lidar com a tecnologia, que tenham domínio sobre os dados. "Sem pessoas, até o negócio mais tecnológico do mundo quebra", acrescentou.

Inovação e propósito na Cia. Hering

Elisangela Chitero, responsável pelas áreas de Comunicação Institucional, Cultura e Sustentabilidade da Cia. Hering, contou que neste ano a empresa teve o desafio de revisar o seu propósito, que hoje é: facilitar escolhas, descomplicar a vida". A empresa, que completa 140 anos em 2020, reinventou o modelo de negócio entre 2000 e 2006. O ano de 2018 foi o grande marco do ponto de vista digital.

Também representando a Cia. Hering, Andrea Ribeiro falou sobre novas áreas que estão nascendo na empresa: a área de pesquisa voltada para a busca de oportunidades e uma área técnico/criativo que engloba design gráfico e têxtil. "A área de inovação não pensa só produtos, mas também serviços, plataformas, outros produtos, etc. Ela promove a criação de produtos e serviços que solucionem ou discutam problemas de nosso tempo, com foco em sustentabilidade econômica, ambiental e social ", apontou.

O consumidor de 2035

A especialista em tendências e comportamento Andrea Bisker, da Spark:off, focou a apresentação em quatro pontos: demografia, panorama inclusivo, perspectivas de luxo e futuros sustentáveis. A demografia serve para entender como as pessoas vão evoluir. Até 2035 teremos mais de 1,5 milhão de pessoas com mais de 100 anos (o triplo de 2019). Uma das tendências são as famílias multigeracionais, com lares onde haverá várias gerações morando juntas. "É uma geração que vai ignorar as marcas que fingem que os consumidores são invisíveis", afirmou.

Quanto à inclusão, citou marcas que tem abraçado a diversidade, não apenas dos produtos, mas dentro da empresa. Sobre o luxo, falou do plástico, que em 15 anos será um material de luxo. Com relação à sustentabilidade, Andrea apontou: "Sabemos que nenhuma marca sozinha vai resolver o problema de sustentabilidade". Também apresentou o exemplo da Blue City Rotterdam, um pequeno ecossistema de empresas que utilizam as sobras umas das outras, e de empresas que disponibilizam roupas por aluguel, como Banana Republic.

Omnichannel

Carlos Busch, da Salesforce, falou da rapidez com que o mundo tem mudado e como as empresas devem se adaptar e oferecer uma experiência excelente ao cliente. "A disrupção não vem em formato de elefante, ela vem em formato de formiga", brincou. Na opinião dele, a tecnologia é o meio, não o fim. "As pessoas hoje querem personalização e estar sempre conectadas". Por isso, as empresas precisam se conectar em todas as áreas.

Startups e a indústria têxtil

Beny Fard, CEO da Spin falou sobre a relação das indústrias com as startups, principalmente relacionado a dados, tecnologia, fidelização e confiança dos clientes e dos colaboradores e, sobre a indústria 4.0. "As empresas precisam ter a visão que assim como as startups, as indústria precisam se reinventar rapidamente, e passar pelo processo de errar, aprender, repetir e acertar" comentou.

Fard ainda explicou da importância de realinhar as organizações com foco nas pessoas, pensando em métodos para mantê-las engajadas. Outro ponto destacado pelo palestrante foi o novo consumidor, os gamers, um público, ágil, fiel mas que precisa ser conquistado pelas empresas. "É preciso mais atenção das companhias para este público, principalmente para entender o que essa nova geração espera do mercado".

Estímulo à agrofloresta

Como a indústria têxtil pode regenerar as florestas? O tema foi abordado por Beto Bina e Pedro Saldanha, da Farfarm. Bina acredita que a cadeia produtiva pode utilizar um resíduo que seja positivo. "Nós consideramos uma empresa que gera cadeias produtivas, regenera a natureza e promove desenvolvimento social", explicou.

Através do estímulo à agrofloresta, a Farfarm pretende vender tecidos sustentáveis, oriundos de fibras vegetais, para empresas que queiram investir ou fabricar produtos de matéria prima realmente sustentável. Saldanha contou que a agrofloresta usa as espécies para colaborarem umas com as outras. "Precisamos sair de uma cadeia produtiva exploratória para um momento onde oferecemos trabalho e dignidade para as pessoas", apontou Bina.

Indústria têxtil técnica

Stephan Verin, da empresa UP-TEX, falou sobre como transformar uma indústria tradicional em uma indústria têxtil técnica. Verin, iniciou falando que o produto têxtil está em todos os lugares, por vezes onde nem percebemos.

Verin explicou que há quatro pilares de inovação técnica no setor têxtil técnico da europa.

E, que atualmente há uma grande tendência na europa, que se trata do eco-têxtil, relativo a sustentabilidade.

"Se uma empresa pretende avançar é preciso buscar inovação, buscar tendências, novos tipos de substâncias químicas. Não é uma questão de novas máquinas e sim, de pensar fora da caixa?, comentou.

Verin também mostrou alguns produtos criados pela Eura Materials, e afirmou que o Brasil possui diversos produtos que podem ser utilizados na área sustentável.

Novidades que ampliam a sustentabilidade na moda

Angela Bozzon, da empresa ABVTEX, falou sobre as novidades que ampliam a sustentabilidade na moda. Ao iniciar sua apresentação, Angela explicou os valores e a missão da empresa, bem como as marcas associadas. Juntos, a ABVTEX e as associadas faturam cerca de R$ 62 milhões. 

A empresa possui um programa de certificação em sustentabilidade, e, desde 2010 já promoveu mais de 20 mil auditorias em empresas de todo país.

Angela explicou que neste ano o programa passou uma mudança, pois, foi verificado que o consumidor está mais consciente e exigente. A responsabilidade social e ambiental na moda, ainda é visto como algo novo, mas, está ganhando relevância no Brasil nos últimos tempos.

As mudanças no programa, proporcionaram maior uniformidade de critérios, benchmarking internacional, reconhecimento dos participantes e desenvolvimento do setor.
O que é a tecnologia de impressão digital?

Gerardo Gordon, da Epson, abordou as tecnologias de impressão digital e como elas influenciam o mercado da moda.

A indústria da moda está em desenvolvimento, e esta evolução está indo em duas direções, para baixo ou em crescimento. Um exemplo do que está indo para baixo, são as produções, elas estão diminuindo, pois há fatores como, substituição, tempo, globalização e custo da otimização. "Os clientes estão exigentes, querem algo único, querem flexibilidade, qualidade e customização, ou seja querem algo único", explicou Gordon.

Todas estas mudanças e evoluções, estão ligadas à impressão digital, fazendo com que as estruturas atuais se adaptem. "A impressão digital influencia no design, no fabricante, podendo produzir o que lhe é exigido e, nas vendas, tornando-as mais eficazes com base nesta tecnologia", relatou.

Lei da moda

Thays Toschi, da OAB SP, abordou o tema, "quando direito e a moda se encontram".

A advogada contou a história do Fashion Law, que surgiu em dezembro de 2011, com o objetivo de unir o universo jurídico e o da moda. Em 2014 iniciou-se os primeiros cursos neste segmento. Thays falou quais são as três características do Fashion Law. "Ele é um ramo mercadológico do direito, com interdisciplinaridade e multidisciplinaridade", explica. 

O futuro da cadeia têxtil

Jorgen Lindahl, da empresa Greentex abordou o futuro da cadeia têxtil.

O palestrante explicou os produtos da Greentex, os diferentes tecidos e os pacotes que são oferecidos às empresas, todos voltados a sustentabilidade. "Todos os produtos possuem certificações e se preocupam com o meio ambiente", relatou.

Painel - o case do setor têxtil em Portugal, e o sucesso do Made From Portugal

Os palestrantes Paulo Vaz, Miguel Pedrosa, Ana Silva e José Manuel realizaram o painel ATP.

Paulo Vaz, iniciou o painel fazendo uma apresentação sobre a evolução do setor têxtil português. Os números apresentados mostraram que 10% das exportações de mercadorias nacionais se referem a indústria têxtil de Portugal. Vaz ainda apresentou os indicadores de crescimento do país na cadeia têxtil.

"Algo que deve ser sempre colocado em primeiro plano são as pessoas, sem elas não é possível fazer nada, elas são um fator psicológico e sociológico. Elas devem acreditar que as coisas são possíveis de acontecer. Trata-se de um contexto sensorial", explicou.

Após sua apresentação, Vaz deu início ao painel, fazendo uma pergunta para Miguel Pedrosa sobre a indústria 4.0. "A indústria 4.0 é um processo contínuo, e nós vivemos em um universo de diversidades. Algo importante hoje, é suprir as expectativas de nossas clientes, envolvendo atividades de pesquisa e desenvolvimento. Dando um nível elevado ao nosso produto", explicou.

José Manuel respondeu sobre como funciona a sustentabilidade aplicada no grupo Valerius. "Nós percebemos que a crise causou um dano, e, nós precisamos nos reinventar, pois a indústria têxtil não podia parar. Então, nós precisamos iniciar um processo de tratamento das peças, sem que elas prejudicassem o planeta. Pensamos sempre em deixar um futuro melhor para todos e, pretendemos que até 2025, 50% dos nossos produtos seja sustentável", contou.

Ana Silva falou sobre a empresa Tintex, que é uma empresa reconhecida mundialmente pela inovação. "Desde sempre percebemos que precisaríamos trabalhar em um produto próprio. E, começamos a fazer algumas parcerias com empresas próximas. O que nos fez ser reconhecidos mundialmente, foi a inovação tecnológica e a produção de malhas de forma sustentável e responsável. Nossa estratégia incorporou a sustentabilidade a todos os níveis, desde o fio até os produtos químicos", relatou.

Para finalizar, todos fizeram uma análise sobre a cadeia têxtil de Portugal, cada um com sua visão sobre a perspectiva de cada empresa em que representaram.

Opinião do público

O público presente no primeiro dia do Febratex Summit pode conhecer as inovações e tendências do mercado, como é o caso da equipe do Senai de Blumenau. Dalila Leite Mendonça de Carvalho, gerente executiva SESI/SENAI, regional Vale do Itajaí, comentou que o objetivo da equipe técnica e pedagógica da entidade, ao participar do evento, é fazer a conexão do Senai, sobretudo dos cursos técnicos e de qualificação, com as tendências da indústria têxtil. "Para nós, significa uma grande contribuição para a reformulação dos cursos, a fim de que eles estejam alinhados com o que o mercado está demandando", apontou.

"Pela primeira edição do Frebratex Summit posso afirmar que é um evento de extrema importância para a sociedade e para a indústria têxtil. O conteúdo abordado nas palestras são passados de forma transparente, convidativa e com uma linguagem que abrange tanto e público têxtil como os profissionais da moda. Quero destacar o conteúdo passado pela Fabiana Taccola, diretora de operação das Lojas Renner, que de forma transparente falou sobre a visão da empresa para o futuro da moda de forma sustentável. É bacana ver empresas desse porte com essa consciência sustentável, afinal, não adianta ter apenas um produto bacana, uma confecção interessante e que gere vendas, sem saber os impactos ambientes que isso oferece ao mundo. Então, trazer essa consciência para o têxtil e falar sobre isso é muito válido", comentou Liana Medeiros, consultora de imagem e especialista em estilo.

O presidente do Sindicato das Indústrias Têxteis de Blumenau, (Sintex), José Altino Comper, destacou a importância de trazer esse tipo evento para cidade, ainda mais por profissionais com ampla experiência na área têxtil. "Os palestrantes trouxeram cases das suas respectivas empresas e áreas de atuação, bem como novos conhecimentos sobre inovação, business e sustentabilidade na indústria têxtil. O Febratex Summit certamente proporciona a oportunidade de conhecer novas ideias e modelos de negócio", opinou.

Apoio e patrocinadores

Lojas Renner e Silmaq são Patrocinadoras Premium. A Epson e Audaces são Patrocinadoras Advanced, e Lectra, Golden Technology, SPGPrints e Cia Hering, Patrocinadoras Target. Color Química do Brasil e TNS são empresas parceiras. O evento também é apoiado por: Sintex, Fundação Hering, SCMC, ABVTEX, ATP (Associação Têxtil Portuguesa), Instituto-E, Istituto di Moda Burgo, Senai, Unisinos Moda, Universidade Feevale, FURB, UFSC, Cordontextil, Fashion Innovation Bureau, FIESC, CIESC, OAB-SP, Sinvest, ABIMAQ, Abit, ABTT, SindRoupas CE, Sindconfecções CE, Sinditêxtil CE, ASCAP, ACIT, ACIC, AMPE, FAMPESC, Unimed Blumenau, Expotextil Perú, Pesponto, Plastic Concept, Hug Infláveis, Blumenau e Vale Europeu Convention & Visitors Bureau.

Fonte: Cimm, Mega Mavoleiros

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03 - "Expo América Latina Negócios" vai impulsionar o intercâmbio comercial da América Latina


De 13 a 16 de outubro de 2020, São Paulo recebe a Expo América Latina Negócios, evento pioneiro que vai reunir em um só lugar compradores e clientes em potencial do mercado de Alimentos e Máquinas Industriais com foco na indústria alimentícia da América Latina, estimulando importações e exportações.

Dados da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da agência da ONU para agricultura e alimentação (FAO) justificam a realização da Expo América Latina Negócios. Afinal, América Latina e Caribe responderão por 25% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros na próxima década. Até 2028, estas nações deverão consolidar sua posição de maior região exportadora de produtos agropecuários do mundo, projetando 15% de crescimento.

A internacionalização de negócios brasileiros de portes distintos é uma grande possibilidade para participantes, pois o ambiente do evento otimiza e facilita o contato entre os players dos mercados-alvo. Participam do evento oito países expositores - Brasil, México, Argentina, Chile Colômbia, Paraguai, Peru e Uruguai - que terão suas relações comerciais fortalecidas, além da visibilidade de produtos representativos em seus países, palestras, reuniões, eventos técnicos e outros atrativos.

Neste cenário favorável, o evento também conta com o olhar para a tecnologia e inovação. Startups estão convidadas a participar de um concurso, que vai premiar a melhor proposta para os segmentos-alvo do evento, além de promover o encontro entre as novas formas de pensar os negócios com empresários e expositores.

Com foco em importação e exportação, espera-se reunir cerca de 350 expositores, promovendo 120 reuniões de rodadas de negócio, 100 horas de conteúdo, atraindo 15 startups e pelo menos 20 mil visitantes em quatro dias de evento. O público visitante é amplo, composto por empresas exportadoras e importadoras, mercados e supermercados, varejistas, distribuidores atacadistas, cooperativas, empresas do Agronegócio, frigoríficos, bares e restaurantes, setor hoteleiro, órgãos governamentais, produtores rurais, fintechs e startups.

A Expo América Latina Negócios é um evento realizado pela Diretriz Feiras e Eventos, que é uma das dez principais promotoras de feiras de negócios do Brasil. A Diretriz tem mais de 50 anos de experiência e mais de 600 eventos realizados em Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, Goiânia, Distrito Federal e outras cidades de grande importância. Responsável pela idealização, realização e promoção de feiras, é reconhecida pelo seu know how, profissionalismo e visão de mercado e negócios.

Serviço
Expo América Latina Negócios
Feira internacional para mercados de alimentos e máquinas industriais
De 13 a 16 de outubro de 2020
Local: Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209, Santana, São Paulo, SP
Informações: https://expoamericalatina.com.br/

Sobre o setor de ALIMENTOS - Alimentos é um setor de crucial importância para a economia da América Latina. Movimenta bilhões de dólares anualmente, tendo importante participação na balança comercial, conferindo sustentabilidade para o cenário econômico da região. As oportunidades comerciais entre os países latino-americanos nesse setor representam um crescimento expressivo em negócios. Seguindo a tendência da indústria 4.0 que está atingindo todos os setores industriais, o setor alimentício deverá investir em tecnologia e buscar novas formas de otimizar sua produção. O crescimento dessa indústria impacta diretamente áreas como o agronegócio e a indústria de embalagens. Segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), os países latinos estarão em condição privilegiada de atender à dinâmica demanda por alimentos da África, Índia, China, entre outros países.

Sobre o setor de MÁQUINAS INDUSTRIAIS COM FOCO NA INDÚSTRIA ALIMENTÍCIA - A Indústria de Máquinas tem participação importante na economia e está presente em todas as suas cadeias produtivas, atuando como um termômetro do investimento e da demanda industrial. No mercado brasileiro, no primeiro semestre de 2019, a indústria de máquinas cresceu 10,2%, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ). Com uma perspectiva positiva para 2020, este setor na América Latina está em momento de prospecção. Estar presente na Expo América Latina Negócios é uma excelente oportunidade para entrada em novos mercados. Afinal, no evento acontece a aproximação com investidores das indústrias de países latino-americanos com expectativa de investimentos para modernização do seu parque industrial e de produção, a fim de acompanhar o ritmo do mercado internacional.

Fonte: Revista Intermarket

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Comércio Internacional

01 - Reservas internacionais da China sobem a US$ 3,105 trilhões em outubro


As reservas internacionais da China avançaram em outubro em meio à recuperação do yuan em relação ao dólar, segundo dados publicados hoje pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês).

O volume de reservas mostrou acréscimo de US$ 12,73 bilhões em outubro em relação ao mês anterior, a US$ 3,105 trilhões, informou o PBoC. Em setembro, as reservas haviam sofrido queda de US$ 14,75 bilhões. Apesar do resultado positivo em outubro, analistas consultados pelo The Wall Street Journal previam avanço maior nas reservas, de US$ 21 bilhões. 

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - IPC-S sobe 0,01% na 1ª quadrissemana de novembro, segundo a FGV


O Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) subiu 0,01% na primeira quadrissemana de novembro, acelerando frente ao resultado do fechamento de outubro, quando o indicador caiu 0,09%.

Três das oito classes de despesas analisadas registraram acréscimo no período, sendo que a principal contribuição foi do grupo Alimentação (-0,28% para -0,07%). 

O destaque, segundo a FGV, foi o item frutas, que saiu de -2,20% para -0,29%.Também registraram acréscimo nas taxas de variação os grupos Habitação (-0,40% para -0,21%), com influência de tarifa de eletricidade residencial (-3,33% para -1,99%); e Vestuário (0,13% para 0,35%), com destaque para roupas (0,15% para 0,41%).Por outro lado, desaceleraram no período os segmentos de Transportes (0,20% para 0,16%), beneficiado por gasolina (0,87% para 0,61%); Educação, Leitura e Recreação (-0,03% para -0,06%), influenciado por boneca (0,03% para -0,84%); e Despesas Diversas (0,38% para 0,36%), com contribuição de alimentos para animais domésticos (0,53% para 0,31%).
 
Também registraram decréscimo nas taxas de variação os segmentos de Saúde e Cuidados Pessoais (0,29% para 0,28%), por influência de produtos farmacêuticos (0,13% para -0,13%); e Comunicação (-0,09% para -0,10%), com destaque para tarifa de telefone móvel (-0,13% para -0,16%).

Influências individuais

Segundo a FGV, os itens que mais contribuíram com a alta do IPC-S foram plano e seguro de saúde (que manteve a taxa de 0,56%), gasolina, aluguel residencial (mesmo com a desaceleração de 0,45% para 0,40%), taxa de água e esgoto (apesar do alívio de 0,92% para 0,84%), e contrafilé (4,83% para 6,18%).

Já as principais influências individuais de baixa foram energia elétrica, cebola (-24,22% para -24,62%), mamão papaia (a despeito do ganho de força de -27,15% para -19,27%), batata inglesa (mesmo com a deflação menor, de -8,41% para -7,0%), e leite longa vida (-1,0% para -1,95%).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Indicador Antecedente de Emprego recua 1,3 ponto em outubro, aponta FGV


O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp) caiu 1,3 ponto na passagem de setembro para outubro, para 85,8 pontos, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em médias móveis trimestrais, o indicador recuou 0,4 ponto.

"Depois de tímidos avanços nos meses anteriores, o indicador voltou ao patamar de maio, reforçando a dificuldade de se obter uma reação mais robusta no mercado de trabalho. Para os próximos meses, é possível que o indicador retorne ao caminho ascendente, mas ainda não há uma perspectiva de melhora mais expressiva", avaliou Rodolpho Tobler, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial. O Indicador Coincidente de Desemprego (ICD) subiu 0,1 ponto em outubro ante setembro, para 93,0 pontos.

"A combinação da virtual estabilidade registrada em outubro e a persistência do ICD em patamar elevado reforça a percepção de que a redução da taxa de desemprego continua ocorrendo de forma lenta e gradual", completou Rodolpho Tobler.O ICD é um indicador com sinal semelhante ao da taxa de desemprego, ou seja, quanto menor o número, melhor o resultado. Já o IAEmp sugere expectativa de geração de vagas adiante, quanto maior o patamar, mais satisfatório o resultado.

O ICD é construído a partir dos dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, da pergunta da Sondagem do Consumidor que procura captar a percepção sobre a situação presente do mercado de trabalho. O IAEmp é formado por uma combinação de séries extraídas das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, todas apuradas pela FGV. O objetivo é antecipar os rumos do mercado de trabalho no País.

No IAEmp, cinco dos sete componentes registraram recuos em outubro, com destaque para o Emprego Previsto na Indústria, que caiu 4,0 pontos. No ICD, a ligeira alta foi influenciada por três das quatro classes de renda familiar: famílias com renda mensal até R$ 2.100.00 (+0,3 ponto), entre R$ 2.100.00 e R$ 4.800.00 (+0,2 ponto), e acima de R$ 9.600.00 (+0,5 ponto).

Fonte: O Estado de São Paulo

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Setor

01 - Gasolina subiu 1,28% no IPCA e foi item de maior pressão, ao lado de carnes


Os combustíveis ficaram 1,38% mais caros em outubro. O preço da gasolina subiu 1,28%, item de maior pressão sobre inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) no mês, ao lado das carnes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A gasolina contribuiu com 0,05 ponto porcentual para a taxa de 0,10% registrada pelo IPCA de outubro. Outro 0,05 ponto porcentual de impacto foi do encarecimento de 1,77% nas carnes.

O grupo Transportes saiu de uma estabilidade em setembro (0,0%) para alta de 0,45% em outubro, uma contribuição de 0,08 ponto porcentual para a inflação do último mês.

O óleo diesel subiu 1,82%, e o etanol aumentou 1,90%. O gás veicular ficou 0,44% mais caro. As passagens aéreas aumentaram 1,93% em outubro.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

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