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Edição 610 de 08/05/2013

Destaque

ABIMAQ no Portal Sistema Brasileiro do Agronegócio


João Marchesan, vice-presidente da ABIMAQ, comenta sobre as novidades e os recordes conquistados durante a Agrishow 2013.


Fonte: Portal Sistema Brasileiro do Agronegócio

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Com concessão, Agrishow terá nova infra e estandes fixos a partir de 2014


Agora é oficial. A Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação) está confirmada para Ribeirão Preto pelo menos para os próximos 30 anos. O empresário Maurílio Biagi Filho, presidente de honra da Agrishow desde a edição do ano passado, comemorou essa conquista em seu discurso na cerimônia de abertura do evento deste ano, na manhã do dia 29 de abril. 

“Isso poderia ter acontecido mais cedo, mas já é realidade. A Agrishow está garantida para Ribeirão Preto pelos próximos 30 anos.” Segundo ele, a concessão trará segurança aos expositores, que poderão se planejar ao longo do tempo, inclusive construindo estandes fixos, de alvenaria, como os que foram instalados na Expointer, no Rio Grande do Sul, e na ExpoLondrina, no Paraná. Biagi Filho anunciou ainda que a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) vai construir a Casa da Embrapa dentro da área do parque. Também anunciou, em nome das quatro entidades que realizam a Agrishow – ABAG (Associação Brasileira do Agronegócio), ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ANDA (Associação Nacional para Difusão de Adubos), e SRB (Sociedade Rural Brasileira) -, a construção da sede da feira, a partir de um belo projeto arquitetônico. 

Em breve, segundo Biagi, será anunciado o plano diretor da Agrishow. A partir disso, o parque estará apto a receber investimentos em infraestrutura e sustentabilidade, por exemplo. “Tenho certeza de que a Agrishow do ano que vem será mais organizada e estruturada”, assegura Biagi.

Na feira, a multinacional John Deere já construiu um prédio de alvenaria de dois andares, onde centraliza o atendimento das concessionárias, o marketing e as salas dos diretores. No entanto, ao consultar alguns outros grandes expositores, a maioria ainda não tem posição sobre a instalação de uma estrutura fixa no parque da feira. “Temos discutido o assunto, mas ainda não temos definição”, afirmou Fábio Piltcher, diretor de Marketing da AGCO para América do Sul. 

Já a Case IH tem um posicionamento. Segundo Mirco Romagnoli, vice-presidente da Case para a América Latina, a companhia prefere não construir estruturas fixas, de alvenaria, nas feiras que participa. “No longo prazo, essa construção sai mais barata, mas não permite flexibilidade aos nossos estandes. Não gostamos de caixas fixas, mas de usar da criatividade nas nossas áreas de exposição.”

Fonte: Universo Agro

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Críticas ao governo federal marcaram abertura da Agrishow 2013


Nesse ano, ocorreu a 20ª Agrishow. O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi a personalidade homenageada pelos realizadores da feira desta edição. “De maneira audaciosa, ele apresentou projeto de lei que garante a Agrishow em Ribeirão Preto por mais 30 anos, o que dá estabilidade para que os organizadores possam investir. Agora temos condições de avançar”, disse o deputado federal Antônio Duarte Nogueira Junior durante a abertura do evento, em Ribeirão Preto.

O presidente de honra da Agrishow, Maurílio Biagi Filho, destacou no evento a importância da agricultura para o PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. “Representa 30% da nossa riqueza. Nesse ano cresce cerca de 10%, batendo recorde.” Segundo ele, a produção brasileira continua crescendo porque o produtor investe muito. “E muitas vezes com recurso próprio.”

Biagi Filho destacou o potencial de expansão da agricultura brasileira, face ao desafio global de alimentar uma população que cresce e que é cada vez mais urbana. “Nenhum país do mundo tem a capacidade de crescimento agrícola como a nossa.” Principalmente se considerar o quanto a agricultura brasileira progrediu em produtividade nos últimos anos e o quanto ainda pode melhorar com maiores investimentos em verticalização da produção. 

Mas ele criticou um dos grandes gargalos da agricultura brasileira e que ficou ainda mais evidente em ano de safra recorde: a infraestrutura logística do País. Destacou também que o sistema financeiro tem garantido empréstimo aos produtores, mas falta seguro rural. “Não podemos ser o mais importante produtor agrícola do planeta se continuamos com tantos problemas.” 

Outra crítica veio da indústria de máquinas e implementos. Para Gilberto Zancopé, novo presidente da CSMIA (Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas), da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), as empresas do setor encontram um ambiente inóspito para operar no Brasil. “A indústria tem perdido participação no PIB. Ela é a grande prejudicada num país em que o governo é tão pesado e ineficiente. Além disso, somos o único país em que se tributam bens de capital.” Zancopé lembra ainda a perda da competitividade da indústria brasileira de máquinas, provocada pelo aumento dos custos e da valorização do Real. Resultado: aumentam as importações de equipamentos (+ 22,9%) e caem os índices de exportação (- 12,3%) de 2011 para 2012.

Políticas Públicas – Apesar de vários desafios, Zancopé reconhece a perspectiva positiva da agricultura brasileira. Ele também elogia a relação com a presidenta Dilma Roussef. “Quase tudo que pedimos a ela foi concedido. Ela, por exemplo, está tendo a coragem para baixar os juros.” 

Na abertura da Agrishow, estavam presentes dois ministros do governo federal, que ouviram de perto as críticas destinadas ao Palácio do Planalto, principalmente quanto à logística. Para o Ministro de Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, os desafios de hoje são os do crescimento, de uma agricultura que cresce. “Os desafios do crescimento são bons desafios.”

Já o Ministro do MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Antonio Andrade, foi criado um grupo interministerial, com participação de agências, que estão buscando soluções de curto e médio prazo para a logística do país. “No ano passado tivemos 11% de crescimento da agropecuária. O governo quer que a logística acompanhe essa expansão da produção agrícola nacional.” 

Fonte: Universo Agro

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EletroMetalCon 2013 movimenta mais de R$ 25,9 milhões


A nona edição da Feira Eletromecânica e Construção Civil – EletroMetalCon 2013, realizada pelo Senai em Londrina, Sindimetal Londrina e Sinduscon Norte/PR, entre os dias 23 e 26 de abril, registrou mais uma vez números impressionantes e teve a movimentação geral de R$ 25.918.000,00 – durante os quatro dias do evento. “A Feira foi um sucesso. Este valor representa o faturamento que apuramos até o momento junto aos parceiros comerciais e expositores. Mas, muitos negócios deverão ser concretizados nos próximos meses”, afirma Alexandre Ferreira, gerente executivo do Senai em Londrina.

O evento reuniu 12.878 visitantes – entre empresários, profissionais das áreas envolvidas com a mostra e estudantes. Em comparação com a edição de 2012, a Feira registrou um crescimento de 25% no faturamento total e gerou 580 empregos – diretos e indiretos. Nesta edição, 70 expositores dos setores metalmecânico, eletroeletrônico e da construção civil participaram da mostra. Dezoito palestras técnicas também fizeram parte da agenda do evento. “Dobramos o número de eventos técnicos. Em muitos casos, tivemos que encerrar as inscrições antecipadamente porque já havíamos alcançado o limite máximo do nosso espaço físico”, comenta Gérson Guariente Junior, presidente do Sinduscon Norte/PR.

“A Feira foi muito prestigiada pelo público de diversas regiões do Brasil. Além disso, tivemos a presença de várias delegações, especialmente de Toledo e do Balneário de Camboriú, em Santa Catarina”, destaca Valter Orsi, presidente do Sindimetal Londrina.

Rodadas de negócios

Outro importante atrativo da EletroMetalCon 2013 foi a 2ª Rodada de Negócios – organizada pela equipe do Sebrae de Londrina. “No total, 94 encontros comerciais foram promovidos durante a Feira. Sem falar, por exemplo, da apresentação de inovações tecnológicas, como a Plataforma BIM”, diz Orsi.

Negócios – A 9ª EletroMetalCon possibilitou a prospecção de muitos negócios pelos expositores da mostra. “Fizemos dezenas de contatos comerciais na Feira e fechamos dois contratos no valor de R$ 150 mil cada, com condomínios residenciais da cidade”, ressalta Antonio Tazima, da TZM Software.

“Esta é a primeira vez que estivemos na Feira. Temos uma projeção de cerca de R$ 400 mil em negócios para os próximos cinco meses de trabalho. Certamente, iremos retornar em 2014 com um estande bem maior”, comemora Angelo Guedes, da Hidroconfort Aquecedores.

“Participamos de outras edições da Feira e a cada ano ela está melhor. Nesta edição, tivemos a oportunidade de fechar um grande negócio com a Midiograf, no valor de R$ 170 mil para a venda de um gerador de energia”, comenta Antonio Oliveira, da Leão Energia.

“Para a Caixa Econômica Federal é uma honra ser parceiro de um evento desta magnitude. A nossa equipe fez centenas de contatos comerciais na EletroMetalCon 2013”, afirma Élcio José de Lara, superintendente regional da Caixa Econômica Federal em Londrina, e patrocinadora oficial do evento.

Projetos Inovadores – Outra grande atração da EletroMetalCon 2013 foi a realização da 5ª edição do Prêmio Caixa de Projetos Inovadores. Doze projetos – dos principais centros universitários do País – foram inscritos para a exposição. Os três melhores projetos participaram da Feira e foram julgados por uma banca examinadora composta de 30 empresários e profissionais dos setores envolvidos com a mostra. Os trabalhos apresentados ao público, durante a Feira, vão receber uma premiação em dinheiro: R$ 10 mil para o 1º colocado; R$ 5 mil para o 2º colocado; e R$ 3 mil para o terceiro. O resultado final será divulgado no tradicional “Baile da Indústria”, agendado para o dia 29 de maio, em Londrina.

A 9ª EletroMetalCon contou também com o apoio institucional de importantes entidades, como a ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos; o Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas; a ACIL – Associação Comercial e Industrial de Londrina; e o Londrina Convention & Visitors Bureau.

O jornal Folha de Londrina, a Rádio Paiquerê AM e a RIC TV (Rede Record) foram os parceiros oficiais de mídia. Na rede hoteleira, os grupos Boulevard, Cedro, Crystal, Golden Blue e Sumatra apoiaram o evento. O portal CIMM, a Editora Rudder (Revista Fundações e Obras Geotécnicas e Revista Engenharia), o CEAL (Clube de Engenharia e Arquitetura de Londrina), o CREA-PR (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná) e a Agência de Desenvolvimento Terra Roxa colaboraram ainda na divulgação da EletroMetalCon 2013.

“Com o excelente trabalho da nossa equipe, a nossa Feira é reconhecida nacionalmente. No próximo ano, queremos ampliar ainda mais a área dos expositores e aumentar as oportunidades de negócios”, conclui Valter Orsi.

Para 2014, a 10ª edição da EletroMetalCon está agendada no período de 6 a 9 de maio. 

Fonte: Portal ACIL

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Jóvenes rurales se reunieron en Brasil


El Departamento Rural Joven de la Sociedad Rural Brasilera (SRB) organizó un encuentro de los jóvenes de la Federación de Asociaciones Rurales del MERCOSUR (FARM) con el objetivo de reactivar la FARM Jóvenes. 

El encuentro se realizó en Brasil desde el viernes 26 de abril hasta el miércoles 1º de mayo y participaron integrantes de Asociación Rural de Jóvenes del Paraguay (ARJP), Ateneo de la Sociedad Rural Argentina (SRA), Departamento Rural Joven de la Sociedad Rural Brasilera (SRB) y Federación Rural de Jóvenes (FRJ). 

La delegación uruguaya estuvo integrada por Maximiliano Pelaez, Cecilia Bidondo y Alejandro Michelena.

EL ENCUENTRO

El encuentro comenzó en San Pablo, con una reunión con Cesario Ramalho Da Silva, presidente de la Sociedad Rural Brasilera (SRB). En Uberaba, Minas Gerais se visitó la Central Alta Genetics y se participó de la la charla «Cual es el agro que queremos en el futuro? realizada en la sede de la Asociación Brasilera de Criadores de Cebú (ABCZ), ubicada en el parque de exposiciones Fernando Costa. Los disertantes fueron el productor rural y miembro del consejo administrativo de la Sociedad Rural Brasilera Gustavo Diniz Junqueira y el ingeniero agrónomo y director ejecutivo de Brasilagro, Julio Toledo Piza. La charla contó con el apoyo de Abimaq (Asociación Brasileña de Industrias de Máquinas y Equipamientos) y fue organizado por el Departamento Rural Joven de la Sociedad Rural Brasilera.

FERIA INTERNACIONAL En Ribeirão Preto, San Pablo se visitó la 20º Feria Internacional de Tecnología Agrícola en Acción Agrishow así como también la Asociación Nacional de Criadores e Investigadores - ANCP. Además, en el marco de Agrishow se asistió a las charlas sobre los «Puntos clave sobre cuestiones indígenas en Brasil» a cargo del Dr. Francisco de Godoy Bueno y Regularización ambiental de propiedades rurales según el nuevo Código Forestal dictada por Dr. Paulo Junqueira. Ambas charlas fueron organizadas por la Sociedad Rural Brasilera (SRB). 

OTRAS ACTIVIDADES

También se realizó una exposición sobre los temas tratados en el encuentro de FARM Jóvenes y se participó de una visita de campo, donde se observaron cultivos de arroz, café, caña de azúcar, caña forrajera, frijoles, naranjas, maíz, maíz forrajero, soja y sorgo. Además, se asistió a la fiesta de conmemoración de los 20 años de «Agrishow», realizada en el Centro de Eventos y que contó con la presentación de la orquesta filarmónica de Ribeirão Preto. Se realizó la presentación del libro 20 años Agrishow. 

Fonte: Diario Cambio, Tarariras Hoy

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Máquinas pesadas param de crescer à sombra de Copa e Olimpíadas


As fabricantes de máquinas de construção instaladas no país tem alguns percalços para superar no mercado brasileiro. Afinal, a demanda crescente prevista com as grande obras públicas, principalmente para a Copa do Mundo e Olimpíadas, está cada vez mais incerta.

Além disso, a cadeia de fornecedores não tem capacidade para atender as fabricantes imediatamente, quando essas oportunidades sairem do papel. Os dois gargalos, segundo representantes do setor, são os principais fatores que impedem o aumento de produção desse tipo de máquina no Brasil atualmente. 

“As empresas do setor têm capacidade para aumento de produção em até 40%. Temos estrutura para isso. Entretanto, a falta de previsibilidade dos projetos e o fato de termos uma cadeia de suprimentos com dificuldades para o fornecimento, nos impedem de dar este salto na produção”, disse a presidente da Câmara Setorial de Máquinas Rodoviárias da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Andrea Park. 

Para este ano, a expectativa da Abimaq é de que os fabricantes vendam no mercado nacional em torno de 30 mil máquinas, volume semelhante ao conquistado em 2012.

“Temos um risco grande em aumentar a nossa produção e as grandes obras não vingarem, ou demorarem mais que o previsto. Por isso, colocamos o pé no freio e vamos projetando a produção de acordo com a definição dos projetos do governo. Somos um setor muito ligado às decisões governamentais”, disse Andrea Park.

Fonte: Brasil Econômico, Portal Datamark

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Pré-sal, leilões, Petrobras, óleo, gás e Rodada no Accelerate Oil&Gas


O Rio de Janeiro estará sediando no final deste mês, dias 21 e 22 de maio, o evento Accelerate Oil&Gas 2013 - 2a Edição na Barra da Tijuca.  

Já em contagem decrescente para a data do evento, dias 21e 22 de maio, e com tudo alinhados, o Accelerate Oil & Gas será palco domaior encontro de “Decision-Makers” ligados à indústria de Óleo e Gás. O eventoterá lugar no Hotel Windsor Barra, Rio de Janeiro, com começo marcado para as8h30 e encerramento às 17h30 em ambos os dias.

Patrocinadores:

Statoil, AMEC, FINEP, FIRJAN, Caixa Econômica Federal,Wartsila, SEBRAE Nacional, Electroproject e Investe São Paulo

Expositores:

AMEC, FINEP, FIRJAN, Caixa Econômica Federal, SEBRAE Nacional,Electroproject, Investe São Paulo, Semp Toshiba, IMC Saste, Multialloy,Essencis, Brasco, GDK, Modelagem, Almar,CPMais,WorldMagic.

Para promover a discussão, na programação do AccelerateOil & Gas 2013 já estão confirmados os seguintes palestrantes para os doisdias de evento:

Marcelo Vertis – Sub-Sec. Estado Desenv.Econômico,Energia, Indústria e Serviços do RJ(SEDEIS) 

Renata Baruzzi, Gerente Exec. de Engª, Tec e Desenv. DaPetrobras / Presidente CE-EPC 

Antônio Muller, Presidente da ABEMI e VP do CE-EPC

Maurício Alves Syrio – Chefe do Dept de Petróleo, Gás eIndústria Naval FINEP

Alexandre dos Reis, Diretor de Relações com o Mercado noSistema FIRJAN

Luciano Tavares de Almeida, Presidente da Investe SãoPaulo

Eliane Borges, coordenadora nacional SEBRAE

Márcio de Rocha de Mello (CEO, HRT) 

Antonio Gil P Bernardes Silveira, Superintendência dePetróleo e Gás e Indústria Naval na Caixa Econômica Federal

Osvaldo Capmany, Presidente da AMEC Latin America

Álvaro Teixeira, Consultor do Instituto Brasileiro doPetróleo e Biocombustíveis (IBP)

Flávio Ofugi Rodrigues, Diretor de Relações com GovernoAssuntos Regulatórios da Shell Brasil 

Mauro de Andrade, Vice-Presidente de RelaçõesInstitucionais da Statoil Brasil

Renato Bertani, CEO da Barra Energia e Presidente doWorld Petroleum Council

Claudia Rabello, Superintendente de Promoção deLicitações (E&P)

Fábio Scopeta, Líder do Labotatório IBM para Óleo e Gás

Carlos Padovezi, Diretor de Novos Negócios do InstitutoDe Pesquisa Tecnológica (IPT)

Paulo Montes, Gerente Geral de Tecnologia, Engenharia eDesenvolvimento da PETROBRAS

João Mariano, Gerente de HSE na Shell Brasil

Jake Van Den Dries, VP de HSE na Statoil Brasil

José Mello, Gerente de Operações da América do Sul, daAMEC

Cristiano Villardo, Coordenador do Dept. de Óleo e Gás doIBAMA

Augusto Mendonça, Presidente da ABENAV

Alberto Machado, Diretor de Óleo e Gás na Abimaq

Bruno Musso, Superintendente da ONIP

Thereza Moreira, Gerente da ABS Group

Pedro Alem, Gerente Executivo de Política Industrial doCNI

João Rossi, Coordenador do Departamento de Óleo e Gás doMDIC

Alexandre dos Reis, Diretor de Relações com o Mercado daFIRJAN

John Doddrell, Conselheiro-Geral e Diretor na UKTI Brazil

Alexandre Petry, Secretário para Relações comInvestidores da Apex-Brasil

Heron Miguens, Diretor Executivo para Américas, Ernst& Young

Alexandre B. Calmon, Sócio na Veirano Advogados

Ada Gonçalves, Coordenadora na FINEP

Flávia Costa, Especialista em Desenvolvimento de Mercadopara Óleo e Gás na FIRJAN

Além das sessões que estarão explorando os desafios edesenvolvimentos mais recentes da indústria, chamamos à atenção para dois novoselementos importantes do Accelerate Oil & Gas 2013, que são:

 - Rodada denegócios exclusiva organizada em conjunto com o SEBRAE onde estão confirmadas15 empresas âncoras do setor de óleo de gás:  FMC Technology, Camargo Correa, AkerSolutions, Engevix, Expro Group, AP Projetos, Techint, Transocean, Transpetro,STX, Seadrill, CMO – Construções Navais e Offshore, Carioca Engenharia, Norskane Leonardo Gandolfo Arquitetura.

 - Painel especialcom o IBP e convidados focando a 11ª rodada de leilões do Pré-Sal (o primeiroleilão desse tipo desde dezembro de 2008), que terá lugar uma semana antesAccelerate Oil & Gas 2013.

Fonte: Accelerate Oil&Gas

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Comércio Internacional

China volta a ter superávit comercial em abril, após déficit de março


A China obteve um superávit comercial de US$ 18,16 bilhões em abril após ter reportado um inesperado déficit de US$ 884 milhões em março, segundo informações da Administração Geral de Aduanas da China divulgadas nesta quarta-feira.

A mediana projetada por 12 economistas entrevistados pela Dow Jones Newswires apontava para um superávit de US$ 15,55 bilhões.

As exportações cresceram 14,7% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, uma aceleração ante o crescimento de 10% registrado em março e muito acima do previsto pelos economistas (expansão de 8,6%).

As importações subiram 16,8% em abril sobre o mesmo mês do ano passado. Em março, elas haviam crescido 14,1%. Os economistas haviam previsto alta de 11,6% para as importações em abril, abaixo do obtido.

PETRÓLEO E MINÉRIO DE FERRO - A China importou 23,08 milhões de toneladas métricas de petróleo bruto em abril, o equivalente a 5,64 milhões de barris por dia, segundo os dados preliminares de hoje.

O número representa alta de 3,7% sobre as 22,26 milhões de toneladas métricas de petróleo bruto importadas pelo país em abril do ano passado e uma expansão apenas marginal sobre as 23,05 milhões de toneladas de março de 2013, de acordo com cálculos da Dow Jones Newswires.

A importação de produtos derivados de petróleo totalizou 3,89 milhões de toneladas, enquanto as exportações atingiram 2,678 milhões de toneladas, informou a agência chinesa. Segundo os dados preliminares, a China exportou 80 mil toneladas de petróleo bruto em abril.

A Administração Geral de Aduanas divulgou também dados sobre minério de ferro. A China importou 67,15 milhões de toneladas métricas do produto em abril, alta de 16,4% sobre o mesmo mês de 2012 e expansão de 4% em relação ao mês anterior, março.

No acumulado dos primeiros quatro meses de 2013, a importação de minério de ferro alcançou 253,6 milhões de toneladas, um crescimento de 3,9% sobre o mesmo período de 2012.

Também foram anunciados pela agência os dados de importação de soja pela China, que alcançaram 3,98 milhões de toneladas métricas em abril, uma queda de 18,4% sobre abril do ano passado.

Em comparação com março, as importações subiram 3,6%. Nos primeiros quatro meses deste ano, as importações caíram 14,8%, para 15,47 milhões de toneladas, em comparação com igual período de 2012. 

Fonte: Valor Econômico

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Países emergentes põem brasileiro na direção da OMC


A vitória de Roberto Azevêdo para a direção-geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), o mais importante cargo internacional já ocupado por um brasileiro, abre espaço para uma nova relação entre países emergentes e desenvolvidos nas negociações mundiais. O candidato do Brasil será o primeiro de um país dos Brics a dirigir uma organização multilateral-chave, que tem na liberalização comercial seu principal objetivo. Os emergentes brigaram pelo cargo para tentar equilibrar o comando da governança global, já que a Europa dirige o FMI e os EUA, o Banco Mundial.

Azevêdo venceu o candidato do México, Herminio Blanco, apoiado pelos Estados Unidos e pela União Europeia. Mas americanos e europeus "qualificaram" seus votos, deixando claro que ficariam satisfeitos também com a vitória brasileira, revelada em primeira mão pelo Valor PRO, serviço em tempo real do Valor, às 13h43 de ontem. Nunca se saberá exatamente o número de votos - a escolha é secreta -, mas estima-se que, além dos 28 votos da UE, Blanco não teria obtido mais do que 30 outros no total de 159.

Além da OMC, com José Graziano o Brasil está no comando da FAO, instituição da ONU encarregada do combate à fome no mundo. Em jogo está a aposta brasileira no multilateralismo, a criação de regras globais respeitadas por todos para conciliar interesses divergentes no plano internacional.

A Rodada Doha de liberalização comercial, iniciada em 2001, chegou a um impasse. O desafio de Azevêdo, que assumirá em setembro, será conseguir uma agenda de negociação relevante para a conferência ministerial de Bali, na Indonésia, em dezembro. O benefício da vitória para o Brasil pode vir por meio do impulso nessa negociação. O país apostou no multilateralismo e tem dificuldade para fazer acordos regionais. Quanto mais o sistema multilateral for forte, as regras respeitadas globalmente e a abertura negociada na OMC, melhor para o país. 

Fonte: Valor Econômico

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Produção industrial avança em março na Alemanha


A produção industrial da Alemanha aumentou 1,2% em março na comparação com fevereiro, um desempenho muito acima da previsão dos analistas de uma queda de entre 0,1% e 0,2%. Em fevereiro, a produção industrial alemã já havia avançado 0,6% ante o mês anterior.

“A melhoria da situação das encomendas à indústria e as expectativas de aumento da atividade da construção podem dar ao setor industrial um impulso nos próximos meses”, disse o Ministério da Economia do país, responsável pela divulgação do dado.

A produção da indústria de transformação cresceu 1,4% em março ante fevereiro, ajustada para a inflação e oscilações sazonais, enquanto a produção de energia aumentou 4%. Mas as temperaturas excepcionalmente baixas em março levaram a mais uma queda acentuada da produção da construção, de 3,1% ante fevereiro.

Além disso, a comparação anual mostra que a indústria da Alemanha ainda mostra debilidade. A produção industrial caiu 2,5% em março na comparação com igual mês do ano passado, na série com ajuste para o número de dias úteis.

A produção industrial avançou 0,2% no primeiro trimestre na Alemanha, na comparação com o quarto trimestre do ano passado. O Banco Central alemão prevê que a economia do país cresça 0,4% neste ano e 1,9% em 2014. 

Fonte: Valor Econômico

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Conjuntura

Inflação oficial fica em 0,55% em abril e volta para nível inferior ao teto da meta


A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), avançou para 0,55% em abril, ante alta de 0,47% apurada em março. A taxa é inferior ao índice registrado em abril de 2012, quando ficou em 0,64%.

Os remédios foram os grandes vilões da inflação do mês passado, com alta de 2,99% e impacto de 0,10 ponto percentual no índice, liderando a lista de maiores impactos de abril.

O ajuste do preço dos remédios foi autorizado pelo governo em 31 de março.

O resultado veio bem acima das estimativas de mercado, que previam taxa em torno dos 0,47%.

Mesmo assim, o resultado reduz o acumulado do IPCA em 12 meses para 6,49%, abaixo do teto da meta do governo para a inflação, de 6,5%, ultrapassada em março. Para o acumulado, o mercado previa uma taxa de 6,41%.

Os preços do grupo alimentação e bebidas recuaram em relação a março e subiram 0,96%, contra 1,14% do mês anterior. Já a habitação subiu 0,62%, contra 0,51% em março. As únicas deflações foram observadas nos grupos Transporte e Comunicação, em queda de 0,19% e 0,32%, respectivamente.

O índice foi divulgado pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (8) e confirmou a expectativa do mercado de desaceleração do índice nos 12 meses, que em março superou o teto da meta nessa mediação e registrou uma taxa de 6,59%.

O recuo da taxa em 12 meses se deve à retirada do mês de abril de 2012, quando a taxa subiu 0,64%. 

Fonte: Folha de S. Paulo

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IPC-S fica em 0,45% na 1ª quadrissemana de maio


A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) ficou em 0,45% na primeira quadrissemana de maio, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV), nesta quarta-feira, 8. O resultado ficou 0,07 ponto porcentual abaixo do registrado na última leitura de abril, quando o índice subiu 0,52%.

Das oito classes de despesas analisadas, cinco registraram decréscimo em suas taxas de variação de preços, da última quadrissemana de abril para a primeira de maio: Alimentação (de 0,95% para 0,68%), Habitação (de 0,47% para 0,30%), Transportes (de 0,13% para 0,07%), Comunicação (de -0,35% para -0,42%) e Despesas Diversas (de 0,23% para 0,20%).

Por sua vez, registraram acréscimo em suas taxas de variação de preços: Educação, Leitura e Recreação (de -0,49% para -0,20%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 1,26% para 1,41%) e Vestuário (de 0,82% para 0,99%). 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Industria

Vendas de máquinas agrícolas crescem 32,3% em abril, diz Anfavea


As vendas internas de máquinas agrícolas no atacado totalizaram 7,3 mil unidades em abril deste ano, crescimento de 32,3% sobre o mesmo mês de 2012, segundo dados divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Na comparação com março deste ano, a alta foi de 0,5%.

O presidente da entidade, Luiz Moan Yabiku Júnior, disse que além da grande safra de grãos registrada no país, o início da moagem de cana-de-açúcar também estimulou as vendas do setor. Além disso, os juros baixos do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), do BNDES, são um grande incentivo à comercialização interna.

Os juros neste semestre são de 3% para o programa governamental, ante 10% das taxas de janeiro a março do ano passado para o Finame Agrícola, programa do BNDES para a aquisição de máquinas, equipamentos e implementos agrícolas.

Segundo Yabiku Júnior, em abril do ano passado os juros do PSI estavam em 7,7%. “Os juros baixos contribuem para elevar as vendas e a mecanização”, afirmou em entrevista coletiva nesta manhã.

No acumulado deste ano até abril, as vendas internas de máquinas agrícolas no atacado cresceram 29,6% sobre os primeiro quatro meses do ano passado, para 26,3 mil unidades.

O presidente da Anfavea ressaltou que as vendas internas de colheitadeiras aumentaram 57,9% nos primeiros quatro meses do ano frente ao mesmo período de 2012, para 3,043 mil unidades. As vendas de tratores cresceram 27,7%, para 20,536 mil unidades, na mesma base de comparação.

No mês passado, as exportações de máquinas agrícolas somaram 1,5 mil unidades, incremento de 7,8% sobre o mesmo período de 2012 e de 35,4% sobre os embarques de março. No acumulado de 2013 até abril, no entanto, os embarques recuaram 27,3%, para 4,5 mil unidades, informou a Anfavea.

A receita com os embarques de abril chegou a US$ 339,5 milhões, aumento de 29,2% sobre abril do ano passado, e de 17,4% sobre março deste ano. Nos primeiros quatro meses deste ano, as exportações de máquinas agrícolas renderam US$ 1,1 bilhão, queda de 2,8% o mesmo intervalo do ano passado. 

Fonte: Valor Econômico

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Setor

Inova Energia recebe R$ 12,3 bi em projetos


A demanda por recursos dos projetos inscritos no Inova Energia, linha de financiamento para inovação tecnológica no setor elétrico, totalizou R$ 12,3 bilhões, quantia mais de quatro vezes superior ao orçamento previsto para o programa, de R$ 3 bilhões. Ao todo, 373 empresas e instituições científicas e tecnológicas (ICTs) se cadastraram na iniciativa, promovida pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cujas inscrições acabaram sexta-feira.

"Certamente projetos que estavam na gaveta ou que não estavam sendo pensados foram estimulados com esse plano", afirmou o coordenador técnico do BNDES no Inova Energia, Ricardo Rivera, que considerou o resultado surpreendente, em total de projetos e volume demandado.

Do total de inscritos, 166 são empresas líderes, 144 empresas parceiras e 63 ICTs. As propostas são originárias de 16 Estados nas cinco regiões brasileiras. A maioria das propostas foi de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Das três linhas temáticas do programa, a de redes inteligentes (smart grid) e transmissão em ultra-alta tensão foi a que despertou o maior interesse das proponentes. Um total de 112 empresas líderes indicaram projetos nessa área. Em seguida, 105 empresas líderes propuseram trabalhos em geração de energia de fontes alternativas e 46 inscreveram projetos na área de veículos elétricos e híbridos. Uma mesma empresa líder pode ter indicado mais de um projeto em mais de uma linha temática.

O próximo passo agora será selecionar os projetos inscritos, de acordo com a aderência às linhas temáticas e o grau de relevância de inovação. A conclusão dessa segunda etapa está prevista para 23 de maio. Em seguida, BNDES, Finep e Aneel vão organizar workshops para apresentar os modelos de plano de negócios que deverão ser detalhados pelas empresas e estimular as parcerias entre as participantes. "É um casamento de oferta e demanda tecnológica", ressaltou Rivera.

A expectativa é que em 14 de novembro os projetos aprovados sejam enquadrados nas linhas de financiamento das três instituições. "A ideia é de ter um guichê único. Nós invertemos a lógica. Em vez de a empresa bater na porta do BNDES, da Finep e da Aneel, ela vai em um lugar só e os três indicam qual é o melhor instrumento financeiro para o plano de negócios dela", explicou o coordenador técnico do BNDES. 

Fonte: Valor Econômico

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Petrobras prevê produção de 5,7 milhões de barris em 2020


Os pesados investimentos realizados pela Petrobras vão elevar fortemente a produção de petróleo e gás natural nos próximos anos, passando dos atuais 2,25 milhões de barris de óleo equivalente (boe) por dia para 5,7 milhões em 2020, o que permitirá ao Brasil exportar liquidamente 2,1 milhões de barris diários, disse ontem a presidente da Petrobras, Maria das Graças Foster. Segundo ela, a exploração e a produção nos campos do pré-sal serão o "principal pilar" desse aumento. Em evento realizado em Houston, no Texas, Graça Foster afirmou que a capacidade de refino da Petrobras deve subir dos atuais 2,1 milhões de barris por dia para 3,6 milhões em 2020.

A presidente da Petrobras destacou os investimentos que serão realizados pela empresa nos próximos anos. De 2013 a 2017, eles vão totalizar US$ 236,7 bilhões, dos quais 62,3% vão se concentrar na exploração e distribuição de petróleo. "De 2000 a 2012, a Petrobras investiu US$ 270 bilhões."

Graça ressaltou o forte crescimento do consumo de derivados de petróleo no Brasil, bastante acima da média global. Entre 2000 e 2012, o consumo de gasolina no país aumentou 73%, muito superior aos 17% registrados no mundo. No caso do óleo diesel, a demanda brasileira aumentou 52% e a global, 31%. Nesse cenário, disse Graça, a tarefa da Petrobras "não é simples". Segundo a presidente da empresa, é preciso de muita atenção para fornecer toda a energia de que o consumidor brasileiro necessita. A Petrobras, ressaltou ela, é a responsável por quase toda a oferta de petróleo no país.

Ao comentar o forte apetite por energia proveniente dos mercados emergentes, Graça disse que esse é realmente um dos grandes desafios das empresas do setor, mas observou que a prioridade "é desenvolver e manter a demanda doméstica". É importante definir o foco, segundo ela, para ter ideia exata do tamanho da demanda interna e o quanto será investido.

A presidente da Petrobras destacou a importância do investimento em pesquisa e desenvolvimento, que cresceu a um ritmo anual de 18,3% de 2000 a 2012. Ao investir esse volume de dinheiro em P&D, disse ela, a Petrobras se colocou na vanguarda tecnológica na exploração de petróleo em águas profundas. Em 17 de abril, a produção dos campos do pré-sal atingiu 311 mil barris por dia. Nos últimos 14 meses, a Petrobras fez 53 descobertas, sendo 15 no pré-sal.

Graça disse ainda que a expectativa é que as reservas provadas da Petrobras subam dos 15,7 bilhões de barris de óleo equivalentes em 2012 para 31,5 bilhões nos próximos anos.

Ao comentar a retomada dos leilões de campos de petróleo na semana que vem, pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), Graça Foster disse que a estatal está aberta a parcerias com estrangeiras, desde que haja disposição dessas companhias em investir. Ela afirmou que os leilões deverão ser mais frequentes daqui em diante, o que é importante para o setor.

A uma plateia formada por executivos e empregados da indústria do petróleo e gás, Graça disse que o "Brasil é o lugar certo para investir". O país, segundo ela, tem estabilidade, indústria forte, marco regulatório estável e bons estaleiros.

A executiva participou do painel "Panorama global de energia - moldando o futuro", na Offshore Technology Conference (OTC), o principal evento da indústria petrolífera sobre a exploração e produção de petróleo no mar.

Fonte: Valor Econômico

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